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  • Textura

    Celulite · Contorno corporal

    Textura: contorno e celulite não são a mesma queixa

    Você treina, passa creme e continua vendo aquela casca de laranja nas coxas. Tratar a celulite como falta de disciplina é um erro: até mulheres magras têm celulite. E entender a diferença entre contorno e textura muda o que faz sentido fazer.

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    Avaliar o contorno é diferente de avaliar a textura da pele.

    01

    Celulite não é falta de disciplina

    A celulite é muito comum. Uma revisão científica estima que ela aparece em 80% a 90% das mulheres depois da puberdade, inclusive nas magras.

    Os furinhos envolvem a estrutura da pele, a gordura logo abaixo dela e as fibras que ligam a pele às camadas mais profundas. Quando essas fibras puxam a pele para baixo, surgem as depressões.

    Por isso, treino e creme não apagam a celulite por completo. Ela não é sinal de que você está fazendo algo errado.

    Fonte: Friedmann DP, Vick GL, Mishra V. Cellulite: a review with a focus on subcision. Clinical, Cosmetic and Investigational Dermatology, 2017.

    02

    O papel da alimentação

    O excesso de calorias favorece o ganho de gordura, e isso pode deixar a celulite mais aparente. Alguns alimentos facilitam esse excesso quando fazem parte da rotina:

    RefrigerantePrincipalmente os com açúcar.
    Biscoito recheadoMuito açúcar e gordura em poucas unidades.
    Salgadinho de pacoteFácil de comer em grande quantidade sem perceber.

    O que importa é a quantidade e o conjunto da alimentação. Cortar esses três alimentos não garante eliminar 100% da celulite.

    03

    Emagrecer nem sempre resolve

    Perder peso pode melhorar a celulite, mas nem sempre. Em um estudo com 29 mulheres em programas de emagrecimento, a celulite melhorou em 17 e piorou em 9.

    As que mais melhoraram perderam mais peso e começaram com um peso maior. Nas que pioraram, o peso inicial era menor, a perda foi menor e a pele ficou mais solta.

    E mesmo quando a celulite melhorou, os furinhos ficaram menos profundos, mas não desapareceram.

    Fonte: Smalls LK, et al. Effect of weight loss on cellulite: gynoid lipodystrophy. Plastic and Reconstructive Surgery, 2006.

    04

    Gordura localizada, flacidez e celulite

    No planejamento, eu preciso separar o que é gordura localizada, flacidez e celulite. Cada queixa pode exigir uma decisão muito diferente:

    Gordura localizadaMuda o contorno, o formato do corpo. Quando há indicação, a lipoaspiração trata essa camada.
    FlacidezPele com pouca firmeza ou sobrando. Retirar gordura não resolve e, em alguns casos, pode deixar a pele mais solta.
    CeluliteMuda a textura da superfície da pele. Pede uma avaliação própria, porque não melhora só com a retirada de gordura.

    Fazer uma lipoaspiração não significa apagar todos os furinhos. Contorno e textura são queixas diferentes.

    05

    O que o procedimento pode e não pode prometer

    Antes de qualquer decisão, você precisa entender o que o procedimento pode melhorar e o que ele não vai prometer:

    • Qual das três queixas mais incomoda: o formato, a firmeza ou a textura.
    • O que pode melhorar com a indicação proposta.
    • O que pode continuar aparecendo, como parte da celulite.
    • Quais cuidados de rotina ajudam a manter o resultado.

    Uma boa indicação começa separando contorno de textura, e não prometendo apagar 100% da celulite.

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre celulite e contorno

    Porque a celulite envolve a estrutura da pele e as fibras que puxam a pele para baixo, e não só a quantidade de gordura. Por isso ela aparece em 80% a 90% das mulheres depois da puberdade, em vários tipos de corpo.

    Não é esse o objetivo da lipoaspiração. Ela trata a gordura localizada, que muda o contorno. A textura da pele é outra queixa, com avaliação própria, e a lipo não apaga todos os furinhos.

    Nem sempre. Em um estudo com 29 mulheres que emagreceram, a celulite melhorou em 17 e piorou em 9, e mesmo nas que melhoraram os furinhos não desapareceram.

    Não existe um alimento que cause celulite sozinho. O excesso de calorias favorece o ganho de gordura e pode deixar a celulite mais aparente. O que importa é a quantidade e o conjunto da alimentação.

    Pelo exame. As três podem aparecer juntas na mesma região, e é a avaliação que separa cada uma para indicar o que faz sentido.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, separamos o que é gordura localizada, flacidez e celulite no seu corpo e explicamos o que cada indicação pode melhorar e o que ela não vai prometer.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer entender essa diferença no seu corpo?

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Medidas

    Prótese de mama · Planejamento

    Medidas: o tamanho da prótese começa pelos seus tecidos

    Você quer preencher o colo e ficar bonita na roupa, e isso é legítimo. Mas escolher a prótese só pelos mL deixa de fora uma parte importante do planejamento: quanto tecido existe para cobrir o implante e quanta tensão ele aguenta.

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    Volume, cobertura e tensão precisam ser avaliados juntos.

    01

    Quando a prótese passa do limite dos tecidos

    Cicatriz alargada, estrias e abertura de pontos podem ter várias causas. Uma preocupação importante é a tensão excessiva que um implante grande demais para os tecidos pode causar.

    A pele e a mama têm um limite de quanto conseguem esticar e cobrir. Quando a prótese passa desse limite, aumenta a tensão sobre os tecidos e sobre a cicatriz.

    Por isso, a pergunta não é só quantos mL você quer. É quanto o seu tecido consegue cobrir com segurança.

    02

    As medidas avaliadas antes de escolher a prótese

    Em vez de partir do volume, um planejamento baseado nos tecidos começa pelas medidas do seu corpo. Um método publicado pelos cirurgiões John Tebbetts e William Adams organiza essa escolha em cinco medidas:

    Espessura no polo superiorA espessura do tecido na parte de cima da mama, medida com o teste da pinça. Mostra quanta cobertura existe para o implante.
    Espessura no sulcoA espessura do tecido na dobra abaixo da mama, que orienta a cobertura na parte de baixo do implante.
    Largura da baseA largura da sua mama, uma das medidas mais importantes para escolher o volume.
    Elasticidade da peleO quanto a pele estica, que também influencia o volume que ela comporta.
    Aréola até o sulcoA distância da aréola até a dobra da mama, usada para planejar a posição do sulco com o implante escolhido.

    Fonte: Tebbetts JB, Adams WP. Five critical decisions in breast augmentation using five measurements in 5 minutes: the high five decision support process. Plastic and Reconstructive Surgery, 2006.

    03

    Acima ou abaixo do músculo

    Em pacientes com pouca cobertura mamária, colocar parte do implante abaixo do músculo pode disfarçar as bordas da prótese e suavizar a transição do colo. Acima do músculo, essa camada de cobertura muscular não existe.

    Por isso, quando há pouco tecido para cobrir o silicone, escolher apenas o tamanho e colocar o implante acima do músculo pode deixar parte do planejamento de fora.

    Mas o músculo também não compensa uma prótese grande demais. A posição do implante não substitui a escolha certa do volume.

    04

    Abaixo do músculo e a recuperação

    Existe a ideia de que o implante abaixo do músculo significa sempre uma recuperação terrível. Pode haver desconforto, mas a recuperação também depende de como os tecidos são tratados durante a cirurgia.

    Em 2002, o cirurgião John Tebbetts publicou uma série de 627 pacientes operadas com o implante parcialmente abaixo do músculo e técnicas planejadas para reduzir o trauma cirúrgico. Delas, 96% voltaram às atividades normais em até 24 horas.

    Isso mostra que a discussão vai muito além de acima ou abaixo do músculo. A técnica e o cuidado com os tecidos também contam, e a sua recuperação é explicada no planejamento.

    Fonte: Tebbetts JB. Achieving a predictable 24-hour return to normal activities after breast augmentation: Part I. Refining practices by using motion and time study principles. Plastic and Reconstructive Surgery, 2002.

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre a escolha da prótese

    Pelas medidas do seu corpo, como a largura da base da mama, a espessura dos tecidos e a elasticidade da pele, junto com o que você deseja. O volume em mL é consequência dessas medidas, e não o ponto de partida.

    Pode aumentar a tensão sobre os tecidos e sobre a cicatriz, uma das causas de cicatriz alargada, estrias e abertura de pontos. Por isso o volume precisa respeitar o limite dos seus tecidos.

    Depende da cobertura. Em quem tem pouco tecido, colocar parte do implante abaixo do músculo pode disfarçar as bordas e suavizar o colo. A escolha é feita na avaliação, junto com o volume e a técnica.

    Não necessariamente. Pode haver desconforto, mas a recuperação também depende de como os tecidos são tratados. Em uma série publicada com técnicas que reduzem o trauma cirúrgico, 96% das pacientes voltaram às atividades normais em até 24 horas. A sua recuperação é explicada no planejamento.

    É a medida da espessura do tecido que vai cobrir a prótese, feita com uma leve pinça da pele e da mama e medida com um paquímetro. Ela ajuda a decidir a posição do implante.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, a escolha da prótese começa pelas medidas do seu corpo: a largura da mama, a espessura dos tecidos e a elasticidade da pele, junto com o que você deseja. A partir delas, definimos o volume, a posição do implante e a técnica.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer saber quais medidas fazem sentido para você?

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Presença

    Cirurgia plástica · Avaliação e planejamento

    Presença: você escolhe ficar em casa ou a vergonha escolhe por você?

    Um convite para a praia e você já pensa no biquíni. Cinco roupas experimentadas antes da festa e, no fim, a desistência. Na foto de família, alguém na sua frente. Gostar de sossego não é problema. A questão é quando o desconforto com a aparência começa a decidir por você.

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    Você não precisa gostar de cada detalhe do seu corpo para participar da sua própria vida.

    01

    Ficar em casa ou evitar ser vista?

    Gostar de ficar em casa não é doença. O alerta é para quando você gostaria de participar, mas o desconforto com a aparência está atrapalhando:

    • Recusar um convite para a praia por causa do biquíni.
    • Experimentar várias roupas e desistir de ir à festa.
    • Procurar alguém para ficar na sua frente na foto de família.

    Vale a pergunta: estou escolhendo ficar em casa ou estou deixando a vergonha escolher por mim?

    02

    Não é futilidade

    Chamar todo incômodo com o corpo de futilidade não resolve. É só mais uma forma de não escutar uma mulher.

    Peito caindo, flacidez e mudanças depois da gravidez não diminuem o seu valor. E você pode querer mudar algo sem precisar se justificar para todo mundo.

    O seu incômodo merece ser ouvido com seriedade, sem julgamento e sem pressa para indicar uma cirurgia.

    03

    O que a cirurgia pode e não pode fazer

    A cirurgia plástica pode tratar alterações físicas. Ela não é tratamento para isolamento nem promessa de felicidade:

    Pode tratarAlterações físicas, como a flacidez, a queda das mamas ou as mudanças do abdômen depois da gravidez, quando há indicação.
    Não trataIsolamento, tristeza ou a forma como você se sente em todos os aspectos da vida.
    Não prometeFelicidade, aprovação dos outros ou o fim de toda insegurança.

    Se o sofrimento vai muito além da aparência, o cuidado também precisa ir além da cirurgia, com apoio de psicólogo ou psiquiatra.

    04

    Como funciona a avaliação

    Antes de discutir uma cirurgia, eu preciso entender o que você quer mudar e o que espera que essa mudança resolva na sua vida. A avaliação passa por estas etapas:

    ConversaO que te incomoda, desde quando, em quais situações e o que você espera da mudança.
    Histórico de saúdeDoenças, medicamentos, cirurgias anteriores, gestações e variações de peso.
    Exame físicoA região que incomoda e o conjunto do corpo: pele, gordura, estrutura e proporções.
    ExpectativaO que é possível, o que não é e o que faz sentido para o seu corpo.

    05

    O planejamento cirúrgico

    Quando a cirurgia é indicada, o planejamento define cada decisão antes do dia da operação:

    • A técnica e o que ela pode melhorar na sua queixa.
    • Onde ficam as cicatrizes e como elas costumam evoluir.
    • Os exames e a avaliação clínica antes da cirurgia.
    • Como é a recuperação, o tempo de afastamento e quem vai te ajudar nos primeiros dias.
    • Os riscos e o que é feito para reduzi-los.

    Ter tempo para decidir também faz parte do planejamento. Uma boa indicação não depende de pressa.

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre avaliação e planejamento

    Não. Peito caindo, flacidez e mudanças depois da gravidez são alterações físicas reais. Querer mudar algo não exige justificativa para os outros, mas pede uma avaliação séria.

    A cirurgia pode tratar alterações físicas. Ela não é tratamento para isolamento nem promessa de felicidade. Quando o sofrimento vai além da aparência, o cuidado precisa incluir outros profissionais.

    Quando o incômodo com a aparência ocupa boa parte do seu dia, afasta você de pessoas e lugares que importam ou não melhora com nada. Isso merece um cuidado próprio, antes de qualquer decisão sobre cirurgia.

    Uma conversa sobre o que te incomoda e o que você espera da mudança, o seu histórico de saúde, o exame físico e a explicação do que é possível, do que não é e do que faz sentido para o seu corpo.

    A técnica, as cicatrizes, os exames antes da cirurgia, a recuperação, os riscos e os cuidados para reduzi-los. Tudo isso é explicado antes de qualquer decisão.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, começamos ouvindo o que você quer mudar e o que espera que essa mudança resolva. Depois vêm o exame, a explicação do que é possível e, quando faz sentido, o planejamento de cada etapa, sem pressa para decidir.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer conversar sobre o que te incomoda, sem julgamento?

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Espelho

    Contorno corporal · Seus objetivos

    Espelho: você compra a roupa que gosta ou a que esconde a barriga?

    Você gosta do vestido, mas escolhe outro. Prefere uma blusa mais larga, evita um tecido porque marca. O tamanho da etiqueta não explica tudo o que te incomoda, e antes de decidir que precisa mudar absolutamente tudo, vale organizar o que você quer de verdade.

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    Uma dobra na roupa não faz um diagnóstico.

    O roteiro

    12 perguntas para organizar os seus objetivos antes da avaliação

    Responda com calma, de preferência na frente do espelho e com as roupas que você costuma evitar. As perguntas que você ainda não sabe responder são as que valem levar para a consulta.

    O que incomodaO que exatamente me incomoda: o volume, a pele sobrando ou o formato da cintura?
    Em que região do corpo isso aparece mais?
    Isso me incomoda sempre ou só com algumas roupas?
    As roupasQuais roupas eu gosto, mas deixo de usar?
    O que eu quero sentir ao vestir essas roupas?
    Eu uso roupa larga por gosto ou para esconder alguma coisa?
    O que preservarO que eu gosto no meu corpo e quero manter?
    Eu quero mudar algo específico ou sinto que preciso mudar tudo?
    Por que eu estou pensando nisso agora?
    Para levar à avaliaçãoO meu incômodo é volume, pele ou formato?
    Como a minha pele e a proporção do meu tronco entram no planejamento?
    Quais são os limites do meu corpo para a mudança que eu quero?

    01

    O número da etiqueta não explica tudo

    Muitas mulheres escolhem a roupa pelo que ela esconde, e não pelo que gostam. O vestido fica na loja, a blusa larga vira padrão e o tecido que marca sai da lista.

    O tamanho da etiqueta pode ser o mesmo de sempre e, ainda assim, alguma coisa incomodar. Por isso, antes de pensar em qualquer mudança, a primeira pergunta é: o que incomoda você exatamente?

    Gostar de roupa larga não significa estar insatisfeita. O ponto é quando você deixa de usar o que gosta por causa de um incômodo.

    02

    Volume, pele ou formato: questões diferentes

    Parece detalhe, mas cada incômodo aponta para uma causa diferente, e cada causa pede um caminho diferente:

    VolumeGordura localizada que aumenta uma região, como a barriga ou os flancos.
    Pele sobrandoFlacidez ou sobra de pele, comum depois de gestações ou de uma grande perda de peso.
    Formato da cinturaA relação entre a barriga, a cintura e o restante do tronco, que muda o contorno mesmo sem excesso de gordura.

    É o exame que separa o que é volume, o que é pele e o que é formato. Na roupa, os três podem parecer iguais.

    03

    O que você quer sentir ao se vestir

    Para propor uma mudança real, eu preciso entender o que você quer sentir ao vestir aquela roupa e o que você de fato deseja preservar:

    • A roupa que você gostaria de voltar a usar.
    • A região que mais incomoda e aquela que você não quer mexer.
    • Se o seu objetivo é um ajuste pontual ou uma mudança maior.

    Você pode desejar muito uma mudança específica sem querer transformar absolutamente tudo. Isso precisa ser respeitado.

    04

    Proporção, pele e limites do corpo

    O planejamento considera a relação entre a barriga, a cintura e o restante do tronco, a qualidade da pele e os limites do seu corpo:

    ProporçãoMudar uma região muda a leitura das outras. O plano olha o tronco como um conjunto.
    Qualidade da peleA elasticidade da pele influencia o que pode ser feito e como ela vai se acomodar depois.
    LimitesO que o seu corpo permite com segurança, e o que não faz sentido prometer.

    O objetivo é uma mudança que faça sentido para você, e não um corpo padrão.

    Perguntas frequentes

    Dúvidas antes da avaliação

    Comece pelo que incomoda exatamente: volume, pele sobrando ou formato da cintura. Depois, pense nas roupas que você deixa de usar, no que quer sentir ao vesti-las e no que quer preservar no seu corpo. O roteiro de perguntas deste post ajuda nessa organização.

    Não. Gostar de roupa larga pode ser só gosto. A questão é quando você deixa de usar o que gosta por causa de um incômodo com o corpo.

    Pode. Uma mudança específica é um objetivo legítimo, e o planejamento deve respeitar o que você quer mudar e o que quer preservar.

    Pelo exame físico. Gordura localizada, flacidez e alterações do formato podem parecer iguais na roupa, mas pedem caminhos diferentes. A avaliação faz essa separação.

    A proporção do tronco, a qualidade da pele, a sua saúde, o seu histórico e os limites do seu corpo. É esse conjunto que define o que faz sentido para você.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, partimos do que você quer sentir e do que quer preservar: avaliamos o que é volume, o que é pele e o que é formato, junto com a proporção do seu tronco e a qualidade da sua pele, para propor uma mudança que faça sentido para o seu corpo.

    Panthère Day

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    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
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  • Referencia

    Cirurgia plástica · Fotos de referência

    Referência: o corpo da foto pode nem existir fora dela

    Você vê a cintura, o peito, a barriga, salva a imagem e pensa: é isso que eu quero. Mas aquela foto também tem pose, luz, ângulo e, em alguns casos, edição. Antes de transformar uma imagem de um segundo na meta de uma decisão permanente, vale saber o que perguntar sobre ela.

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    Uma referência ajuda a conversar. Ela não permite prometer uma cópia.

    As perguntas

    12 perguntas para escolher e discutir suas fotos de referência

    Abra uma foto que você salvou e passe por estas perguntas. As que você ainda não sabe responder são as que valem levar para a consulta, junto com a foto.

    A fotoEssa foto tem pose, luz ou ângulo que mudam o que eu estou vendo?
    Ela pode ter filtro ou edição?
    Eu já vi esse corpo em outros ângulos, ou só nessa pose?
    O corpo da foto e o meuEssa pessoa tem altura, estrutura e proporções parecidas com as minhas?
    A pele e a quantidade de gordura dela se parecem com as minhas?
    O que no meu corpo eu faço questão de preservar?
    O que eu queroQual detalhe exatamente me atrai nessa foto?
    O que eu busco é volume ou proporção?
    Esse desejo é recente ou eu penso nisso há muito tempo?
    Para discutir na consultaEsse detalhe faz sentido para a minha anatomia?
    Se essa região mudar, como ela vai se relacionar com o resto do meu corpo?
    O que dessa foto é possível para o meu corpo, e o que não é?

    01

    Uma foto também tem pose, luz e ângulo

    Quando você salva a foto de um corpo, salva também tudo o que aconteceu naquele segundo: a pose escolhida, a luz, a distância e o ângulo da câmera, a respiração presa, a roupa e, em alguns casos, a edição.

    PoseGirar o quadril, contrair o abdômen ou arquear as costas muda a cintura, a barriga e o bumbum na foto.
    LuzA luz de lado cria sombras que desenham contornos que, de frente e em luz comum, não aparecem.
    ÂnguloA altura e a distância da câmera alongam ou encurtam partes do corpo.
    EdiçãoFiltros e aplicativos afinam a cintura, alisam a pele e mudam proporções em segundos.

    Por isso, o corpo que você está tentando ter pode nem existir fora daquela foto.

    02

    O corpo de outra mulher

    Mesmo sem nenhuma edição, a foto mostra o corpo de outra mulher: outra altura, outra estrutura, outra pele, outra distribuição de gordura e outra história.

    Agora imagine usar essa imagem para planejar o seu corpo. O mesmo detalhe que funciona em uma anatomia pode ficar desproporcional em outra.

    Uma cirurgia é uma decisão permanente. Não faz sentido tomá-la para copiar uma imagem de um segundo.

    03

    O que uma referência ajuda a mostrar

    Isso não quer dizer que as fotos salvas não servem. Uma referência ajuda a conversar: mostra o que te atrai de um jeito que, às vezes, as palavras não mostram.

    Quando você me mostra uma referência, eu preciso entender:

    • Qual detalhe você deseja: a cintura, o volume do peito, o contorno da barriga.
    • Se o que você busca é volume ou proporção.
    • O que você faz questão de preservar no seu corpo.
    • Como as regiões do seu corpo se relacionam, porque mudar uma muda a leitura das outras.

    A pergunta não é como ficar igual à foto. É o que, daquela foto, faz sentido para o seu corpo.

    04

    Um plano feito para a sua anatomia

    A cirurgia precisa ser planejada para o seu corpo, com as possibilidades, os limites e tudo muito bem explicado:

    PossibilidadesO que pode mudar no seu corpo e com qual técnica.
    LimitesO que a sua pele, a sua estrutura e a sua musculatura permitem, e o que não dá para reproduzir.
    ProporçãoComo a mudança planejada conversa com o resto do seu corpo.
    Cicatrizes e recuperaçãoOnde ficam as cicatrizes, como é o pós-operatório e quais são os riscos.

    Você precisa sair da consulta entendendo o que faz sentido para o seu corpo, e não com a promessa de ficar igual a alguém.

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre fotos de referência

    Pode, e ajuda. A foto mostra o que te atrai de um jeito que nem sempre as palavras mostram. Na consulta, ela serve para entender o detalhe que você deseja, e não como um molde a ser copiado.

    Não é possível prometer uma cópia. O corpo da foto tem outra anatomia, e a imagem pode ter pose, luz, ângulo e edição. O planejamento parte do seu corpo, com as possibilidades e os limites explicados.

    Algumas fotos ajudam mais do que uma só, principalmente se mostram o mesmo detalhe em corpos e ângulos diferentes. O mais importante é saber dizer o que te atrai em cada uma.

    Vale. Mostrar o que você não quer, como um volume que considera exagerado, deixa mais claro o limite que você tem em mente.

    Nem sempre dá para saber. Linhas tortas no fundo, pele sem nenhuma textura e proporções que mudam de uma foto para outra da mesma pessoa podem ser sinais. Por isso, a foto entra na conversa como referência, e não como meta.

    A avaliação explica o que é possível, o que não é e por quê. Às vezes, a proporção que você busca pede um caminho diferente do que a foto sugere. Em outros casos, a melhor indicação é não operar.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, as suas fotos de referência entram na conversa: avaliamos o que te atrai em cada uma, o que você quer preservar e o que a sua anatomia permite, para que você saia entendendo o que faz sentido para o seu corpo.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer entender o que faz sentido para o seu corpo?

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  • Estrutura

    Abdômen · Depois da gravidez

    Estrutura: o peso voltou, mas a barriga não

    A balança voltou ao número de antes, mas a barriga continua projetada e a cintura parece diferente. Antes de concluir que faltou dieta ou abdominal, vale entender o que a gravidez mudou na estrutura da sua barriga.

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    Quando a barriga não volta junto com o peso, nem sempre faltou dieta ou abdominal.

    01

    O peso volta, a estrutura nem sempre

    Na gestação, a barriga cresce durante meses para acomodar o bebê, e essa mudança não acontece só na gordura. A pele estica, os músculos se afastam e a parede abdominal inteira se adapta.

    Por isso, depois do parto, a balança pode voltar ao número de antes enquanto a barriga continua projetada. O peso mostra quantos quilos você tem, mas não mostra como ficaram a pele, os músculos e a parede abdominal.

    Se a barriga não voltou com o peso, isso não quer dizer que você falhou. Pode ser uma mudança de estrutura, e ela precisa ser avaliada, não compensada com mais restrição e mais abdominal.

    02

    O que é a diástase

    Durante a gravidez, os músculos retos do abdômen, que ficam um de cada lado do umbigo, podem se afastar. Com isso, a faixa de tecido entre eles, chamada linha alba, fica mais larga e mais fina. Esse afastamento é a diástase.

    Ela é comum e pode melhorar depois do parto. Um estudo norueguês acompanhou 300 mulheres na primeira gestação:

    33,1%já tinham diástase na 21ª semana de gestação.
    60%tinham diástase seis semanas depois do parto.
    45,4%ainda tinham aos seis meses.
    32,6%ainda tinham um ano depois do parto.

    Em muitas mulheres, o afastamento diminui nos primeiros meses. Quando ele persiste, precisa de avaliação.

    No estudo, a diástase foi definida como um afastamento de dois dedos ou mais, medido acima, na altura ou abaixo do umbigo. Fonte: Sperstad JB, et al. Diastasis recti abdominis during pregnancy and 12 months after childbirth: prevalence, risk factors and report of lumbopelvic pain. British Journal of Sports Medicine, 2016.

    03

    Nem toda barriga projetada é diástase

    A diástase é só uma das mudanças possíveis. Depois da gravidez, outras alterações também deixam a barriga projetada, sozinhas ou ao mesmo tempo:

    PelePode ficar com flacidez, estrias e sobra, principalmente abaixo do umbigo.
    Gordura abaixo da peleA que você consegue pinçar com os dedos e que pode se concentrar em algumas regiões.
    Gordura dentro do abdômenA gordura visceral, que fica ao redor dos órgãos e também empurra a barriga para frente.
    Hérnia umbilicalUm ponto de fraqueza na parede, perto do umbigo, que pode aparecer junto com a diástase.
    Cicatriz da cesáreaEm algumas mulheres, forma-se uma dobra de pele e gordura logo acima da cicatriz.

    Por isso, duas mulheres com a barriga parecida podem precisar de cuidados completamente diferentes.

    04

    O que a avaliação precisa olhar

    Escolher um procedimento só pela foto, pelo tamanho da barriga ou pelo peso cria expectativa errada. A indicação precisa considerar cada parte da estrutura:

    • A pele: quanto de flacidez e de sobra existe, e em que região.
    • A gordura: quanto está abaixo da pele e quanto está dentro do abdômen.
    • A parede abdominal: a largura e a extensão do afastamento entre os músculos e se existe hérnia, no exame físico e, quando indicado, no ultrassom.
    • Os sintomas: desconforto, sensação de fraqueza no centro da barriga, dor nas costas ou dificuldade para fazer força.
    • O momento: o tempo desde o parto, a amamentação, a estabilidade do peso e os planos de uma nova gestação.

    Se você pensa em ter outro filho, isso entra na decisão: uma nova gestação pode afastar outra vez os músculos.

    05

    Fisioterapia, acompanhamento ou cirurgia

    Depois da avaliação, o caminho depende do que foi encontrado. A cirurgia não é uma conclusão nem uma indicação obrigatória.

    FisioterapiaPode fazer parte do cuidado, com exercícios orientados para o abdômen e o assoalho pélvico, para fortalecer, dar estabilidade e reduzir sintomas.
    AcompanhamentoNos primeiros meses depois do parto, o afastamento pode diminuir. Em alguns casos, faz sentido acompanhar antes de decidir.
    Cuidado clínicoQuando o volume vem da gordura dentro do abdômen, o caminho passa por alimentação, atividade física e acompanhamento médico. Nenhuma cirurgia de contorno chega até ela.
    CirurgiaQuando o afastamento persiste e vem com sintomas ou sobra de pele, pode ser indicada a aproximação dos músculos, com ou sem retirada de pele, e o reparo da hérnia, se houver.

    A cinta pode disfarçar o volume enquanto está em uso, mas não aproxima os músculos. E mais abdominal por conta própria não substitui a avaliação.

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre a barriga depois da gravidez

    Pode ser diástase, flacidez e sobra de pele, gordura localizada, gordura dentro do abdômen, hérnia ou uma combinação delas. O peso não mostra essas mudanças, e é a avaliação que diferencia uma da outra.

    Em muitas mulheres, o afastamento diminui nos primeiros meses. Em um estudo com 300 mulheres, a diástase estava presente em 60% delas seis semanas depois do parto e em 32,6% um ano depois. Quando ela persiste, precisa de avaliação.

    Não. A cirurgia não é uma indicação obrigatória. A decisão depende da pele, da gordura, da parede abdominal, dos sintomas e do momento da sua vida.

    A fisioterapia pode fortalecer o abdômen, melhorar a estabilidade e reduzir sintomas, e faz parte do cuidado de muitas mulheres. Quando o afastamento é grande e persistente, ela pode não ser suficiente para aproximar os músculos.

    Algumas mulheres com diástase sentem dor nas costas, mas essa dor tem muitas causas. No mesmo estudo, mulheres com e sem diástase relataram a mesma quantidade de dor na região lombar e da pelve um ano depois do parto. Por isso, cada sintoma é avaliado antes de ser atribuído à diástase.

    A avaliação pode ser feita quando a mudança na barriga incomoda. Já a decisão sobre uma cirurgia leva em conta o tempo desde o parto, o fim da amamentação, a estabilidade do peso e os planos de uma nova gestação.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, avaliamos a pele, a gordura, a parede abdominal e os seus sintomas, junto com o tempo desde o parto e os seus planos, para entender o que mudou na sua barriga e qual cuidado faz sentido para você, com ou sem cirurgia.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer entender o que mudou na sua barriga?

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Leveza

    Redução de mama · Depois dos 65

    Leveza: depois dos 65, a idade sozinha não decide a redução de mama

    O sutiã marca os ombros, o peso atrapalha as atividades e escolher uma roupa virou uma negociação com o tamanho do peito. E ainda aparece alguém dizendo: nessa idade, para quê? Envelhecer não torna o seu incômodo menos importante.

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    A data de nascimento entra na avaliação, mas não deve fazer a avaliação sozinha.

    01

    Um incômodo que não tem idade

    O peso das mamas cobra um preço diário, e muitas mulheres convivem com ele há décadas:

    • Marcas da alça do sutiã nos ombros.
    • Desconforto no pescoço, nas costas e nos ombros.
    • Dificuldade para caminhar, se exercitar ou fazer as atividades do dia a dia.
    • Roupas escolhidas pelo tamanho do peito, e não pelo gosto.

    Envelhecer não torna esse incômodo menos importante. A pergunta não é se você ainda pode querer leveza. É se a cirurgia é segura para você.

    02

    O que os estudos mostram

    Pesquisas que acompanharam mulheres mais velhas operadas de redução de mama encontraram que a idade, sozinha, não aparece como fator independente de complicações. Em uma análise de 985 pacientes publicada em 2026, as diferenças observadas nas mais velhas foram atribuídas a condições como diabetes e tabagismo, e não à idade em si.

    Mas atenção: eram mulheres selecionadas para operar. Isso não significa que qualquer pessoa dessa idade possa fazer a cirurgia.

    Uma análise maior, com 9.110 cirurgias da base americana NSQIP, encontrou mais complicações acima dos 60 anos: 11,65% contra 8,89%, com mais eventos como AVC, infarto e readmissão. Tabagismo e diabetes pesaram de forma independente, em qualquer idade.

    Fontes: Kong BH, et al. The Impact of Age on Outcomes Following Reduction Mammaplasty. Annals of Plastic Surgery, 2026. National Surgical Quality Improvement Program Analysis of 9110 Reduction Mammaplasty Patients. Annals of Plastic Surgery, 2019.

    03

    Os pontos avaliados antes de uma redução de mama

    Antes de indicar a cirurgia, cada um destes pontos é avaliado:

    Saúde geralPressão, coração, diabetes e outras condições crônicas, com os exames e a liberação clínica indicados.
    MedicamentosAnticoagulantes, antiagregantes e outros remédios de uso contínuo, que podem precisar de ajuste antes da cirurgia.
    Exames das mamasMamografia e demais exames de rastreamento em dia antes de operar.
    TabagismoFumar aumenta o risco de problemas de cicatrização e de infecção.
    Risco de tromboseAvaliado junto com a idade, o histórico e o tamanho da cirurgia.
    Mobilidade e limitaçõesO que você faz sozinha no dia a dia e o que precisa de ajuda.
    Rede de apoioQuem vai estar com você nos primeiros dias da recuperação.
    ExpectativaA proporção das mamas, a posição das cicatrizes e o resultado possível para o seu corpo.

    04

    A idade entra na conta, mas não decide sozinha

    Por isso, antes de indicar a cirurgia, eu preciso entender a sua saúde, as suas limitações e quem vai poder ajudar na recuperação.

    Em alguns casos, a avaliação mostra que é melhor tratar uma condição clínica antes, ajustar o plano ou não operar. Em outros, mostra que a redução de mama pode ser indicada com segurança.

    O que não faz sentido é descartar a cirurgia só pela data de nascimento, nem indicá-la sem olhar para o conjunto.

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre redução de mama e leveza

    Não existe uma idade que, sozinha, impeça a cirurgia. A decisão depende da sua saúde, das suas limitações, dos exames e das condições para a recuperação.

    Em pacientes selecionadas, estudos não encontraram a idade como fator independente de complicações. Análises maiores mostram mais complicações acima dos 60 anos, muitas ligadas a condições como diabetes e tabagismo. Por isso a avaliação é individual.

    Exames de sangue, avaliação clínica e cardiológica quando indicada, e os exames das mamas em dia, como a mamografia. A lista final depende da sua saúde e do seu histórico.

    Nos primeiros dias, sim. Ter alguém por perto para ajudar nas tarefas da casa e nos cuidados faz parte do planejamento seguro e é avaliado antes de marcar a cirurgia.

    A cicatriz depende da técnica, que é definida pelo volume a retirar e pelo grau de queda da mama. O desenho é planejado na avaliação, junto com a proporção que faz sentido para o seu corpo.

    A consulta

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    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, a sua idade entra na avaliação junto com a sua saúde, os seus exames, os seus remédios e a sua rede de apoio. É esse conjunto que define se a redução de mama é indicada e como ela deve ser planejada.

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    Quer saber se a redução de mama é indicada para você?

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  • Exame

    Exame · Guia completo

    Exame: os testes que protegem a sua cirurgia

    Alguns exames mostram se o corpo está pronto para operar. Outros acompanham a prótese ao longo dos anos. Aqui está tudo reunido para você ir direto ao assunto que te trouxe até aqui.

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    Escolha o assunto do vídeo que você assistiu

    Ausência de sintomas não significa que está tudo bem.

    01

    Exame para prótese de silicone: quando e por quê

    Uma coisa é o exame que avalia a mama. Outra é o exame que avalia a integridade da prótese. São estruturas diferentes, com objetivos diferentes.

    Parte das rupturas de prótese é silenciosa: sem dor, sem mudança importante no formato e sem alteração ao toque. Não sentir nada não garante que o implante esteja íntegro.

    Ultrassom e ressonânciaPodem ser usados para avaliar a integridade do implante. O mais adequado depende do contexto clínico.
    MamografiaContinua necessária quando há indicação de rastreamento do câncer de mama. Informe ao serviço que você tem prótese.
    TrocaFazer exame não significa trocar a prótese. Não existe troca automática aos 10 anos.
    Ver os outros assuntos

    02

    Homocisteína: o teste simples que pode acender um alerta de trombose

    A homocisteína é um aminoácido produzido pelo próprio organismo. Medida em um exame de sangue simples, ela pode estar elevada sem causar nenhum sintoma.

    Quando elevada, ela soma 3 pontos no escore de Caprini, uma das ferramentas usadas para avaliar o risco de trombose antes da cirurgia, sempre junto com idade, histórico e tamanho da cirurgia.

    Baixar o número só com vitamina não demonstrou prevenir infarto nem trombose. O caminho é investigar a causa, como deficiência de vitamina B12 ou de folato e alterações nos rins.

    No meu protocolo, acima de 10 µmol/L, eu não sigo direto para a cirurgia: primeiro investigo e avalio. É um critério meu, mais conservador, e os valores de referência variam entre laboratórios.

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    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre exame

    Sim. Parte das rupturas é silenciosa, por isso o acompanhamento com exames de imagem deve ser discutido com o seu médico.

    Ultrassonografia e ressonância magnética podem ser usadas na avaliação da integridade do implante. O exame mais adequado depende do contexto clínico e da orientação médica.

    Não existe regra automática de troca aos 10 anos. A decisão considera avaliação clínica, exames, sintomas e as condições da mama e do implante.

    É um exame de sangue simples que mede a homocisteína, um aminoácido produzido pelo próprio organismo. Quando elevada, ela entra na avaliação do risco de trombose antes da cirurgia.

    Não necessariamente. Ela indica que é preciso investigar a causa e avaliar antes de decidir. A conduta depende do restante da avaliação e do tamanho da cirurgia.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, os exames são lidos junto com o seu histórico. Para quem vai operar, a avaliação de risco vai além do básico. Para quem já tem prótese, o acompanhamento define a conduta certa.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

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    Quer uma avaliação que olha além do básico?

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  • Segurança

    Segurança · Cirurgia plástica

    Segurança: o que precisa existir antes, durante e depois da sua cirurgia

    Segurança em cirurgia plástica não está no preço, nem na promessa de fazer tudo de uma vez. Está no preparo do seu corpo, no planejamento da cirurgia, na estrutura onde ela acontece e no acompanhamento da recuperação.

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    O que separa um susto de uma tragédia é a capacidade de reconhecer e tratar o problema imediatamente.

    O checklist

    12 perguntas para fazer antes de escolher a sua cirurgia

    Leve estas perguntas para a consulta. Se você ainda não sabe a resposta de alguma delas, é ela que precisa ser esclarecida antes de marcar a cirurgia.

    Antes da cirurgiaQuais exames vou fazer antes, e o que acontece se algum vier alterado?
    Como será avaliado o meu risco de trombose?
    O que eu preciso suspender antes: álcool, suplementos, medicamentos?
    O planoPor que essa técnica foi escolhida para o meu caso, e quais seriam as alternativas?
    Quanto tempo de cirurgia está previsto, somando todos os procedimentos?
    Faz sentido dividir o meu plano em etapas?
    A estruturaOnde a cirurgia será feita e qual estrutura existe se algo fugir do planejado?
    Quem faz a anestesia e que tipo de anestesia será usado?
    Quem me atende se acontecer algo de madrugada?
    A recuperaçãoComo será a prevenção de trombose depois da cirurgia?
    Quais sinais exigem que eu procure a equipe imediatamente?
    Como será o acompanhamento até a alta?

    01

    Antes de escolher: sinais de alerta

    Com as redes sociais, procedimentos invasivos passaram a ser divulgados como se fossem simples, rápidos e livres de risco. Nenhum vídeo, curso rápido ou treinamento superficial substitui formação médica completa.

    Antes de escolher, verifique formação, experiência, registro no conselho e estrutura de atendimento. Resultado publicado em rede social não deve ser o único critério. Desconfie quando aparecer:

    Preço muito abaixoSegurança custa estrutura, equipe e tempo. Quando o preço não fecha a conta, alguma coisa ficou de fora.
    Sem avaliação completaIndicação feita sem exame físico, sem exames e sem conversa sobre o seu histórico.
    Garantia de resultadoNenhum procedimento cirúrgico é isento de risco, e resultado não pode ser garantido.
    Procedimento vendido como simplesCirurgia apresentada como rápida, leve e sem risco.
    Pressa para decidirCondição que vence hoje e pressão para fechar na hora.
    Sem plano para o pósNinguém explica quem acompanha a recuperação e como falar com a equipe.
    Ver os outros assuntos

    02

    Antes: preparar o corpo

    A segurança começa semanas antes do centro cirúrgico. Antes de marcar a data, quatro pontos precisam estar resolvidos:

    Exames completosHemoglobina, ferritina, glicose e os demais exames indicados para o seu caso, avaliados antes de marcar a cirurgia.
    Risco de tromboseCalculado com ferramentas como o escore de Caprini, considerando idade, histórico, exames e o tamanho da cirurgia.
    O que você consomeÁlcool, bebidas açucaradas, medicamentos e suplementos vendidos como naturais, como as cápsulas de alho, entram na conversa.
    Tratar antes de operarSe algo estiver fora do lugar, a cirurgia espera: primeiro investigamos e tratamos.

    Preparar o corpo vale mais do que comprar uma lista de cremes e pomadas para cicatrizar melhor.

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    03

    O plano: o tempo de cirurgia entra na conta

    Mama, barriga, costas, braço, glúteo, tudo no mesmo dia. A cirurgia X-tudo costuma ser vendida como praticidade, mas pode transformar a operação numa maratona.

    Eu não faria uma combinação que transformasse a operação numa maratona de mais de 6 horas. Quanto mais o tempo cirúrgico aumenta, maior pode ser a exposição a sangramento, trombose, infecção e outras complicações.

    Um estudo com 25.478 abdominoplastias encontrou complicações importantes em 3,1% das cirurgias isoladas. Combinada com contorno corporal e lipoaspiração, a taxa chegou a 10,4%.

    Fonte: Winocour J, et al. Abdominoplasty: risk factors, complication rates, and safety of combined procedures. Plastic and Reconstructive Surgery, 2015.

    Quando o plano é extenso, dividir em etapas pode ser a escolha mais prudente. Excelência também é saber quando fazer e quando parar.

    Ver os outros assuntos

    04

    A técnica: escolhida para o seu caso

    Nenhuma técnica deveria ser escolhida no automático, nem pelo que parece mais simples ou mais barato.

    • Lipoaspiração completa e bem planejada, realizada num ambiente com toda a estrutura necessária.
    • Plano da prótese escolhido pela espessura dos tecidos, pelo tórax e pelo seu objetivo.
    • Sangramento planejado antes da cirurgia, com recursos adicionais em casos selecionados.

    Menos estrutura não significa automaticamente mais segurança.

    Ver os outros assuntos

    05

    A estrutura: quando algo foge do planejado

    Uma cirurgia tecnicamente perfeita pode apresentar uma intercorrência. O que faz diferença é o que existe para agir na hora, sem que ninguém precise esperar o dia seguinte.

    Equipe disponívelCirurgião e equipe acessíveis a qualquer hora nos primeiros dias, não uma central de recados.
    Estrutura hospitalarUTI, banco de sangue e possibilidade de reoperar sem demora, se for preciso.
    ProtocolosPrevenção de trombose, controle de sangramento e critérios claros diante de um sinal de alerta.
    Tempo por pacienteAgenda que permita acompanhar cada paciente de perto, em vez de ser refém do volume.
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    06

    Depois: a recuperação também é segurança

    Repouso absoluto não é sinônimo de pós-operatório seguro. Ficar parada por muito tempo deixa o sangue mais lento nas pernas e pode favorecer a formação de coágulos. A prevenção combina várias camadas, definidas caso a caso:

    • Avaliação individual de risco antes da cirurgia.
    • Compressão pneumática e meias de compressão.
    • Anticoagulação, quando indicada.
    • Hidratação adequada e caminhadas orientadas pela equipe.

    Sinais que exigem procurar a equipe imediatamente:

    Falta de ar repentinaMesmo que pareça ansiedade ou aperto da cinta.
    Dor no peitoEspecialmente se vier junto com a falta de ar.
    Coração aceleradoSem esforço que justifique.
    DesmaioOu sensação de que vai desmaiar.
    Inchaço em uma perna sóPerna pesada, inchada ou dolorida de um lado apenas.

    Não espere melhorar sozinho e não coloque automaticamente a culpa na cinta.

    Ver os outros assuntos

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre segurança em cirurgia plástica

    O conjunto: preparo do corpo, planejamento do tempo cirúrgico, técnica indicada para o seu caso, estrutura para agir se algo fugir do planejado e acompanhamento na recuperação. Nenhum item isolado garante segurança.

    Algumas combinações são possíveis em pacientes selecionadas, mas o tempo total de cirurgia pesa. Eu não faria uma combinação que transformasse a operação numa maratona de mais de 6 horas. Quando o plano é extenso, dividir em etapas costuma ser mais prudente.

    Depende do procedimento e da sua saúde. Hemoglobina, ferritina e glicose costumam estar entre eles, junto com a avaliação do risco de trombose. Exames alterados são investigados e tratados antes de operar.

    Não. Repouso absoluto não é sinônimo de pós-operatório seguro: ficar parada por muito tempo favorece a formação de coágulos. Caminhadas orientadas pela equipe fazem parte da prevenção.

    Falta de ar repentina, dor no peito, coração acelerado sem esforço, desmaio e inchaço ou dor em uma perna só. Não espere melhorar sozinho.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

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    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

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    Segurança se planeja antes da primeira incisão.

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  • Contorno

    Contorno corporal · Lipoaspiração

    Contorno: o risco da lipoaspiração que quase ninguém pergunta

    Não é infecção, nem trombose, nem perfuração. É perder muito sangue e terminar a cirurgia com uma anemia importante, mesmo sendo uma pessoa saudável. Três cuidados protegem a sua recuperação.

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    Uma cirurgia bonita começa antes da primeira incisão.

    01

    Não é infecção. É perder sangue demais.

    Existe um risco na lipoaspiração que muita mulher nem pergunta na consulta: perder muito sangue e terminar a cirurgia com uma anemia importante e complicações associadas.

    A anemia importante pode trazer:

    FraquezaUm cansaço desproporcional, que atrasa a volta à rotina.
    Falta de arCom menos hemácias, o sangue transporta menos oxigênio.
    Sobrecarga do coraçãoO coração passa a trabalhar mais para compensar.
    TransfusãoEm alguns casos, a reposição de sangue passa a ser necessária.

    Por isso, o cuidado com o sangue tem três momentos: antes, durante e depois da cirurgia.

    02

    Antes: não começar com o sangue no limite

    No meu programa de acompanhamento, não realizo lipoaspiração com hemoglobina abaixo de 13 g/dL. Esse cuidado tem apoio em um consenso internacional sobre anemia e cirurgia, que recomenda hemoglobina de pelo menos 13 g/dL, para mulheres e homens, antes de cirurgias com perda de sangue moderada a alta.

    Mas não basta olhar a hemoglobina. A ferritina ajuda a identificar as suas reservas de ferro. Você pode ter hemoglobina aparentemente normal e reservas baixas.

    Quando existe deficiência, investigamos a causa e tratamos antes de operar. O sulfato ferroso pode ser uma opção. Em outros casos, o ferro intravenoso é mais indicado. Isso depende dos exames, da tolerância e do tempo disponível para o preparo.

    Fonte: Muñoz M, et al. International consensus statement on the peri-operative management of anaemia and iron deficiency. Anaesthesia, 2017;72(2):233-247.

    03

    Durante: planejar quanto o seu corpo pode perder

    Quanto maior e mais extensa a lipoaspiração, maior a preocupação com o sangramento.

    Não existe uma regra universal de um ponto de hemoglobina por litro aspirado. A queda varia com a técnica, os líquidos administrados e as características de cada paciente.

    É por isso que o volume e as áreas tratadas entram no planejamento junto com os seus exames, e não depois deles.

    04

    Recursos adequados e acompanhamento depois

    Vaser e outras tecnologiasPodem fazer parte da estratégia, mas não eliminam 100% do sangramento.
    Recuperação de sangueEm casos selecionados, sistemas como o Cell Saver recuperam, processam e devolvem as hemácias da própria paciente.
    Depois da cirurgiaO acompanhamento continua, com avaliação clínica e exames quando indicados.

    A definição que aparece no resultado começa no planejamento, incluindo o cuidado com o sangue.

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre contorno e sangramento na lipo

    No meu programa de acompanhamento, não realizo lipoaspiração com hemoglobina abaixo de 13 g/dL, valor recomendado por um consenso internacional para cirurgias com perda de sangue moderada a alta. Cada caso é avaliado com exames antes da cirurgia.

    Porque a ferritina mostra as suas reservas de ferro. É possível ter hemoglobina aparentemente normal e reservas baixas. Quando existe deficiência, a causa é investigada e tratada antes de operar.

    Pode, principalmente nas lipoaspirações maiores e mais extensas. A anemia importante pode causar fraqueza, falta de ar, sobrecarga do coração e, em alguns casos, necessidade de transfusão. Por isso o sangramento é planejado antes da cirurgia.

    O Vaser e outras tecnologias podem fazer parte da estratégia, mas não eliminam 100% do sangramento. A segurança depende do conjunto: preparo, planejamento, técnica e acompanhamento.

    É um sistema de recuperação de sangue que permite recuperar, processar e devolver as hemácias da própria paciente durante a cirurgia. É usado em casos selecionados.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, o preparo do sangue faz parte do planejamento: pedimos os exames, avaliamos hemoglobina e ferritina e, se for preciso, tratamos antes de marcar a cirurgia.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer planejar o seu contorno com segurança desde o preparo?

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