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  • Mama

    Mama · Guia completo

    Mama: o que você precisa saber antes de operar

    Mama caída, silicone, recuperação rápida: cada vídeo responde a uma dúvida diferente. Aqui está tudo reunido em uma página, para você ir direto ao assunto que te trouxe até aqui.

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    O melhor resultado não segue um padrão. Respeita o corpo de cada paciente.

    01

    Mama caída: como funciona a mastopexia

    A queda da mama, chamada de ptose mamária, acontece quando a pele e os tecidos que sustentam os seios perdem firmeza. Com o tempo, a aréola pode ficar abaixo do sulco da mama, o colo perde definição e a mama fica mais alongada.

    • Gravidez e amamentação.
    • Grandes oscilações de peso.
    • Envelhecimento natural e predisposição genética.
    • Perda de elasticidade da pele e o próprio peso da mama.

    A cirurgia que corrige essa queda é a mastopexia. Ela retira o excesso de pele, reposiciona a aréola e remodela os tecidos internos para construir uma mama mais elevada e proporcional ao corpo.

    Levantar os seios exige muito mais do que colocar uma prótese de silicone. Nem toda mulher precisa de implante: a indicação depende do volume, da pele e do objetivo de cada paciente.

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    02

    As 3 decisões que protegem a aréola

    Na mastopexia, a aréola e o mamilo sobem para uma nova posição, ligados a uma porção de tecido que leva sangue até eles. Se essa circulação falha, parte do tecido pode sofrer necrose. É uma complicação rara em pacientes bem avaliadas, mas o risco depende de decisões tomadas antes da cirurgia.

    O peso na cirurgiaA obesidade está associada a problemas de cicatrização e a maior risco de necrose. Em alguns casos, adequar o peso antes de operar faz parte do planejamento.
    O tamanho do implanteMama que precisa diminuir não deve ser obrigada a aumentar. Um implante pesado puxa para baixo o que a cirurgia quer sustentar para cima.
    A técnica escolhidaDefinida pela distância que a aréola precisa subir. Cicatriz menor, sozinha, não garante segurança.
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    03

    Recuperação em 24 horas: dor não é medalha

    Muitas mulheres acreditam que todo aumento de mama exige semanas de dor, braços colados ao corpo e ajuda para tomar banho e trocar de roupa. Para pacientes selecionadas, não precisa ser assim.

    Em 2002, o cirurgião americano John Tebbetts publicou um trabalho com 627 pacientes: 96% retomaram as atividades habituais em até 24 horas, como levantar os braços, pegar objetos de peso normal e dirigir.

    Tolerância zero com sangramentoControle de qualquer sangramento, por menor que seja, durante toda a cirurgia.
    Nada de descolamento às cegasTodo o espaço da prótese criado sob visão direta.
    Respeito às costelasEvitar agressões desnecessárias ao periósteo e aos tecidos ao redor da prótese.

    Funciona melhor em mulheres saudáveis que desejam apenas aumentar os seios, sem flacidez que exija mastopexia, com prótese proporcional ao tórax e ao que a pele consegue sustentar.

    Recuperação em 24 horas não significa cicatrização completa. Significa movimentar os braços e retomar atividades leves mais cedo.

    Fonte: Tebbetts JB. Achieving a predictable 24-hour return to normal activities after breast augmentation: Part II. Plastic and Reconstructive Surgery, 2002;109(1):293-305.

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    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre mama

    Não. A mastopexia retira o excesso de pele, reposiciona a aréola e remodela os tecidos. O implante entra quando há indicação de volume e quando a pele e o tecido suportam o peso com segurança.

    É o sofrimento do tecido da aréola e do mamilo quando a circulação que chega até eles falha. É rara em pacientes bem avaliadas, e o risco diminui com peso adequado, implante proporcional e a técnica certa para a mama.

    É um protocolo de aumento de mama com silicone, descrito por John Tebbetts, que reduz sangramento, trauma e inflamação para que a paciente movimente os braços e retome atividades leves mais cedo.

    Mulheres saudáveis que desejam apenas aumentar os seios, sem flacidez que exija mastopexia, com prótese proporcional ao tórax e ao que a pele consegue sustentar.

    Pela avaliação: qualidade da pele, posição da aréola, volume, grau de queda e objetivo. É ela que define se o caminho é mastopexia, prótese ou a combinação dos dois.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, avaliamos a sua mama por inteiro: pele, volume, posição da aréola e o seu objetivo. É essa avaliação que define se o caminho é mastopexia, prótese, a combinação dos dois ou o protocolo de recuperação rápida.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Qual é o caminho certo para a sua mama?

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

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    Mama · Guia completo

    Mama: o que você precisa saber antes de operar

    Mama caída, silicone, recuperação rápida: cada vídeo responde a uma dúvida diferente. Aqui está tudo reunido em uma página, para você ir direto ao assunto que te trouxe até aqui.

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    01

    Mama caída: como funciona a mastopexia

    A queda da mama, chamada de ptose mamária, acontece quando a pele e os tecidos que sustentam os seios perdem firmeza. Com o tempo, a aréola pode ficar abaixo do sulco da mama, o colo perde definição e a mama fica mais alongada.

    • Gravidez e amamentação.
    • Grandes oscilações de peso.
    • Envelhecimento natural e predisposição genética.
    • Perda de elasticidade da pele e o próprio peso da mama.

    A cirurgia que corrige essa queda é a mastopexia. Ela retira o excesso de pele, reposiciona a aréola e remodela os tecidos internos para construir uma mama mais elevada e proporcional ao corpo.

    Levantar os seios exige muito mais do que colocar uma prótese de silicone. Nem toda mulher precisa de implante: a indicação depende do volume, da pele e do objetivo de cada paciente.

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    02

    As 3 decisões que protegem a aréola

    Na mastopexia, a aréola e o mamilo sobem para uma nova posição, ligados a uma porção de tecido que leva sangue até eles. Se essa circulação falha, parte do tecido pode sofrer necrose. É uma complicação rara em pacientes bem avaliadas, mas o risco depende de decisões tomadas antes da cirurgia.

    O peso na cirurgiaA obesidade está associada a problemas de cicatrização e a maior risco de necrose. Em alguns casos, adequar o peso antes de operar faz parte do planejamento.
    O tamanho do implanteMama que precisa diminuir não deve ser obrigada a aumentar. Um implante pesado puxa para baixo o que a cirurgia quer sustentar para cima.
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    03

    Recuperação em 24 horas: dor não é medalha

    Muitas mulheres acreditam que todo aumento de mama exige semanas de dor, braços colados ao corpo e ajuda para tomar banho e trocar de roupa. Para pacientes selecionadas, não precisa ser assim.

    Em 2002, o cirurgião americano John Tebbetts publicou um trabalho com 627 pacientes: 96% retomaram as atividades habituais em até 24 horas, como levantar os braços, pegar objetos de peso normal e dirigir.

    Tolerância zero com sangramentoControle de qualquer sangramento, por menor que seja, durante toda a cirurgia.
    Nada de descolamento às cegasTodo o espaço da prótese criado sob visão direta.
    Respeito às costelasEvitar agressões desnecessárias ao periósteo e aos tecidos ao redor da prótese.

    Funciona melhor em mulheres saudáveis que desejam apenas aumentar os seios, sem flacidez que exija mastopexia, com prótese proporcional ao tórax e ao que a pele consegue sustentar.

    Recuperação em 24 horas não significa cicatrização completa. Significa movimentar os braços e retomar atividades leves mais cedo.

    Fonte: Tebbetts JB. Achieving a predictable 24-hour return to normal activities after breast augmentation: Part II. Plastic and Reconstructive Surgery, 2002;109(1):293-305.

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    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre mama

    Não. A mastopexia retira o excesso de pele, reposiciona a aréola e remodela os tecidos. O implante entra quando há indicação de volume e quando a pele e o tecido suportam o peso com segurança.

    É o sofrimento do tecido da aréola e do mamilo quando a circulação que chega até eles falha. É rara em pacientes bem avaliadas, e o risco diminui com peso adequado, implante proporcional e a técnica certa para a mama.

    É um protocolo de aumento de mama com silicone, descrito por John Tebbetts, que reduz sangramento, trauma e inflamação para que a paciente movimente os braços e retome atividades leves mais cedo.

    Mulheres saudáveis que desejam apenas aumentar os seios, sem flacidez que exija mastopexia, com prótese proporcional ao tórax e ao que a pele consegue sustentar.

    Pela avaliação: qualidade da pele, posição da aréola, volume, grau de queda e objetivo. É ela que define se o caminho é mastopexia, prótese ou a combinação dos dois.

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    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, avaliamos a sua mama por inteiro: pele, volume, posição da aréola e o seu objetivo. É essa avaliação que define se o caminho é mastopexia, prótese, a combinação dos dois ou o protocolo de recuperação rápida.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

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  • Silicone

    Silicone · Guia completo

    Silicone: o que toda mulher precisa saber sobre a prótese

    Do tamanho certo ao acompanhamento ao longo dos anos, cada vídeo responde a uma dúvida diferente. Aqui está tudo reunido para você ir direto ao assunto que te trouxe até aqui.

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    Prótese não é um procedimento para colocar e esquecer.

    01

    O tamanho que impressiona hoje pode ser o problema de amanhã

    Quanto maior a prótese, mais pesada ela é e maior a pressão sobre a pele e os tecidos da mama. Nos primeiros meses isso não aparece. Com os anos, aparece: queda, afinamento da pele, estrias, deslocamento e, muitas vezes, uma nova cirurgia.

    O tamanho adequado depende de quatro fatores, e nenhum deles é o número de mililitros que uma amiga colocou:

    Largura do tóraxDefine a base que a prótese pode ocupar sem invadir a lateral ou o centro.
    Quantidade de peleQuanto de cobertura existe para acomodar o volume sem tensão.
    Qualidade do tecidoElasticidade e espessura que vão sustentar o peso ao longo dos anos.
    Proporção desejadaO que faz sentido para o corpo e para o estilo daquela paciente.

    O papel do cirurgião não é colocar o maior implante possível. É mostrar o volume que o corpo sustenta com segurança e que tem mais chance de continuar bem no futuro.

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    02

    A prótese não vence aos 10 anos

    A prótese não tem prazo de validade como um produto na prateleira. Dez anos, sozinhos, não são indicação automática de troca. O maior problema não é a prótese antiga: é passar anos sem acompanhamento.

    Mais importante do que contar os anos é saber responder:

    • A minha mama mudou de formato, ficou mais dura, dolorida ou assimétrica?
    • Estou fazendo o acompanhamento e os exames de imagem indicados para o meu caso?
    • Existe algum sinal de ruptura, deslocamento ou contratura?
    • Ainda estou satisfeita com o tamanho e com o resultado?

    Uma nova cirurgia pode ser indicada quando há ruptura, contratura capsular, deslocamento, mudança no formato ou insatisfação. Todos aparecem na avaliação e nos exames, não no calendário.

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    03

    A prótese pode virar sem dor e sem aviso

    É raro, mas possível: a prótese pode girar dentro da mama e deixá-la achatada ou com um formato quadrado, de um dia para o outro. Entender o que favorece esse giro ajuda a escolher melhor o implante e o planejamento.

    SuperfíciePróteses lisas se movimentam mais livremente. As texturizadas aderem mais, mas têm riscos próprios que também entram na conta.
    FormatoA redonda, quando gira no próprio eixo, geralmente não muda a mama. A anatômica, em formato de gota, pode deformá-la.
    Plano cirúrgicoAcima do músculo, o espaço da prótese é maior e o implante pode ganhar mais mobilidade.

    Não existe a melhor prótese de silicone. Existe a prótese correta para cada anatomia.

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    04

    O sinal que pode aparecer anos depois da cirurgia

    Existe um tipo raríssimo de linfoma associado à prótese, o BIA-ALCL. Ele não é um câncer do tecido da mama: surge no líquido ou na cápsula que o organismo forma ao redor do implante, com associação principal às próteses texturizadas.

    O sinal mais comum é o aumento tardio de uma das mamas, anos depois da cirurgia. Dor persistente, endurecimento ou caroço na mama ou na axila também precisam ser investigados.

    Quando o diagnóstico é feito cedo, a maioria dos casos é tratada com a retirada do implante e da cápsula. E, sem sintomas, não existe recomendação de retirar a prótese de forma preventiva apenas por medo.

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    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre silicone

    Não existe um número que sirva para todas. O tamanho depende da largura do tórax, da quantidade e da qualidade da pele e da proporção desejada.

    Não existe troca automática aos 10 anos. A decisão considera avaliação clínica, exames, sintomas e a satisfação da paciente.

    É raro, mas pode. Superfície, formato, perfil e plano cirúrgico influenciam a mobilidade do implante e entram no planejamento.

    Ter silicone não significa ter câncer. O BIA-ALCL é um linfoma raríssimo, associado principalmente às próteses texturizadas, e o sinal mais comum é o aumento tardio de uma das mamas.

    Sim. Parte das alterações na prótese não dá sintoma, por isso o acompanhamento com exames de imagem deve ser discutido com o seu médico.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, avaliamos o tórax, a pele e o tecido para escolher o implante certo, e acompanhamos quem já tem prótese: exame físico, exames de imagem e a conduta adequada para cada caso.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer escolher ou acompanhar a sua prótese com critério?

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Segurança

    Segurança · Cirurgia plástica

    Segurança: o que precisa existir antes, durante e depois da sua cirurgia

    Segurança em cirurgia plástica não está no preço, nem na promessa de fazer tudo de uma vez. Está no preparo do seu corpo, no planejamento da cirurgia, na estrutura onde ela acontece e no acompanhamento da recuperação.

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    O que separa um susto de uma tragédia é a capacidade de reconhecer e tratar o problema imediatamente.

    O checklist

    12 perguntas para fazer antes de escolher a sua cirurgia

    Leve estas perguntas para a consulta. Se você ainda não sabe a resposta de alguma delas, é ela que precisa ser esclarecida antes de marcar a cirurgia.

    Antes da cirurgiaQuais exames vou fazer antes, e o que acontece se algum vier alterado?
    Como será avaliado o meu risco de trombose?
    O que eu preciso suspender antes: álcool, suplementos, medicamentos?
    O planoPor que essa técnica foi escolhida para o meu caso, e quais seriam as alternativas?
    Quanto tempo de cirurgia está previsto, somando todos os procedimentos?
    Faz sentido dividir o meu plano em etapas?
    A estruturaOnde a cirurgia será feita e qual estrutura existe se algo fugir do planejado?
    Quem faz a anestesia e que tipo de anestesia será usado?
    Quem me atende se acontecer algo de madrugada?
    A recuperaçãoComo será a prevenção de trombose depois da cirurgia?
    Quais sinais exigem que eu procure a equipe imediatamente?
    Como será o acompanhamento até a alta?

    01

    Antes de escolher: sinais de alerta

    Com as redes sociais, procedimentos invasivos passaram a ser divulgados como se fossem simples, rápidos e livres de risco. Nenhum vídeo, curso rápido ou treinamento superficial substitui formação médica completa.

    Antes de escolher, verifique formação, experiência, registro no conselho e estrutura de atendimento. Resultado publicado em rede social não deve ser o único critério. Desconfie quando aparecer:

    Preço muito abaixoSegurança custa estrutura, equipe e tempo. Quando o preço não fecha a conta, alguma coisa ficou de fora.
    Sem avaliação completaIndicação feita sem exame físico, sem exames e sem conversa sobre o seu histórico.
    Garantia de resultadoNenhum procedimento cirúrgico é isento de risco, e resultado não pode ser garantido.
    Procedimento vendido como simplesCirurgia apresentada como rápida, leve e sem risco.
    Pressa para decidirCondição que vence hoje e pressão para fechar na hora.
    Sem plano para o pósNinguém explica quem acompanha a recuperação e como falar com a equipe.
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    02

    Antes: preparar o corpo

    A segurança começa semanas antes do centro cirúrgico. Antes de marcar a data, quatro pontos precisam estar resolvidos:

    Exames completosHemoglobina, ferritina, glicose e os demais exames indicados para o seu caso, avaliados antes de marcar a cirurgia.
    Risco de tromboseCalculado com ferramentas como o escore de Caprini, considerando idade, histórico, exames e o tamanho da cirurgia.
    O que você consomeÁlcool, bebidas açucaradas, medicamentos e suplementos vendidos como naturais, como as cápsulas de alho, entram na conversa.
    Tratar antes de operarSe algo estiver fora do lugar, a cirurgia espera: primeiro investigamos e tratamos.

    Preparar o corpo vale mais do que comprar uma lista de cremes e pomadas para cicatrizar melhor.

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    03

    O plano: o tempo de cirurgia entra na conta

    Mama, barriga, costas, braço, glúteo, tudo no mesmo dia. A cirurgia X-tudo costuma ser vendida como praticidade, mas pode transformar a operação numa maratona.

    Eu não faria uma combinação que transformasse a operação numa maratona de mais de 6 horas. Quanto mais o tempo cirúrgico aumenta, maior pode ser a exposição a sangramento, trombose, infecção e outras complicações.

    Um estudo com 25.478 abdominoplastias encontrou complicações importantes em 3,1% das cirurgias isoladas. Combinada com contorno corporal e lipoaspiração, a taxa chegou a 10,4%.

    Fonte: Winocour J, et al. Abdominoplasty: risk factors, complication rates, and safety of combined procedures. Plastic and Reconstructive Surgery, 2015.

    Quando o plano é extenso, dividir em etapas pode ser a escolha mais prudente. Excelência também é saber quando fazer e quando parar.

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    04

    A técnica: escolhida para o seu caso

    Nenhuma técnica deveria ser escolhida no automático, nem pelo que parece mais simples ou mais barato.

    • Lipoaspiração completa e bem planejada, realizada num ambiente com toda a estrutura necessária.
    • Plano da prótese escolhido pela espessura dos tecidos, pelo tórax e pelo seu objetivo.
    • Sangramento planejado antes da cirurgia, com recursos adicionais em casos selecionados.

    Menos estrutura não significa automaticamente mais segurança.

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    05

    A estrutura: quando algo foge do planejado

    Uma cirurgia tecnicamente perfeita pode apresentar uma intercorrência. O que faz diferença é o que existe para agir na hora, sem que ninguém precise esperar o dia seguinte.

    Equipe disponívelCirurgião e equipe acessíveis a qualquer hora nos primeiros dias, não uma central de recados.
    Estrutura hospitalarUTI, banco de sangue e possibilidade de reoperar sem demora, se for preciso.
    ProtocolosPrevenção de trombose, controle de sangramento e critérios claros diante de um sinal de alerta.
    Tempo por pacienteAgenda que permita acompanhar cada paciente de perto, em vez de ser refém do volume.
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    06

    Depois: a recuperação também é segurança

    Repouso absoluto não é sinônimo de pós-operatório seguro. Ficar parada por muito tempo deixa o sangue mais lento nas pernas e pode favorecer a formação de coágulos. A prevenção combina várias camadas, definidas caso a caso:

    • Avaliação individual de risco antes da cirurgia.
    • Compressão pneumática e meias de compressão.
    • Anticoagulação, quando indicada.
    • Hidratação adequada e caminhadas orientadas pela equipe.

    Sinais que exigem procurar a equipe imediatamente:

    Falta de ar repentinaMesmo que pareça ansiedade ou aperto da cinta.
    Dor no peitoEspecialmente se vier junto com a falta de ar.
    Coração aceleradoSem esforço que justifique.
    DesmaioOu sensação de que vai desmaiar.
    Inchaço em uma perna sóPerna pesada, inchada ou dolorida de um lado apenas.

    Não espere melhorar sozinho e não coloque automaticamente a culpa na cinta.

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    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre segurança em cirurgia plástica

    O conjunto: preparo do corpo, planejamento do tempo cirúrgico, técnica indicada para o seu caso, estrutura para agir se algo fugir do planejado e acompanhamento na recuperação. Nenhum item isolado garante segurança.

    Algumas combinações são possíveis em pacientes selecionadas, mas o tempo total de cirurgia pesa. Eu não faria uma combinação que transformasse a operação numa maratona de mais de 6 horas. Quando o plano é extenso, dividir em etapas costuma ser mais prudente.

    Depende do procedimento e da sua saúde. Hemoglobina, ferritina e glicose costumam estar entre eles, junto com a avaliação do risco de trombose. Exames alterados são investigados e tratados antes de operar.

    Não. Repouso absoluto não é sinônimo de pós-operatório seguro: ficar parada por muito tempo favorece a formação de coágulos. Caminhadas orientadas pela equipe fazem parte da prevenção.

    Falta de ar repentina, dor no peito, coração acelerado sem esforço, desmaio e inchaço ou dor em uma perna só. Não espere melhorar sozinho.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, a conversa sobre segurança vem antes da conversa sobre técnica: avaliamos exames, risco de trombose, o que você consome, o tempo de cirurgia e se o plano cabe numa única cirurgia ou deve ser dividido em etapas.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Segurança se planeja antes da primeira incisão.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
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  • Cicatriz

    Cicatriz · Guia completo

    Cicatriz: o que faz ela ficar fina ou alargar

    A cicatriz não termina no último ponto. Ela é decidida antes da cirurgia, durante a técnica e em cada dia da recuperação. Aqui está tudo reunido para você ir direto ao assunto que te trouxe até aqui.

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    O corte pode parecer fechado por fora e ainda estar ganhando resistência por dentro.

    01

    Os hábitos que alargam a cicatriz

    Nas primeiras semanas, a pele fecha rápido na superfície. Por baixo, o tecido ainda está produzindo e organizando colágeno, e essa fase dura meses. É nesse intervalo que a cicatriz fica vulnerável.

    Fumar ou usar vapeA nicotina reduz o fluxo de sangue na pele e a oxigenação de que o tecido precisa. Vape, narguilé e adesivos de nicotina também contam.
    Fazer força cedoA dor vai embora antes de a cicatriz ganhar resistência. Tensão contínua abre a cicatriz para os lados.
    Comer poucoSem proteína e energia, falta matéria-prima para produzir colágeno.
    Esperar um sinal passarVermelhidão crescente, secreção, dor nova ou uma pequena abertura pedem contato com a equipe no mesmo dia.

    Cicatriz alargada não é queloide: a alargada costuma ficar plana e se abrir para os lados; o queloide ultrapassa os limites do corte. Saber qual é o seu caso muda a conduta.

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    02

    A cicatriz da barriga não precisa ser torta

    Muitas mulheres acreditam que toda plástica no abdômen deixa uma marca impossível de esconder. Três decisões, tomadas antes e durante a cirurgia, mudam o resultado.

    Estado nutricionalChegar à cirurgia nutrida, sem perda de peso acelerada e com proteína adequada.
    Oxigenação dos tecidosNo meu protocolo, a câmara hiperbárica entra como tratamento complementar. Ela complementa, não substitui o planejamento.
    Controle da tensãoRetirar a quantidade correta de pele, planejar a cicatriz baixa e simétrica e distribuir a tensão nos planos profundos.

    Uma cicatriz alargada deve ser considerada, até que se prove o contrário, uma cicatriz que foi esticada demais.

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    03

    O vilão escondido pode estar no prato

    Colágeno é proteína. Para produzi-lo, o organismo precisa de aminoácidos, e depois da cirurgia essa necessidade pode aumentar. Dieta radical antes ou depois de operar compromete justamente o tecido que precisa cicatrizar.

    Isso não significa tomar colágeno por conta própria. O plano nutricional é preparado para cada paciente, avaliando perda de peso recente, alimentação, exames e fatores de risco.

    Pomadas, fitas e lasers podem ajudar em situações específicas, mas nenhum deles compensa um organismo sem matéria-prima para cicatrizar.

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    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre cicatriz

    Na maioria das vezes, por tensão sobre um tecido que ainda está frágil. Força cedo, cigarro, alimentação pobre e sinais ignorados aumentam esse risco.

    Sim. A nicotina reduz o fluxo de sangue na pele e a fumaça diminui a oxigenação do tecido. Vape, cigarro eletrônico, narguilé e adesivos de nicotina também contam.

    Dieta radical, sim. Perder peso rápido perto da cirurgia pode deixar o corpo sem matéria-prima para cicatrizar. A orientação nutricional deve ser individual.

    Não por conta própria. O plano nutricional é definido depois de avaliar alimentação, exames e perda de peso recente.

    Não. A cicatriz alargada costuma ficar plana, dentro da área do corte, e se abre para os lados. O queloide ultrapassa os limites do corte e tem forte predisposição individual.

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    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer uma cicatriz pensada desde o planejamento?

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Silicone Quatro Perguntas

    Silicone · Guia completo

    Silicone: o que toda mulher precisa saber sobre a prótese

    Do tamanho certo ao acompanhamento ao longo dos anos, cada vídeo responde a uma dúvida diferente. Aqui está tudo reunido para você ir direto ao assunto que te trouxe até aqui.

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    Escolha o assunto do vídeo que você assistiu

    Prótese não é um procedimento para colocar e esquecer.

    01

    O tamanho que impressiona hoje pode ser o problema de amanhã

    Quanto maior a prótese, mais pesada ela é e maior a pressão sobre a pele e os tecidos da mama. Nos primeiros meses isso não aparece. Com os anos, aparece: queda, afinamento da pele, estrias, deslocamento e, muitas vezes, uma nova cirurgia.

    O tamanho adequado depende de quatro fatores, e nenhum deles é o número de mililitros que uma amiga colocou:

    Largura do tóraxDefine a base que a prótese pode ocupar sem invadir a lateral ou o centro.
    Quantidade de peleQuanto de cobertura existe para acomodar o volume sem tensão.
    Qualidade do tecidoElasticidade e espessura que vão sustentar o peso ao longo dos anos.
    Proporção desejadaO que faz sentido para o corpo e para o estilo daquela paciente.

    O papel do cirurgião não é colocar o maior implante possível. É mostrar o volume que o corpo sustenta com segurança e que tem mais chance de continuar bem no futuro.

    Ver os outros assuntos

    02

    A prótese não vence aos 10 anos

    A prótese não tem prazo de validade como um produto na prateleira. Dez anos, sozinhos, não são indicação automática de troca. O maior problema não é a prótese antiga: é passar anos sem acompanhamento.

    Mais importante do que contar os anos é saber responder:

    • A minha mama mudou de formato, ficou mais dura, dolorida ou assimétrica?
    • Estou fazendo o acompanhamento e os exames de imagem indicados para o meu caso?
    • Existe algum sinal de ruptura, deslocamento ou contratura?
    • Ainda estou satisfeita com o tamanho e com o resultado?

    Uma nova cirurgia pode ser indicada quando há ruptura, contratura capsular, deslocamento, mudança no formato ou insatisfação. Todos aparecem na avaliação e nos exames, não no calendário.

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    03

    A prótese pode virar sem dor e sem aviso

    É raro, mas possível: a prótese pode girar dentro da mama e deixá-la achatada ou com um formato quadrado, de um dia para o outro. Entender o que favorece esse giro ajuda a escolher melhor o implante e o planejamento.

    SuperfíciePróteses lisas se movimentam mais livremente. As texturizadas aderem mais, mas têm riscos próprios que também entram na conta.
    FormatoA redonda, quando gira no próprio eixo, geralmente não muda a mama. A anatômica, em formato de gota, pode deformá-la.
    Plano cirúrgicoAcima do músculo, o espaço da prótese é maior e o implante pode ganhar mais mobilidade.

    Não existe a melhor prótese de silicone. Existe a prótese correta para cada anatomia.

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    04

    O sinal que pode aparecer anos depois da cirurgia

    Existe um tipo raríssimo de linfoma associado à prótese, o BIA-ALCL. Ele não é um câncer do tecido da mama: surge no líquido ou na cápsula que o organismo forma ao redor do implante, com associação principal às próteses texturizadas.

    O sinal mais comum é o aumento tardio de uma das mamas, anos depois da cirurgia. Dor persistente, endurecimento ou caroço na mama ou na axila também precisam ser investigados.

    Quando o diagnóstico é feito cedo, a maioria dos casos é tratada com a retirada do implante e da cápsula. E, sem sintomas, não existe recomendação de retirar a prótese de forma preventiva apenas por medo.

    Ver os outros assuntos

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre silicone

    Não existe um número que sirva para todas. O tamanho depende da largura do tórax, da quantidade e da qualidade da pele e da proporção desejada.

    Não existe troca automática aos 10 anos. A decisão considera avaliação clínica, exames, sintomas e a satisfação da paciente.

    É raro, mas pode. Superfície, formato, perfil e plano cirúrgico influenciam a mobilidade do implante e entram no planejamento.

    Ter silicone não significa ter câncer. O BIA-ALCL é um linfoma raríssimo, associado principalmente às próteses texturizadas, e o sinal mais comum é o aumento tardio de uma das mamas.

    Sim. Parte das alterações na prótese não dá sintoma, por isso o acompanhamento com exames de imagem deve ser discutido com o seu médico.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, avaliamos o tórax, a pele e o tecido para escolher o implante certo, e acompanhamos quem já tem prótese: exame físico, exames de imagem e a conduta adequada para cada caso.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer escolher ou acompanhar a sua prótese com critério?

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  • Diastase

    Abdômen · Pós-gestação

    Diástase: a elevação no meio da barriga que aparece quando você levanta

    Ela fazia abdominal, usava cinta apertada e tentava emagrecer. Mas bastava levantar da cama para uma elevação aparecer no meio da barriga. O problema não era gordura. Era uma diástase que ficou depois da gestação.

    Agendar minha avaliação

    Cinta não costura músculo. Ela esconde o volume enquanto você usa, mas não reconstrói a parede abdominal.

    01

    O que é a diástase

    Na gestação, os músculos retos do abdômen se afastam para dar espaço ao bebê. Em muitas mulheres eles voltam a se aproximar. Em outras, o afastamento permanece, e a estrutura entre eles, chamada linha alba, fica mais fina e alargada.

    O resultado é uma barriga que continua projetada mesmo depois de emagrecer. Deitada, ela até parece menor. Mas ao levantar ou contrair o abdômen, surge uma elevação comprida no centro, como um volume alongado que acompanha a linha média.

    02

    Os sinais que merecem avaliação

    Elevação ao levantarUm volume comprido no centro da barriga que aparece ao sentar, levantar ou fazer força.
    Barriga projetadaAbdômen que continua saliente mesmo depois de perder peso.
    Fraqueza abdominalDificuldade para estabilizar o tronco, sensação de que o abdômen não sustenta.
    Dor lombarAlgumas mulheres sentem dor nas costas pela perda de sustentação do centro do corpo.

    03

    Por que cinta e abdominal não resolvem sozinhos

    Minha opinião é clara, como sempre: cinta não costura músculo. Ela pode comprimir e esconder o volume enquanto você está usando, mas não reconstrói a parede abdominal.

    E exercício não é inútil, que fique claro. A fisioterapia pode fortalecer o abdômen, melhorar a estabilidade e reduzir sintomas. Mas quando existe um afastamento estrutural importante e persistente, fazer mais abdominais pode não ser suficiente para aproximar de novo os músculos que foram afastados.

    04

    As 3 formas de corrigir

    A quantidade de pele sobrando é o que ajuda a decidir qual delas faz sentido para o seu caso:

    AbdominoplastiaQuando a diástase vem acompanhada de muita flacidez e sobra de pele. A correção dos músculos é feita durante a cirurgia, junto com a retirada do excesso.
    MiniabdominoplastiaQuando a flacidez é pequena e concentrada abaixo do umbigo. Algumas pacientes são candidatas à mini com descolamento e tratamento da diástase.
    Minimamente invasiva ou robóticaQuando a diástase é sintomática, mas praticamente não há flacidez de pele. Os músculos são aproximados por pequenas incisões, sem retirar grande quantidade de pele.

    Se houver hérnia associada, o planejamento pode incluir o reparo dessa hérnia. Em casos selecionados, o uso de uma tela pode ser necessário.

    05

    Reconstruir o centro do abdômen

    Em nenhuma das três opções tratamos apenas a pele ou retiramos gordura. Reconstruímos o centro do abdômen para devolver firmeza, proporção e um contorno mais plano.

    É isso que separa uma barriga que só parece melhor com cinta de uma barriga que fica bem ao levantar, ao fazer força e ao longo dos anos.

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre diástase

    É o afastamento dos músculos retos do abdômen, comum depois da gestação, com afinamento e alargamento da linha alba, a estrutura entre eles. Causa uma elevação no centro da barriga ao levantar ou fazer força.

    A fisioterapia fortalece o abdômen e pode reduzir sintomas, mas quando o afastamento é estrutural e persistente, exercício sozinho pode não aproximar os músculos. Cinta apenas comprime enquanto está em uso, não reconstrói a parede.

    Pelos sinais: elevação comprida no centro da barriga ao levantar ou contrair, abdômen projetado mesmo depois de emagrecer, sensação de fraqueza abdominal e, às vezes, dor lombar. O diagnóstico é feito no exame físico, às vezes com ultrassom.

    Sim, quando há diástase sintomática com pouca ou nenhuma sobra de pele. Nesses casos, uma técnica minimamente invasiva ou robótica aproxima os músculos por pequenas incisões.

    Pode. Quando existe hérnia associada, o planejamento inclui o reparo dela na mesma cirurgia e, em casos selecionados, o uso de uma tela de reforço.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, avaliamos o afastamento dos músculos, a quantidade de pele e a presença de hérnia para definir qual das três correções faz sentido para o seu abdômen: abdominoplastia, mini ou técnica minimamente invasiva.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer descobrir qual correção está indicada para o seu abdômen?

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  • Silicone

    Silicone · Guia completo

    Silicone: o que toda mulher precisa saber sobre a prótese

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    Quanto maior a prótese, mais pesada ela é e maior a pressão sobre a pele e os tecidos da mama. Nos primeiros meses isso não aparece. Com os anos, aparece: queda, afinamento da pele, estrias, deslocamento e, muitas vezes, uma nova cirurgia.

    O tamanho adequado depende de quatro fatores, e nenhum deles é o número de mililitros que uma amiga colocou:

    Largura do tóraxDefine a base que a prótese pode ocupar sem invadir a lateral ou o centro.
    Quantidade de peleQuanto de cobertura existe para acomodar o volume sem tensão.
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    02

    A prótese não vence aos 10 anos

    A prótese não tem prazo de validade como um produto na prateleira. Dez anos, sozinhos, não são indicação automática de troca. O maior problema não é a prótese antiga: é passar anos sem acompanhamento.

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    03

    A prótese pode virar sem dor e sem aviso

    É raro, mas possível: a prótese pode girar dentro da mama e deixá-la achatada ou com um formato quadrado, de um dia para o outro. Entender o que favorece esse giro ajuda a escolher melhor o implante e o planejamento.

    SuperfíciePróteses lisas se movimentam mais livremente. As texturizadas aderem mais, mas têm riscos próprios que também entram na conta.
    FormatoA redonda, quando gira no próprio eixo, geralmente não muda a mama. A anatômica, em formato de gota, pode deformá-la.
    Plano cirúrgicoAcima do músculo, o espaço da prótese é maior e o implante pode ganhar mais mobilidade.

    Não existe a melhor prótese de silicone. Existe a prótese correta para cada anatomia.

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    04

    O sinal que pode aparecer anos depois da cirurgia

    Existe um tipo raríssimo de linfoma associado à prótese, o BIA-ALCL. Ele não é um câncer do tecido da mama: surge no líquido ou na cápsula que o organismo forma ao redor do implante, com associação principal às próteses texturizadas.

    O sinal mais comum é o aumento tardio de uma das mamas, anos depois da cirurgia. Dor persistente, endurecimento ou caroço na mama ou na axila também precisam ser investigados.

    Quando o diagnóstico é feito cedo, a maioria dos casos é tratada com a retirada do implante e da cápsula. E, sem sintomas, não existe recomendação de retirar a prótese de forma preventiva apenas por medo.

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    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre silicone

    Não existe um número que sirva para todas. O tamanho depende da largura do tórax, da quantidade e da qualidade da pele e da proporção desejada.

    Não existe troca automática aos 10 anos. A decisão considera avaliação clínica, exames, sintomas e a satisfação da paciente.

    É raro, mas pode. Superfície, formato, perfil e plano cirúrgico influenciam a mobilidade do implante e entram no planejamento.

    Ter silicone não significa ter câncer. O BIA-ALCL é um linfoma raríssimo, associado principalmente às próteses texturizadas, e o sinal mais comum é o aumento tardio de uma das mamas.

    Sim. Parte das alterações na prótese não dá sintoma, por isso o acompanhamento com exames de imagem deve ser discutido com o seu médico.

    A consulta

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  • Explante

    Mama · Retirada de silicone

    Explante: retirar o silicone não é desfazer a cirurgia

    Retirar a prótese não é, por si só, uma decisão errada. O problema é acreditar que basta tirar o silicone e fechar a pele. Se você tem silicone ou está pensando em retirá-lo, entenda o que acontece com a mama depois.

    Agendar minha avaliação

    O bom cirurgião não precisa ser pró-silicone nem pró-explante. Precisa ser pró-diagnóstico.

    01

    O que a prótese deixa quando sai

    Depois de anos sustentando uma prótese, a pele pode estar distendida, a mama pode ter caído e o tecido natural pode não ser suficiente para preencher aquele espaço.

    O resultado depende de vários fatores:

    • Tamanho da prótese e tempo de uso.
    • Elasticidade da pele.
    • Volume de mama natural que a mulher ainda possui.
    • Mudanças causadas por gravidez, amamentação e emagrecimento.

    02

    Quando só retirar funciona, e quando não

    Tecido suficienteQuando existe mama natural suficiente, a pele consegue se adaptar e retirar somente a prótese pode produzir um resultado satisfatório.
    Pele muito flácida ou implante grandeApenas retirar o silicone pode deixar a mama vazia, achatada, caída e assimétrica.

    O explante virou moda antes que muitas mulheres entendessem que retirar uma prótese também exige um projeto para reconstruir a mama.

    03

    As técnicas que podem acompanhar o explante

    Dependendo da anatomia, o explante pode ser associado a uma ou mais técnicas:

    MastopexiaRetira o excesso de pele e reposiciona a aréola e o mamilo, corrigindo a queda.
    Remodelagem do tecidoO próprio tecido da mama é remodelado para preencher o polo superior e deixar o decote com um pouco mais de volume.
    Enxerto de gorduraEm pacientes selecionadas, melhora o contorno e devolve parte do volume sem uma nova prótese.

    Essas técnicas podem ser realizadas no mesmo procedimento ou divididas em etapas, dependendo da segurança e da anatomia.

    04

    Retirar é planejar como a mama vai existir sem prótese

    Retirar o silicone não é simplesmente desfazer a cirurgia que colocou o implante. É planejar como aquela mama deverá existir sem prótese: volume, posição, formato e proporção com o corpo.

    Por isso a pergunta certa antes do explante não é “quero tirar?”, e sim “como a minha mama vai ficar depois, e o que precisa ser feito para que ela fique bem?”

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre explante

    Depende do tecido natural, da elasticidade da pele, do tamanho da prótese e do tempo de uso. Quando há tecido suficiente, a pele se adapta. Quando a pele está flácida ou o implante era grande, a mama pode ficar vazia, achatada e caída.

    Não. A mastopexia é indicada quando há excesso de pele e queda da mama. Em pacientes com tecido suficiente e pele elástica, retirar somente a prótese pode ser o bastante. A avaliação define.

    Em pacientes selecionadas, sim: remodelando o próprio tecido da mama e, quando indicado, com enxerto de gordura para devolver parte do volume e melhorar o contorno.

    Sim. Retirada, mastopexia, remodelagem e enxerto podem ser feitos no mesmo procedimento ou divididos em etapas, dependendo da segurança e da anatomia de cada paciente.

    Não necessariamente. O erro é retirar sem planejamento, acreditando que basta tirar e fechar. Retirar a prótese exige um projeto para como a mama vai existir sem ela.

    A consulta

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    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, o explante começa pela avaliação do que a mama vai ter quando a prótese sair: pele, tecido, posição da aréola e proporção. A partir daí definimos se basta retirar ou se é preciso remodelar, e em quantas etapas.

    Panthère Day

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    Está pensando em retirar o silicone? Planeje a mama que vai ficar.

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  • Pernas

    Lipedema · Contorno corporal

    Pernas que não emagrecem: talvez nunca tenha sido falta de disciplina

    Você emagrece em cima e nunca emagrece embaixo. Não usa shorts há anos. Vive com hematomas nas pernas. Talvez o problema não seja disciplina. Mas isso também não significa que toda perna grossa seja lipedema. Antes de outra dieta ou de uma cirurgia escolhida só pelo nome, entenda os sinais.

    Agendar minha avaliação

    Diagnóstico antes da técnica. Sempre.

    01

    Os sinais que merecem avaliação médica

    Nenhum sinal isolado fecha diagnóstico. É o conjunto que chama a atenção:

    DesproporçãoPernas desproporcionais ao tronco, mesmo depois de emagrecer na parte de cima do corpo.
    Dor ao toqueSensibilidade e dor ao apertar a pele das pernas, sem motivo aparente.
    Peso e inchaçoSensação de pernas pesadas e inchadas, que piora ao longo do dia.
    Hematomas frequentesRoxos que aparecem com facilidade, muitas vezes sem lembrar de ter batido.

    02

    O que é lipedema

    Lipedema é uma doença crônica do tecido adiposo. A gordura se acumula de forma desproporcional, principalmente nas pernas, e não responde a dieta e exercício como a gordura comum.

    O diagnóstico é clínico. Uma foto ou um teste de apertar a pele não confirma a doença. É preciso exame físico, histórico e avaliação por profissional que conheça a condição.

    03

    Dois erros que nascem da mesma pressa

    Minha opinião precisa ser muito clara: existem mulheres sendo culpadas pelo próprio corpo, e outras recebendo indicação de lipo antes mesmo de receber um diagnóstico completo e preciso.

    • Erro 1: tratar lipedema como falta de disciplina e empurrar mais uma dieta.
    • Erro 2: operar sem diagnóstico, escolhendo a cirurgia pelo nome.

    Os dois erros nascem da mesma pressa de pular a etapa de avaliação.

    04

    O que diz o consenso brasileiro

    O Consenso Brasileiro de Lipedema prioriza o acompanhamento multidisciplinar e o tratamento conservador. Em pacientes bem selecionadas, quando os sintomas persistem, uma lipoaspiração específica para lipedema pode fazer parte do tratamento.

    A cirurgia não é cura mágica. Muitas pacientes ainda precisam manter cuidados conservadores depois dela.

    05

    Não basta retirar a gordura

    A lipoaspiração para lipedema é diferente da lipo estética comum. É preciso respeitar a anatomia, preservar as estruturas linfáticas e reconstruir a proporção entre perna, quadril e tronco.

    Por isso a técnica vem depois. Diagnóstico antes da técnica, sempre.

    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre pernas e lipedema

    Pelo conjunto de sinais: pernas desproporcionais ao tronco, dor ao toque, sensação de peso e hematomas frequentes. O diagnóstico é clínico e feito por avaliação médica. Foto ou teste de apertar a pele não confirmam.

    Não. É uma doença crônica do tecido adiposo. O tratamento conservador e multidisciplinar controla os sintomas e, em pacientes selecionadas, a lipoaspiração específica pode fazer parte do tratamento.

    Não. Existem outras causas para pernas mais volumosas, como distribuição de gordura comum, retenção de líquido ou outras condições. Por isso o diagnóstico precisa ser feito antes de qualquer decisão.

    Pode fazer parte do tratamento em pacientes bem selecionadas, mas não é cura mágica. Muitas pacientes precisam manter cuidados conservadores depois da cirurgia.

    Não. Ela exige preservar as estruturas linfáticas, respeitar a anatomia e reconstruir a proporção entre perna, quadril e tronco. Por isso a técnica é definida depois do diagnóstico.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, a avaliação das pernas começa pelo diagnóstico: histórico, exame físico e, quando necessário, encaminhamento para equipe multidisciplinar. Só depois disso a lipoaspiração entra na conversa, como parte de um plano e não como atalho.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer entender o que está acontecendo com as suas pernas?

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