Categoria: Cirurgia Plástica

  • Costas

    Contorno corporal 360°

    Gordura nas costas: por que fazer lipo só no “rolinho” pode ser um erro

    Você olha para as costas, identifica aquela gordurinha que incomoda e pensa: “Doutor, é só aspirar aqui.” Parece lógico. Mas, quando estamos falando de contorno corporal, muitas vezes esse é exatamente o erro. O seu corpo não é dividido em quadradinhos: a gordura das costas conversa com os flancos, os flancos interferem na cintura, a cintura conversa com o quadril e a região próxima da axila interfere no braço.

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    Não quero apenas encontrar onde existe gordura. Quero entender qual gordura precisa ser retirada para melhorar a proporção do corpo como um todo.

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    A gordura nas costas não termina nas costas

    É muito comum a paciente apontar para uma dobra específica do dorso e dizer: “É isso aqui que eu quero tirar.” Só que, muitas vezes, existem pequenos acúmulos em regiões vizinhas:

    Próximo à axilaVolume que se continua com a transição entre tronco e braço.
    Região superior das costasAcúmulo que aparece principalmente com roupas ajustadas e sutiã.
    FlancosParticipam diretamente da forma visual da cintura.
    Transição entre costas e cinturaOnde a proporção do tronco é definida quando a paciente gira.
    Região inferior do dorsoFecha o contorno em direção ao quadril.

    Se eu tratar somente um desses pontos, posso até diminuir aquele volume. Mas será que o corpo ficou mais bonito? Essa é outra pergunta. Na Lipo HD feminina, o planejamento busca trabalhar o tronco de forma global, inclusive olhando especificamente para o dorso e para regiões próximas à axila.

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    Lipoaspiração não deveria ser uma caça à gordura

    O objetivo de uma cirurgia de contorno corporal não deveria ser “onde tem gordura? Vamos aspirar.” Porque retirar gordura demais de uma região e preservar gordura demais na região imediatamente ao lado pode criar uma transição artificial.

    E o olho humano percebe isso. Talvez o paciente nem saiba explicar tecnicamente o que está errado. Ele apenas olha e pensa: “Tem alguma coisa estranha.”

    O nosso cérebro enxerga proporção. Ele não enxerga somente centímetros ou quantidade de gordura retirada. É por isso que o planejamento corporal precisa ser feito de maneira integrada.

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    Costas e flancos precisam conversar

    As costas descem em direção aos flancos, e os flancos participam diretamente da forma visual da cintura. Se existe um acúmulo importante nessa transição, a cintura pode parecer menos definida.

    Por outro lado, simplesmente “cavar” excessivamente um ponto também não significa produzir um resultado melhor. Precisamos respeitar a anatomia. A ideia é construir uma transição: costas, flancos, cintura, quadril. Tudo precisa conversar.

    Na Lipo HD feminina, o objetivo é justamente trabalhar silhueta e contorno, com definição que preserve naturalidade e favoreça as curvas da paciente.

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    É por isso que eu penso em contorno corporal 360°

    Imagine um paciente extremamente definido na frente: abdômen bonito, cintura marcada, boa definição dos oblíquos. Agora ele vira de costas e existe um acúmulo importante de gordura no dorso. Fica coerente? Não.

    O corpo precisa continuar fazendo sentido quando o paciente gira. Frente, lateral, costas. Quando tratamos o tronco, precisamos pensar nele como um conjunto e não como regiões completamente independentes.

    Contorno 360° não significa necessariamente operar 360 graus em todo paciente. Significa avaliar 360 graus. A indicação continua sendo individual.

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    E aquela gordurinha perto do sutiã?

    Essa é uma das queixas mais comuns: “Doutor, quando coloco o sutiã aparece essa dobrinha.” Só que existem diferentes fatores que podem gerar esse aspecto.

    • Gordura localizada
    • Flacidez
    • Combinação das duas
    • Continuidade daquele volume com a região próxima da axila e do braço

    Então não deveríamos simplesmente olhar uma fotografia e concluir “é lipo”. Primeiro precisamos entender a anatomia. Na Lipo HD, inclusive, a região próxima à axila é considerada dentro da construção de uma transição mais harmônica entre braço e tronco.

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    Tirar mais gordura significa ter uma cintura mais fina?

    Não necessariamente. Essa talvez seja uma das maiores confusões sobre lipoaspiração. Existe um limite anatômico para aquilo que a gordura consegue modificar. A cintura também é influenciada por:

    Estrutura ósseaA relação entre tórax e quadril define o quanto a cintura pode se estreitar.
    MusculaturaOblíquos e dorso dão forma e transição, não só volume.
    Distribuição de gorduraOnde o corpo acumula muda o que a lipo consegue redesenhar.
    Qualidade da peleDetermina se a pele acompanha o novo contorno após a retirada.
    Proporção tórax–quadrilPacientes magras podem ter tronco reto; pacientes com mais gordura podem já ter cintura marcada.

    O planejamento não começa com “quantos litros vamos retirar?”. Começa com “que anatomia estamos tentando valorizar?”.

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    E quando existe flacidez?

    Aqui muda tudo. Lipoaspiração retira gordura. Ela não é uma cirurgia criada para retirar grandes excessos de pele. Por isso, quando existe flacidez significativa, simplesmente aspirar pode não ser a solução adequada.

    Na Panthère, diferenciamos a Lipo HD, destinada a pacientes selecionados sem excesso relevante de flacidez, da lipoabdominoplastia, que inclui tratamento do excesso de pele em casos apropriados.

    A cirurgia precisa se adaptar ao problema. O problema não pode ser forçado a caber dentro da cirurgia que o paciente escolheu na internet.

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    Posso fazer somente lipo das costas?

    Tecnicamente, existem situações em que uma região localizada pode ser tratada. Mas a pergunta mais importante não é se pode. É se faz sentido para aquele corpo.

    Talvez você tenha um pequeno depósito realmente isolado. Ótimo. Mas talvez aquela gordura faça parte de um conjunto envolvendo flanco, axila, braço e cintura. Nesse caso, tratar apenas o ponto indicado pelo dedo do paciente pode não produzir a melhor harmonia possível.

    É por isso que avaliação presencial e planejamento são tão importantes.

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    A parte mais importante da Lipo HD acontece antes da cirurgia

    Eu poderia falar de cânulas, tecnologias, definição, enxerto de gordura. Mas existe uma etapa que, muitas vezes, determina mais o resultado do que todas essas coisas: o planejamento. Antes de entrar em uma sala cirúrgica, precisamos responder:

    • Onde retirar e onde preservar?
    • Onde criar uma transição?
    • Qual região deve ficar mais definida e qual não deve ficar excessivamente marcada?
    • O corpo permite esse resultado?
    • Existe flacidez? Existe gordura visceral?
    • O paciente está próximo de um peso adequado?

    Autoridade médica se constrói com critério de indicação, anatomia, planejamento, segurança e capacidade de dizer “não”, sem transformar uma possibilidade técnica em promessa de resultado.

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    Naturalidade não significa ausência de definição

    Quando digo que quero um resultado natural, não significa que não podemos trabalhar definição. Significa que a definição precisa pertencer àquele corpo.

    Na Lipo HD feminina, o planejamento pode incluir cintura, linha média e oblíquos, mas evitando uma marcação excessiva em pacientes cujo perfil não combina com isso. Nas costas vale exatamente a mesma lógica. Não quero simplesmente retirar gordura. Quero criar luz, sombra, transição e proporção.

    Quando isso é bem planejado, você olha para o resultado e não pensa “essa pessoa fez uma lipo enorme”. Você pensa: “esse corpo está proporcional”.

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    Então qual é o melhor jeito de tratar gordura nas costas?

    Não existe uma resposta única. Cada cenário aponta para um caminho:

    Excesso global de gorduraProvavelmente precisamos primeiro discutir composição corporal, alimentação e atividade física.
    Gordura localizada e boa peleA lipoaspiração pode fazer parte do planejamento em pacientes adequadamente selecionados.
    Flacidez relevanteLipoaspiração isolada talvez não seja suficiente; outras estratégias precisam ser avaliadas.
    Alteração de proporçãoEnvolvendo costas, flancos, cintura, braços ou quadril: o contorno precisa ser pensado como um conjunto.

    Não trate somente o lugar que incomoda. Descubra por que aquele lugar incomoda quando comparado ao restante do corpo.

    É isso que transforma uma lipoaspiração de gordura localizada em verdadeiro planejamento de contorno corporal.

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    O corpo não termina onde você apontou o dedo

    Você pode chegar à consulta mostrando uma região de dois centímetros. Tudo bem. É justamente onde começa a conversa. Mas a minha obrigação como cirurgião é olhar além desses dois centímetros: suas costas, sua cintura, seus flancos, seu quadril, seus braços, a qualidade da sua pele, sua estrutura. E somente então dizer: “Aqui está aquilo que realmente faz sentido tratar.”

    Cirurgia plástica bem indicada não é sobre fazer mais. É sobre fazer aquilo que produz harmonia.

    Dúvidas frequentes

    Gordura nas costas

    Tecnicamente, uma região localizada pode ser tratada em situações específicas. A pergunta mais importante, porém, é se faz sentido para aquele corpo: muitas vezes a gordura das costas faz parte de um conjunto com flancos, axila, braço e cintura, e tratar só o ponto apontado pode não produzir a melhor harmonia.

    É a dobra que aparece na região superior das costas com o sutiã. Pode ser gordura localizada, flacidez, uma combinação das duas ou continuidade com a região da axila e do braço. Por isso a conduta depende da anatomia, não de uma fotografia.

    Não necessariamente. Existe um limite anatômico para o que a gordura consegue modificar. A cintura também depende de estrutura óssea, musculatura, distribuição de gordura, qualidade da pele e proporção entre tórax e quadril.

    Significa avaliar o tronco como um conjunto, de frente, de lado e de costas, para que o corpo continue fazendo sentido quando o paciente gira. Não significa operar 360 graus em todo paciente; a indicação continua sendo individual.

    A lipoaspiração retira gordura, não grandes excessos de pele. Quando existe flacidez significativa, aspirar isoladamente pode não ser a solução adequada, e outras estratégias precisam ser avaliadas na consulta.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, o planejamento começa avaliando o corpo de forma global: composição corporal, qualidade da pele, distribuição de gordura, proporções e objetivos, para determinar quais regiões realmente precisam ser tratadas e qual estratégia faz sentido para cada anatomia.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    O corpo não termina onde você apontou o dedo.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Ultrassom

    Harmonização de glúteos

    Técnica SIME: ultrassom na lipoenxertia de glúteos e por que enxergar durante a cirurgia muda o nível de segurança

    Existe uma diferença enorme entre utilizar um equipamento simplesmente porque ele é moderno e utilizar uma tecnologia porque ela entrega informação objetiva para o cirurgião. Se vamos enxertar gordura no glúteo, não faz sentido trabalhar apenas com sensação tátil, experiência ou aquilo que se acredita estar acontecendo debaixo da pele. É exatamente aí que entra o ultrassom.

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    Quanto mais eu consigo enxergar, medir e confirmar, melhor consigo controlar o procedimento.

    01

    O que é a lipoenxertia de glúteos?

    A lipoenxertia glútea é o procedimento em que a gordura retirada por lipoaspiração de outras regiões do corpo, como flancos, dorso e abdômen, é tratada e enxertada no glúteo para melhorar projeção, formato e contorno. Popularmente, muita gente conhece esse procedimento pelo nome BBL.

    Na Panthère, ele é apresentado como harmonização de glúteos, porque o objetivo não é apenas volume. É proporção entre cintura, quadril, glúteo e coxa, dentro do conceito de contorno corporal 360°.

    Não significa que toda pessoa que queira um glúteo mais projetado tenha indicação para lipoenxertia. Indicação cirúrgica depende da anatomia, da quantidade de gordura disponível, dos objetivos, das condições clínicas e da avaliação individual.

    02

    Por que o plano em que a gordura é colocada importa tanto?

    Aqui está o ponto central de toda essa conversa. A gordura pode ser depositada em camadas diferentes do glúteo. Quando o enxerto entra dentro do músculo, existe proximidade com vasos calibrosos da região, e é justamente a injeção intramuscular que está associada ao risco mais temido dessa cirurgia: a embolia gordurosa.

    Por isso, as recomendações de segurança para a lipoenxertia glútea evoluíram na direção de enxertar a gordura no plano subcutâneo, acima da fáscia do músculo, e nunca dentro dele.

    O problema é que, sem imagem, o cirurgião não vê o plano. Ele sente. E sentir não é a mesma coisa que confirmar.

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    O que é a técnica SIME?

    A técnica SIME é uma forma de realizar a lipoenxertia glútea guiada por ultrassom em tempo real. O transdutor é posicionado sobre o glúteo durante o enxerto, e o cirurgião acompanha na tela a ponta da cânula, a camada em que ela está e a distribuição da gordura conforme ela é depositada.

    Isso muda bastante a lógica. Em vez de depender exclusivamente daquilo que o cirurgião sente com as mãos, passa a existir uma ferramenta adicional de confirmação por imagem: a gordura é colocada no plano subcutâneo profundo, acima da musculatura, e isso pode ser visto, não apenas presumido.

    Uma coisa é acreditar que a cânula está no plano correto. Outra é conseguir visualizá-la.

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    Enxerto às cegas ou enxerto guiado?

    Poderíamos imaginar que a experiência do cirurgião seria suficiente para saber onde a cânula está. Mas a espessura da gordura varia de paciente para paciente, e em pacientes magras a camada subcutânea pode ser fina. A diferença entre as duas abordagens é simples de entender:

    Enxerto às cegasO plano é estimado pela sensação tátil e pela angulação da cânula. Depende inteiramente da percepção do cirurgião naquele momento.
    Enxerto guiado por ultrassomO plano é visualizado em tempo real. A imagem mostra a cânula, a fáscia muscular e a gordura sendo depositada acima dela.

    Tecnologia não para substituir conhecimento anatômico ou experiência. Tecnologia para aumentar a quantidade de informação disponível para uma tomada de decisão.

    A sensação tátil é uma percepção subjetiva. A imagem acrescenta uma informação objetiva.

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    O que o cirurgião consegue verificar com o ultrassom?

    Durante a lipoenxertia guiada, o ultrassom permite acompanhar elementos como:

    • A posição da ponta da cânula em relação à fáscia do músculo glúteo
    • A camada exata em que a gordura está sendo depositada
    • A distribuição do enxerto, evitando acúmulos em um único ponto
    • A espessura da gordura subcutânea disponível em cada região do glúteo

    Não estamos falando apenas de “ver o glúteo”. Estamos falando de transformar uma etapa da cirurgia que dependeria predominantemente da percepção do cirurgião em um procedimento no qual o plano do enxerto pode ser visualizado e documentado.

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    Ultrassom também pode ajudar no planejamento

    Outra utilização relevante está antes da própria cirurgia. O ultrassom pode ser usado na avaliação para medir a espessura da camada de gordura do glúteo e das áreas doadoras, entender onde existe espaço para receber enxerto e onde a pele precisa ser respeitada.

    Isso permite acrescentar um componente que eu valorizo muito: mensuração. Cirurgia plástica tem arte, obviamente. Nós lidamos com proporção, curvas, sombras, feminilidade e harmonia.

    Mas arte sem método não é suficiente quando estamos falando de medicina. Quanto mais conseguimos associar percepção estética a anatomia, planejamento e mensuração, mais sofisticado se torna o processo.

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    O ultrassom torna a lipoenxertia “sem risco”?

    Não. E é importantíssimo deixar isso muito claro. Nenhuma cirurgia é isenta de risco.

    O uso de ultrassom não transforma um procedimento cirúrgico em algo trivial e não substitui indicação correta, conhecimento anatômico, preparação pré-operatória, treinamento específico, estrutura hospitalar adequada ou acompanhamento pós-operatório. A lipoenxertia glútea continua envolvendo riscos como qualquer cirurgia: infecção, irregularidades, absorção parcial da gordura enxertada e complicações anestésicas.

    Inovação séria não é vender a ideia de perfeição. É entender exatamente o que uma tecnologia acrescenta e quais continuam sendo os seus limites.

    08

    Tecnologia ultrassônica e ultrassom são a mesma coisa?

    Não necessariamente. Essa confusão acontece bastante. São tecnologias diferentes trabalhando para objetivos diferentes:

    Tecnologia ultrassônicaEquipamentos que usam energia ultrassônica para emulsificar a gordura durante a lipoaspiração, como o VASER.
    Ultrassom de imagemImagem em tempo real para localizar, acompanhar ou verificar estruturas, como na técnica SIME durante o enxerto.

    Uma mesma cirurgia pode usar as duas: energia ultrassônica para tratar a gordura nas áreas doadoras e ultrassom de imagem para guiar onde essa gordura será colocada.

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    Lipoenxertia de glúteos pode ser associada à Lipo HD?

    Em pacientes selecionados, sim, e essa é uma das associações mais frequentes no contorno corporal. O motivo é relativamente simples: a Lipo HD já retira gordura de cintura, flancos e dorso para desenhar a silhueta. Essa mesma gordura, depois de tratada, pode ser enxertada no glúteo.

    O resultado visual não vem só do que foi colocado no glúteo. Vem da relação entre a cintura que ficou mais fina e o quadril que ficou mais projetado. Por isso, em muitas pacientes, tratar somente uma das duas coisas encontra uma limitação de proporção.

    Mas associação não significa indicação automática. Às vezes, menos cirurgia é a melhor cirurgia.

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    Por que eu valorizo tanto esse tipo de evolução?

    Porque cirurgia plástica não pode ficar parada. Aquilo que fazíamos há dez anos não obrigatoriamente representa o melhor que conseguimos fazer hoje. E aquilo que fazemos hoje provavelmente ainda será aperfeiçoado.

    “O elogio não me muda em nada; estou atrás das críticas, porque isso me faz melhorar.”

    É exatamente assim que inovação deveria funcionar. Não utilizar tecnologia para dizer que somos modernos. Utilizar tecnologia porque identificamos uma limitação, criticamos o processo atual e encontramos uma possibilidade de torná-lo mais mensurável, previsível ou seguro.

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    Então toda lipoenxertia de glúteos deveria utilizar ultrassom?

    O ultrassom acrescenta uma camada objetiva de verificação em uma etapa na qual o plano do enxerto é determinante para a segurança. Por isso eu o considero uma ferramenta valiosa nesse procedimento.

    Mas seria incorreto transformar isso em uma promessa. O ultrassom depende da experiência de quem o opera, exige treinamento específico e não substitui os demais pilares da cirurgia. Existem também técnicas e protocolos diferentes de lipoenxertia, cada um com suas particularidades.

    Portanto, a mensagem não é “existe ultrassom, então a cirurgia é segura”.

    A mensagem correta é: o ultrassom pode fornecer ao cirurgião informações objetivas adicionais sobre o plano do enxerto, dentro de um planejamento cirúrgico que continua dependendo de indicação, treinamento, anatomia e execução.

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    O que realmente importa para o paciente?

    Minha futura paciente não precisa dominar termos como plano subcutâneo profundo, fáscia glútea ou embolia gordurosa. Mas, quando estiver escolhendo onde realizar uma harmonização de glúteos, não procure apenas o nome da técnica. Pergunte:

    • Como o meu caso será estudado?
    • Em que plano a gordura será colocada, e como isso será confirmado?
    • Por que esse procedimento foi indicado para mim?
    • Que tecnologias serão realmente úteis no meu caso?
    • Quais são as limitações e os riscos?
    • Qual é o planejamento para alcançar um resultado proporcional ao meu corpo?

    Tecnologia sem indicação não resolve. O que transforma tecnologia em resultado é planejamento.

    Dúvidas frequentes

    Técnica SIME e ultrassom no glúteo

    É uma forma de realizar a lipoenxertia glútea com ultrassom em tempo real. O cirurgião acompanha na tela a posição da cânula e confirma que a gordura está sendo depositada no plano subcutâneo, acima do músculo.

    Porque a injeção intramuscular está associada à embolia gordurosa, a complicação mais grave da lipoenxertia glútea. Por isso as recomendações de segurança orientam o enxerto no plano subcutâneo. O ultrassom permite confirmar visualmente esse plano.

    Não. Nenhuma cirurgia é isenta de risco. O ultrassom acrescenta informação objetiva sobre o plano do enxerto, mas não substitui indicação correta, conhecimento anatômico, treinamento, estrutura adequada e acompanhamento pós-operatório.

    Em pacientes selecionadas, sim. A gordura retirada de cintura, flancos e dorso na Lipo HD pode ser tratada e enxertada no glúteo. A associação é frequente, mas não significa indicação automática.

    Em geral, pacientes com gordura disponível em áreas doadoras, boa qualidade de pele e expectativa de proporção, não apenas de volume. A indicação depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, a proposta é começar pela avaliação da paciente, da sua composição corporal, anatomia, gordura disponível, qualidade da pele e objetivos para definir se existe, ou não, indicação para a harmonização de glúteos e qual estratégia faz sentido para cada corpo.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    A cirurgia começa muito antes do centro cirúrgico. Ela começa com uma boa decisão.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • braco

    Contorno de braço

    Qual é o melhor jeito de afinar o braço?

    Muitas pessoas emagrecem, treinam, melhoram bastante o corpo e, mesmo assim, continuam incomodadas com o volume dos braços. Outras acreditam que uma lipoaspiração, sozinha, necessariamente deixará o braço fino e definido. O resultado depende de entender o que realmente está causando aquele volume: gordura localizada, flacidez de pele, pouca definição muscular ou uma combinação desses fatores.

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    Braço mais fino não é simplesmente braço com menos gordura.

    01

    Por que esse braço parece mais grosso?

    Antes de perguntar “qual procedimento afina o braço?”, a pergunta correta é essa. O volume do braço pode vir de causas diferentes, e cada uma pede uma estratégia:

    Gordura localizadaDepósitos que resistem mesmo após emagrecimento e treino. Quando há boa indicação, respondem a procedimentos de contorno.
    Flacidez de peleExcesso ou perda de elasticidade da pele. Retirar gordura, sozinho, não trata essa condição.
    Pouca definição muscularFalta de desenho entre braço, deltoide e axila. Aqui o problema não é volume, é proporção e transição.
    Combinação de fatoresNa maioria dos casos, dois ou três desses pontos aparecem juntos e precisam ser avaliados em conjunto.

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    Gordura localizada no braço: quando exercício não resolve tudo

    Dieta e atividade física são fundamentais para saúde, controle de peso e composição corporal. Cirurgia não deve ser utilizada como substituta desses hábitos.

    Mas também precisamos entender que o organismo não escolhe exatamente de onde irá retirar gordura quando uma pessoa emagrece. É possível perder peso, melhorar abdômen, pernas e cintura e ainda manter um depósito de gordura relativamente resistente na região dos braços.

    Nesses pacientes, quando existe uma boa indicação, a lipoaspiração pode ser utilizada para melhorar o contorno, e não simplesmente para retirar o maior volume possível.

    O objetivo de uma cirurgia de contorno corporal bem planejada não é “esvaziar” o braço. É desenhar proporções mais harmônicas.

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    Para afinar o braço, também precisamos olhar para a axila

    Um erro comum é pensar no braço apenas como a região entre o ombro e o cotovelo. Quando fazemos um planejamento de contorno corporal, precisamos observar também a transição entre braço, axila, tórax e costas.

    Existe paciente que apresenta um depósito de gordura bastante evidente próximo à região axilar. Se essa transição não for tratada adequadamente, podemos reduzir o volume do braço e ainda assim deixar o contorno visualmente pesado.

    Por isso, dentro do conceito de contorno corporal 360°, o braço precisa conversar com o restante do tronco.

    04

    E a definição do deltoide?

    Afinar não significa necessariamente deixar o braço extremamente pequeno. Em determinados pacientes, uma definição discreta e estratégica da região do deltoide pode criar uma percepção de braço mais atlético e mais bem desenhado.

    É semelhante ao que acontece em outras regiões do corpo: muitas vezes, o resultado visual vem da relação entre volume, sombra, transições anatômicas e proporção, e não simplesmente da quantidade de gordura retirada.

    No planejamento da Lipo HD, busca-se uma marcação suave do deltoide para que o braço acompanhe o aspecto atlético do restante do corpo.

    Naturalidade primeiro. Não faz sentido criar uma definição que não combine com o restante da anatomia do paciente.

    05

    Lipo de braço resolve flacidez?

    Nem sempre. E talvez esse seja o ponto mais importante deste artigo.

    Lipoaspiração trata principalmente gordura. Ela não deve ser confundida com uma cirurgia destinada a retirar grandes quantidades de pele. Se o braço apresenta gordura localizada e uma pele com capacidade adequada de retração, a lipo pode ser uma possibilidade.

    Mas quando existe excesso importante de pele ou flacidez significativa, simplesmente retirar gordura pode não entregar o resultado que o paciente espera. Esse mesmo princípio aparece no planejamento da Lipo HD: pacientes com excesso de flacidez podem não ser candidatos adequados à lipoaspiração isolada.

    É justamente por isso que indicação vale mais do que o nome da técnica.

    06

    Então qual é o melhor tratamento para afinar o braço?

    A resposta depende da anatomia. Cada cenário aponta para um caminho diferente:

    Gordura generalizadaSe o problema principal for excesso de gordura corporal como um todo, o primeiro caminho passa pela melhora da composição corporal, alimentação e atividade física.
    Gordura localizada persistenteCom boa qualidade de pele e um paciente próximo de um peso adequado, podemos discutir procedimentos de contorno.
    Flacidez importantePrecisamos analisar outras estratégias antes de qualquer promessa de resultado.
    Resultado atlético e proporcionalNão devemos avaliar apenas o braço isoladamente. Precisamos olhar braço, ombro, axila, tórax, costas e o restante do contorno corporal.

    É isso que transforma uma simples retirada de gordura em um verdadeiro planejamento de silhueta.

    07

    O braço precisa acompanhar o corpo

    Imagine uma paciente com abdômen, cintura e dorso extremamente definidos, mas com braços que mantêm um volume muito diferente do restante do corpo. O olhar percebe imediatamente essa quebra de proporção.

    Por isso eu costumo defender o conceito de que o corpo precisa ser pensado como um conjunto. Nos planejamentos de Lipo HD feminina, por exemplo, o braço é trabalhado justamente para acompanhar o tronco e produzir um resultado mais harmônico e natural.

    Não se trata de fazer mais cirurgia. Trata-se de fazer o planejamento correto.

    08

    Dá para ter um braço fino sem cirurgia?

    Em muitos casos, sim. Se existe excesso global de gordura corporal, redução de peso e atividade física podem mudar consideravelmente o braço. O exercício também melhora musculatura, postura e composição corporal.

    Como reforço frequentemente: cirurgia de contorno corporal não é substituta de dieta e atividade física. Ela entra quando existe uma indicação específica e quando aquilo que incomoda o paciente não pode ser adequadamente corrigido apenas pela mudança dos hábitos.

    09

    O que realmente determina um bom resultado?

    Não é retirar o máximo de gordura possível. É saber quanto retirar, de onde retirar e onde preservar volume. Na prática, isso significa:

    • Observar a qualidade da pele
    • Avaliar a musculatura
    • Analisar as transições entre braço e axila
    • Entender qual resultado combina com aquele paciente

    Dois braços aparentemente semelhantes podem precisar de estratégias completamente diferentes.

    Fotografias de antes e depois podem inspirar, mas nunca devem substituir uma avaliação individual.

    Dúvidas frequentes

    Como afinar o braço

    Nem sempre. A lipoaspiração trata principalmente gordura. Quando existe excesso importante de pele ou flacidez significativa, retirar gordura isoladamente pode não entregar o resultado esperado, e outras estratégias precisam ser avaliadas.

    Em muitos casos, sim, principalmente quando existe excesso global de gordura corporal. O ponto é que o organismo não escolhe de onde retira gordura, e alguns depósitos na região dos braços podem persistir mesmo após o emagrecimento.

    Em geral, pacientes com gordura localizada persistente, boa qualidade de pele e peso próximo do adequado. A indicação depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares.

    Porque a transição entre braço, axila, tórax e costas define o contorno. Se um depósito de gordura próximo à axila não for tratado, o braço pode ficar menor e o conjunto continuar visualmente pesado.

    O planejamento busca uma marcação suave do deltoide, para que o braço acompanhe o aspecto atlético do restante do corpo. A regra é naturalidade primeiro: a definição precisa combinar com a anatomia de cada paciente.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Não existe uma técnica única que seja a melhor para todas as pessoas. Existe a melhor indicação para cada anatomia. Por isso, não escolha a cirurgia antes de descobrir qual é o problema que precisa ser tratado. Na Consulta Panthère VIP, o objetivo é avaliar composição corporal, qualidade da pele, distribuição de gordura, proporções e expectativas para construir um planejamento individualizado.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Um braço bonito não precisa parecer menor. Precisa parecer proporcional ao seu corpo.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • 60+

    Cirurgia plástica 60+

    Depois dos 60 existe idade limite para transformar o corpo?

    Muitas mulheres 60+ convivem com flacidez abdominal, excesso de pele, gordura localizada e perda da definição da cintura, mas acreditam que já passaram da idade de operar. Não existe uma idade isolada que funcione como limite absoluto. O que define é a condição de saúde, a indicação correta e o preparo para o procedimento.

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    A idade registrada no documento não determina, sozinha, o que ainda pode ser feito pelo corpo.

    01

    Idade cronológica não é o mesmo que condição clínica

    Existem pacientes mais velhas em excelentes condições clínicas e pacientes mais jovens com fatores de risco capazes de impedir ou adiar uma cirurgia.

    Por isso a idade entra na avaliação como um dado entre vários, nunca como critério isolado. A pergunta que importa não é quantos anos a paciente tem, e sim como o corpo dela responde a um procedimento cirúrgico neste momento.

    02

    O que a avaliação precisa analisar antes de indicar

    Uma cirurgia plástica em paciente 60+ exige critérios ainda mais rigorosos. Alguns dos pontos avaliados:

    Saúde cardiovascularPressão arterial, histórico cardíaco e exames que mostram como o coração responde ao estresse de uma cirurgia.
    Doenças preexistentesCondições como o diabetes precisam estar controladas antes de qualquer indicação, porque interferem diretamente na recuperação.
    Peso e composição corporalA distribuição de gordura e a qualidade da pele mudam o que é possível alcançar e o que é seguro realizar.
    Histórico de tabagismoO cigarro compromete a cicatrização e costuma exigir suspensão por um período antes e depois do procedimento.
    Medicamentos em usoAlguns precisam ser ajustados ou suspensos com antecedência, sempre em conjunto com o médico que acompanha a paciente.
    Risco de tromboseAvaliado caso a caso e determina as medidas de prevenção adotadas durante e após a cirurgia.

    Somam-se a isso os exames laboratoriais e cardiológicos, além da avaliação da capacidade de cicatrização e de recuperação de cada paciente.

    03

    O planejamento precisa respeitar o corpo aos 60+

    O objetivo de uma cirurgia plástica após os 60 anos não é transformar uma mulher de 60 em uma mulher de 30. O planejamento busca a melhor versão possível daquela paciente, respeitando anatomia, saúde, estrutura corporal e objetivos.

    Em um caso tratado pelo Dr. Daniel Botelho, foi realizada uma lipoabdominoplastia HD para abordar excesso de pele, gordura localizada e o tronco como uma única unidade estética. O planejamento contemplou:

    • Deixar o abdômen mais plano
    • Recuperar a definição da cintura
    • Criar um contorno corporal mais proporcional
    • Produzir uma definição abdominal natural
    • Reconstruir cuidadosamente o umbigo
    • Posicionar a cicatriz de maneira baixa e discreta

    O resultado não depende apenas da retirada de pele ou gordura. Ele nasce da combinação entre diagnóstico, estratégia cirúrgica e atenção aos detalhes.

    04

    Segurança vem antes da transformação

    A indicação depende das necessidades e das condições clínicas de cada pessoa. Entre os procedimentos que podem ser avaliados estão:

    • Abdominoplastia
    • Lipoabdominoplastia
    • Lipoescultura
    • Mastopexia
    • Cirurgias para tratamento da flacidez dos braços
    • Cirurgias para tratamento do excesso de pele nas coxas
    • Combinação de procedimentos, quando houver segurança

    Nem toda paciente poderá realizar várias cirurgias no mesmo momento. Em alguns casos, dividir o tratamento em etapas é a decisão mais segura. Também pode ser necessário controlar doenças preexistentes, suspender o cigarro, ajustar medicamentos, reduzir o peso ou melhorar o condicionamento físico antes da cirurgia.

    Quando a cirurgia não é segura, o papel do cirurgião plástico é dizer não ou orientar qual é o melhor momento para realizá-la.

    Dúvidas frequentes

    Cirurgia plástica depois dos 60

    Não existe um número que funcione como limite absoluto. A decisão depende da avaliação clínica completa: condição cardiovascular, doenças preexistentes, medicamentos em uso e capacidade de recuperação. A idade entra nessa conta, mas não decide sozinha.

    Normalmente exames laboratoriais e avaliação cardiológica, além de outros solicitados conforme o histórico de cada paciente. A lista é definida na consulta, junto com a liberação dos médicos que já acompanham a paciente.

    A recuperação varia conforme a saúde geral, o tipo de procedimento e a capacidade de cicatrização de cada pessoa, não apenas pela idade. Por isso o preparo pré-operatório e o acompanhamento no pós têm peso ainda maior nessa faixa.

    Em alguns casos sim, quando a avaliação indica que a combinação é segura. Em outros, dividir o tratamento em etapas reduz o risco e permite uma recuperação mais tranquila. É uma decisão individual, não uma regra fixa.

    Nem sempre impede, mas exige preparo. O cigarro costuma precisar ser suspenso por um período e a pressão precisa estar controlada. Em vários casos a cirurgia deixa de ser inviável e passa a ser adiada até que essas condições estejam ajustadas.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Se você chegou até aqui pensando no próprio caso, o caminho não começa pela escolha de uma cirurgia. Começa por uma avaliação individual, com exame físico e conversa sobre o que você espera alcançar.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Cuidar de si não tem prazo de validade.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Rótulo

    Posicionamento médico

    Ter um rótulo profissional limita ou fortalece a autoridade do médico?

    Muitos médicos evitam assumir um posicionamento específico com medo de receber um rótulo. Acreditam que, ao serem reconhecidos por uma área, perderão pacientes interessados em outros tratamentos. No mercado médico, porém, o maior risco não é ser lembrado por uma especialidade. É não ser lembrado por nada.

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    O maior risco não é ser lembrado por uma especialidade. É não ser lembrado por nada.

    01

    O rótulo pode se transformar em posicionamento

    Quando um médico comunica muitos procedimentos diferentes ao mesmo tempo, o paciente tem dificuldade para entender qual é a sua principal autoridade.

    O rótulo, quando construído de forma estratégica, funciona como uma associação clara. Ele não fecha portas, organiza a percepção.

    02

    O que um rótulo bem construído comunica

    São quatro respostas que o público precisa encontrar rápido.

    Qual problema o médico resolveA dor concreta que motiva a busca por aquele profissional.
    Para quem o trabalho é indicadoO perfil de paciente que se reconhece naquela comunicação.
    Qual é a principal especialidadeA área em que a experiência está concentrada.
    Por que ele deve ser escolhidoO critério que diferencia, além de preço e proximidade.

    Isso não significa que o profissional esteja proibido de realizar outros procedimentos. Significa apenas que existe uma mensagem central guiando a comunicação.

    03

    Autoridade exige repetição

    Não basta publicar uma vez sobre determinado tema e esperar que o mercado reconheça a sua especialidade. Posicionamento é construído pela repetição coerente de uma mensagem.

    Quanto mais o médico aprofunda um assunto, apresenta casos, explica decisões e demonstra experiência, mais forte fica a associação com aquela área.

    O que alguns chamam de rótulo pode ser exatamente aquilo que transforma um profissional competente em uma referência reconhecida.

    04

    Escolha pelo que você quer ser lembrado

    O mercado sempre criará uma percepção sobre o seu trabalho. A diferença está em decidir se essa percepção será construída por acaso ou de maneira estratégica.

    Em vez de fugir de um rótulo, escolha conscientemente o território que deseja ocupar. Ser reconhecido por algo é o primeiro passo para deixar de disputar atenção apenas por preço.

    Dúvidas frequentes

    Rótulo e posicionamento

    Não impede realizar outros procedimentos. O que muda é a mensagem central da comunicação. Na prática, quem é lembrado por algo específico costuma ser procurado também para o restante, porque a confiança já foi estabelecida.

    Rótulo é a percepção que o mercado cria, com ou sem a sua participação. Posicionamento é essa mesma percepção construída de forma intencional, com um tema escolhido e repetido de maneira coerente.

    Não existe prazo fixo, porque depende da consistência. O que define não é o tempo, é a repetição: quantas vezes aquele tema apareceu, com que profundidade e com que coerência ao longo dos meses.

    Pelo cruzamento entre o que você domina tecnicamente, o que gosta de operar e o que tem demanda na sua região. Um posicionamento que ignora qualquer um desses três pontos costuma não se sustentar.

    Dá, mas leva tempo, porque exige desconstruir uma associação já formada. É mais eficiente ajustar aos poucos, ampliando a partir do território que já foi conquistado, do que trocar de tema do zero.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Se você chegou até aqui pensando no próprio caso, o caminho começa por uma avaliação individual, com exame físico e conversa sobre o que você espera alcançar.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Ser reconhecido por algo é onde tudo começa.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
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  • Laser

    Tecnologia e indicação

    Laser substitui cirurgia plástica? Entenda os limites do tratamento

    O laser ganhou espaço nos tratamentos estéticos por estimular colágeno, melhorar a textura da pele e auxiliar em algumas alterações. Isso não significa que ele resolva todos os graus de flacidez.

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    O melhor tratamento não é o mais moderno. É o indicado corretamente.

    01

    O que o laser faz, e até onde vai

    A indicação depende da estrutura que precisa ser tratada. Em casos de flacidez leve, o laser pode contribuir para uma pele mais firme e uniforme, estimulando a produção de colágeno.

    Quando existe excesso importante de pele, afastamento muscular ou alteração do contorno corporal, apenas estimular colágeno pode não entregar o resultado esperado. São situações diferentes, e cada uma pede uma conduta.

    02

    O que avaliamos antes de escolher

    Tecnologia não corrige uma indicação errada. O problema não está no laser, está na expectativa criada ao redor dele. Nenhuma tecnologia deve ser apresentada como solução universal.

    O grau de flacidezLeve, moderada ou acentuada muda completamente a conduta.
    A qualidade da peleEspessura, elasticidade e capacidade de retração.
    A presença de excesso de peleSobra de pele não some com estímulo de colágeno.
    A estrutura muscularAfastamento dos músculos abdominais exige correção cirúrgica.
    O resultado desejadoO que a paciente espera precisa caber no que é possível.

    03

    Complemento ou substituto

    Em alguns casos, o laser é utilizado como complemento de uma cirurgia, ajudando na qualidade da pele antes ou depois do procedimento.

    Em outros, a cirurgia é o único caminho capaz de remover o excesso de pele e reposicionar os tecidos adequadamente. Nesses casos, insistir apenas na tecnologia costuma significar tempo e dinheiro gastos sem chegar ao resultado.

    Se a promessa é resolver qualquer grau de flacidez com um único aparelho, sem avaliação prévia, isso é sinal de alerta.

    04

    O diagnóstico vem antes do equipamento

    Antes de decidir pelo laser ou por qualquer outro procedimento, procure uma avaliação individualizada com um cirurgião plástico qualificado.

    Segurança, indicação precisa e expectativa realista são o que separa um tratamento que funciona de um que apenas parece moderno.

    Dúvidas frequentes

    Laser e flacidez

    Depende do grau. Em flacidez leve, pode melhorar firmeza e textura. Quando há sobra de pele ou afastamento dos músculos abdominais, o estímulo de colágeno não corrige a estrutura, e o resultado tende a ficar aquém do esperado.

    São indicações diferentes. A abdominoplastia remove excesso de pele e reposiciona tecidos, algo que nenhuma tecnologia faz. Em pacientes sem sobra de pele, o laser pode ser suficiente para o objetivo.

    Sim, e é comum. A tecnologia pode entrar como complemento, melhorando a qualidade da pele em associação com o procedimento cirúrgico, sempre conforme a indicação de cada caso.

    Varia conforme o equipamento, a área tratada e a resposta da pele. Essa definição faz parte do planejamento e só é possível depois da avaliação presencial.

    Pelo exame físico. É ele que mostra o grau de flacidez, a qualidade da pele e a condição da musculatura. A partir daí definimos se o caminho é tecnologia, cirurgia ou a associação dos dois.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Antes de indicar qualquer tratamento, examinamos o seu caso: o grau de flacidez, a qualidade da pele, a estrutura muscular e o que você espera alcançar. É essa leitura que define a conduta, não o equipamento disponível.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa e não substitui a consulta médica. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    A tecnologia certa depende do diagnóstico certo.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
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  • Segurança

    Antes de decidir

    Segurança em procedimentos estéticos: o que avaliar antes de qualquer decisão

    A busca pela beleza não pode custar a sua saúde. Com as redes sociais, procedimentos invasivos passaram a ser divulgados como se fossem simples, rápidos e livres de risco. Nenhum vídeo, curso rápido ou treinamento superficial substitui formação médica completa.

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    Na cirurgia plástica, segurança não é um diferencial. É o princípio de tudo.

    01

    Segurança não começa no dia da cirurgia

    Ela precisa estar presente desde o primeiro contato. Antes de indicar qualquer procedimento, o médico conhece o histórico da paciente, avalia exames, identifica fatores de risco e entende se aquela cirurgia é mesmo adequada para o caso.

    Uma indicação responsável considera:

    • Estado geral de saúde e doenças preexistentes
    • Medicamentos em uso
    • Histórico de cirurgias anteriores
    • Condições para realizar o pós-operatório
    • Limites e expectativas da paciente

    Nem sempre realizar o procedimento desejado é a decisão mais segura. Em alguns casos, adiar, adaptar o planejamento ou até contraindicar a cirurgia é a conduta correta.

    02

    Formação e experiência fazem diferença

    Procedimentos cirúrgicos exigem anos de formação, treinamento e prática. Conhecer uma técnica não é apenas saber executar movimentos: é dominar a anatomia, prevenir complicações e agir rápido quando algo inesperado acontece.

    Quando um procedimento é realizado por alguém sem conhecimento profundo de anatomia, sem estrutura adequada ou sem capacidade de conduzir uma complicação, as consequências podem ser graves. Infecção, necrose, deformidade, embolia, dificuldade respiratória e morte estão entre os desfechos possíveis.

    Antes de escolher um profissional, verifique formação, experiência, registro no conselho e estrutura de atendimento. Resultado publicado em rede social não deve ser o único critério de escolha.

    03

    O ambiente também interfere na segurança

    A cirurgia precisa acontecer em uma estrutura preparada, com equipe qualificada, equipamento adequado e protocolo para emergência.

    Anestesia, acompanhamento pós-operatório e acesso ao médico fazem parte do procedimento. Uma cirurgia não termina quando a paciente deixa o centro cirúrgico.

    04

    Sinais que pedem atenção

    Alguns pontos merecem cautela antes de fechar qualquer procedimento.

    Preço muito abaixoValor bem distante do praticado costuma significar corte em algum lugar.
    Sem avaliação completaIndicação fechada sem histórico, exames e exame físico.
    Garantia de resultadoNenhum resultado pode ser prometido, porque cada organismo responde de um jeito.
    Procedimento vendido como simplesToda cirurgia envolve risco, e minimizar isso é sinal de alerta.
    Pressa para decidirPrazo curto e oferta por tempo limitado não combinam com decisão cirúrgica.
    Sem plano para o pósRetorno, drenagem e acesso ao médico precisam estar definidos antes.

    Toda cirurgia envolve riscos. O papel de uma equipe responsável é reduzir esses riscos com planejamento, técnica, estrutura e acompanhamento, nunca escondê-los da paciente.

    05

    A decisão mais importante acontece antes do procedimento

    A estética pode transformar a autoestima, mas nenhuma transformação vale mais do que a vida. Escolher com responsabilidade não é exagero, é proteção.

    Antes de qualquer procedimento, procure informação, faça perguntas e não deixe a pressa ser maior que o cuidado.

    Dúvidas frequentes

    Segurança na cirurgia plástica

    Consulte o número do CRM no site do Conselho Regional de Medicina do estado e verifique o RQE, que é o registro de qualificação de especialista. Os dois são públicos e a consulta leva menos de um minuto.

    Nem sempre, mas valor muito distante do praticado costuma indicar corte em algum ponto: equipe, estrutura, material ou acompanhamento. Vale entender exatamente o que está incluído antes de comparar.

    Histórico de saúde, doenças preexistentes, medicamentos em uso, cirurgias anteriores, exame físico, exames laboratoriais quando indicados e uma conversa sobre expectativas e limites do procedimento.

    Sim. Nenhum procedimento cirúrgico é isento de risco. O que muda é o quanto esse risco é reduzido por planejamento, técnica, estrutura e acompanhamento, e o quanto ele é explicado com clareza antes da decisão.

    É parte do procedimento, não um extra. Retornos, orientação de cuidados e acesso ao médico devem estar definidos antes de a cirurgia acontecer.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. A avaliação é onde a segurança começa: é ali que analisamos o seu histórico, os seus exames e as suas expectativas para definir se, quando e como um procedimento faz sentido para o seu caso.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa e não substitui a consulta médica. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Todo procedimento cirúrgico envolve riscos, e os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Nenhuma transformação vale mais do que a vida. Escolha com informação.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Exame

    Mama · Implantes de silicone

    Exame para prótese de silicone: quando fazer e por quê

    Você colocou a prótese, está satisfeita com o resultado, não sente dor e visualmente parece tudo certo. Isso significa que nenhum exame é necessário? Não é bem assim. A prótese precisa ser acompanhada ao longo dos anos, e algumas alterações acontecem sem produzir sintoma nenhum.

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    Ausência de sintomas não é sinônimo de prótese íntegra.

    01

    Por que fazer exame mesmo sem sentir nada

    Existe uma diferença que muda tudo: uma coisa é o exame que avalia a mama, outra é o exame que avalia a integridade da prótese. São estruturas diferentes, com objetivos de investigação diferentes.

    Quando uma prótese sofre ruptura, nem sempre a mulher percebe. É o que se chama de ruptura silenciosa: sem dor, sem alteração importante no formato e sem mudança perceptível ao toque. A própria FDA destaca que muitas rupturas de implantes preenchidos com gel de silicone são assintomáticas.

    O raciocínio “se eu não sinto nada, está tudo bem” pode até estar certo. Mas a forma correta de responder a essa pergunta é com acompanhamento médico e, quando indicado, exame de imagem.

    02

    Qual exame avalia a integridade da prótese

    Dois exames são especialmente relevantes nessa avaliação.

    • Ultrassonografia: usada no acompanhamento e na investigação da integridade do implante
    • Ressonância magnética: alta capacidade para investigar rupturas, principalmente quando há suspeita clínica ou quando o ultrassom fica duvidoso

    Como referência internacional, a FDA recomenda que pacientes assintomáticas com implantes de silicone façam o primeiro ultrassom ou ressonância cerca de 5 a 6 anos após a colocação, repetindo o acompanhamento a cada 2 a 3 anos. Havendo sintomas ou ultrassom inconclusivo para ruptura, a ressonância é a indicada.

    Isso não quer dizer que todas as pacientes seguirão o mesmo calendário. Histórico médico, idade da prótese, sintomas, tipo de implante e avaliação clínica entram na conta, caso a caso.

    03

    Mamografia também é exame da prótese?

    Aqui mora uma confusão muito comum. A mamografia segue sendo fundamental para o rastreamento do câncer de mama quando indicada, inclusive em mulheres com implantes. Mas o objetivo principal dela não é verificar se a prótese está íntegra.

    A mamografia não substitui automaticamente o exame usado para investigar a integridade de uma prótese de silicone.

    Quem tem implantes e está na faixa indicada para rastreamento deve manter a mamografia conforme orientação médica. Ao marcar, informe ao serviço que possui implantes mamários, para que sejam usadas as técnicas adequadas. O acompanhamento precisa cobrir a mama e a prótese.

    04

    Prótese vence em 10 anos?

    Não existe regra universal determinando que toda mulher precisa trocar a prótese exatamente aos 10 anos. Por outro lado, também não é correto tratar o implante como dispositivo para a vida inteira.

    A FDA orienta que implantes mamários não devem ser considerados dispositivos vitalícios e explica que, quanto maior o tempo de permanência, maior pode ser a chance de a paciente precisar de nova cirurgia para retirar ou substituir a prótese.

    A decisão de trocar precisa considerar como está a prótese, como está a mama, se existem sintomas, se houve alteração no formato, o resultado dos exames, as condições da cápsula ao redor do implante e os objetivos atuais da paciente. É uma decisão individual, não uma data no calendário.

    05

    Sinais que pedem avaliação antes do próximo exame

    Mesmo com acompanhamento programado, algumas mudanças justificam procurar o cirurgião antes da data prevista.

    Formato ou tamanhoMudança perceptível em uma das mamas.
    Assimetria novaDiferença que não existia antes entre os lados.
    EndurecimentoÁreas endurecidas, nódulos ou mama mais rígida.
    Dor ou sensibilidadeDor persistente ou alteração da sensibilidade.
    InchaçoAumento de volume sem causa aparente.
    Qualquer mudança novaNa dúvida, avaliação clínica antes do prazo.

    Ainda assim, a mensagem mais importante é outra: não espere um sintoma aparecer para começar a acompanhar a prótese. Justamente porque parte das rupturas é silenciosa, não sentir nada não é garantia de que o implante esteja íntegro.

    06

    Fazer exame não significa que a prótese será trocada

    Acompanhar também não é procurar problema onde ele não existe. O objetivo do exame é obter informação. Se a prótese está íntegra, seguimos acompanhando. Se existe alteração, entendemos exatamente o que aconteceu e discutimos a melhor conduta.

    O que não faz sentido é decidir de antemão que toda prótese será trocada depois de um número fixo de anos, sem avaliar a paciente. Medicina se faz com avaliação, diagnóstico e individualização.

    Dúvidas frequentes

    Exame e prótese de silicone

    Ultrassonografia e ressonância magnética podem ser usadas na avaliação da integridade do implante. O exame mais adequado depende do contexto clínico e da orientação médica.

    Quando houver indicação de rastreamento do câncer de mama, sim. Ter prótese não elimina a necessidade de acompanhar o tecido mamário. Informe ao serviço que possui implantes para que a técnica adequada seja utilizada.

    Ela pode eventualmente identificar algumas alterações, especialmente silicone extracapsular, mas não é o principal exame para investigar ruptura intracapsular.

    Não existe regra automática de troca aos 10 anos. A decisão considera avaliação clínica, exames, sintomas e as condições da mama e do implante.

    A ausência de sintomas não exclui alterações na prótese. Por isso o acompanhamento periódico deve ser discutido com o seu médico.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Se você tem prótese de silicone e não sabe quando fez o último exame, a avaliação permite analisar o seu histórico, o tempo de colocação do implante, os exames anteriores e as condições atuais da mama para definir um acompanhamento individualizado.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa e não substitui a consulta médica. As referências de periodicidade citadas seguem orientações internacionais e não determinam a conduta individual, que depende de avaliação clínica, histórico e exames de cada paciente. Resultados variam conforme as características de cada pessoa e não podem ser garantidos.

    Não espere o calendário decidir por você. Cuide da mama, acompanhe a prótese.

    Agendar minha avaliação

    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Investigar

    Mama · Implantes e explante

    Silicone ou menopausa: por que investigar antes de retirar a prótese

    Cansaço constante, dores pelo corpo, dificuldade de concentração e raciocínio lento aparecem tanto na menopausa quanto em mulheres com implantes mamários. Antes de decidir pelo explante, é preciso investigar o organismo por inteiro.

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    A retirada do silicone não é um teste diagnóstico. É uma cirurgia, e precisa de indicação.

    01

    Sintomas que podem gerar confusão

    Muitas mulheres, principalmente depois dos 40 anos, passam a apresentar mudanças que afetam diretamente a qualidade de vida. Entre as queixas mais frequentes estão:

    • Cansaço que não melhora mesmo após dormir
    • Dores nas articulações e nos músculos
    • Dificuldade para encontrar palavras
    • Falta de concentração e sensação de cabeça lenta
    • Queda no desempenho físico ou mental
    • Alterações no sono e no humor

    Esses sintomas são relatados por mulheres na menopausa e também por pacientes com implantes mamários. Nenhum deles, isoladamente, comprova que o silicone seja o responsável.

    02

    O que investigar na prótese

    A presença dos sintomas deve ser levada a sério, mas isso não significa que a prótese seja obrigatoriamente a causa. Antes de relacionar tudo ao silicone, é importante entender quando os sintomas começaram, como evoluíram e se existem outras condições envolvidas.

    A integridade dos implantes também precisa ser avaliada, considerando:

    • Tempo desde a colocação
    • Presença de dor ou endurecimento
    • Mudanças no formato das mamas
    • Sinais de ruptura
    • Contratura capsular
    • Alterações percebidas nos exames de imagem

    A prótese precisa ser avaliada, mas a investigação não pode parar nela.

    03

    Por que investigar também a menopausa

    A menopausa provoca mudanças hormonais capazes de afetar energia, memória, concentração, sono, musculatura, articulações e estado emocional. Sintomas que parecem ligados ao silicone podem ter origem hormonal ou resultar da soma de vários fatores.

    Além da menopausa, outras causas possíveis incluem anemia, alterações da tireoide, deficiências de vitaminas, distúrbios do sono, doenças reumatológicas, alterações metabólicas, uso de determinados medicamentos e estresse crônico.

    Sem uma avaliação adequada, a paciente pode atribuir o problema à prótese, passar por uma nova cirurgia e continuar sentindo exatamente os mesmos sintomas.

    04

    Retirar a prótese resolve?

    Em algumas mulheres os sintomas melhoram após o explante. Em outras eles permanecem, porque a causa real não estava dentro da mama ou nunca chegou a ser investigada.

    Por isso o explante não deve ser usado como teste para descobrir a origem dos sintomas. Ele é uma cirurgia e, como qualquer procedimento cirúrgico, precisa de indicação bem definida. Tomar essa decisão sem investigação pode gerar frustração, novos riscos e expectativas que talvez não sejam correspondidas.

    05

    O que investigar na prática

    O caminho envolve diferentes profissionais e exames, definidos conforme o histórico de cada paciente.

    Avaliação clínicaHistórico completo, início e evolução dos sintomas.
    Exames laboratoriaisInvestigação de anemia e de deficiências nutricionais.
    Análise hormonalPerfil hormonal e avaliação da tireoide.
    Avaliação reumatológicaQuando há dor articular e muscular persistente.
    Qualidade do sonoDistúrbios do sono explicam parte do cansaço e da concentração.
    Imagem das mamasUltrassonografia ou ressonância e integridade das próteses.

    O objetivo é descobrir se os sintomas estão relacionados ao silicone, à menopausa, a outra condição de saúde ou à combinação de vários fatores.

    Dúvidas frequentes

    Silicone, menopausa e explante

    Esses sintomas existem e devem ser levados a sério, mas não são exclusivos de quem tem implantes. Eles também aparecem na menopausa e em várias outras condições. Por isso a conduta é investigar, e não presumir.

    O explante não funciona como teste diagnóstico. É uma cirurgia com riscos próprios e precisa de indicação definida. Se a causa dos sintomas estiver fora da mama, eles continuam depois do procedimento.

    Pela avaliação clínica somada a exames laboratoriais e hormonais. A menopausa altera energia, memória, sono, musculatura, articulações e humor, o que explica boa parte da sobreposição com as queixas atribuídas ao silicone.

    Em geral ultrassonografia ou ressonância das mamas, que ajudam a identificar sinais de ruptura e contratura capsular. A escolha depende do tempo de implante e do exame clínico.

    Aí sim o explante passa a ter indicação, e o planejamento é feito com clareza sobre o que esperar do resultado, incluindo a decisão sobre substituir ou não os implantes.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Se você tem próteses e começou a perceber mudanças no organismo, o ponto de partida é investigar, com uma avaliação individualizada, antes de decidir por uma nova cirurgia.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa e não substitui a consulta médica. A indicação de explante depende de avaliação individual, exames e, quando necessário, acompanhamento conjunto com outras especialidades. Resultados variam conforme as características de cada paciente e não podem ser garantidos.

    Antes de escolher uma nova cirurgia, escolha investigar.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Caneta

    Segurança em cirurgia plástica

    Caneta para emagrecer antes da cirurgia: por que esse detalhe muda a anestesia

    A caneta para emagrecer ajuda no controle do peso, mas o uso próximo a uma cirurgia exige atenção. Medicamentos como a semaglutida e a tirzepatida retardam o esvaziamento do estômago, e isso altera o preparo necessário para a anestesia.

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    Esconder o uso da caneta ou suspender por conta própria não protege a cirurgia. Coloca ela em risco.

    01

    Como a caneta interfere no esvaziamento do estômago

    Esses medicamentos fazem com que o alimento permaneça no estômago por mais tempo. Na prática, isso significa que o jejum recomendado antes da cirurgia pode não garantir que o órgão esteja realmente vazio.

    Durante a anestesia, os reflexos naturais que protegem as vias respiratórias ficam reduzidos. Caso ainda exista conteúdo no estômago, ele pode retornar e alcançar os pulmões.

    Essa complicação é chamada de aspiração pulmonar e pode levar a pneumonia aspirativa, insuficiência respiratória, necessidade de intubação prolongada e internação.

    02

    Cumprir o jejum é suficiente?

    Nem sempre. Um estudo prospectivo brasileiro acompanhou 220 pacientes que seguiram rigorosamente as orientações de jejum. Entre aqueles que haviam utilizado semaglutida nos dias anteriores, uma parcela expressiva ainda apresentava conteúdo gástrico aumentado.

    Isso não quer dizer que toda pessoa que usa a caneta terá uma complicação. Quer dizer que o jejum, sozinho, não é medida suficiente para avaliar a segurança de quem faz uso desse tipo de medicamento.

    03

    É preciso suspender a caneta antes da cirurgia?

    A caneta para emagrecer não deve ser suspensa por conta própria. A orientação muda de acordo com vários fatores:

    • Medicamento utilizado e dose atual
    • Frequência de aplicação e tempo de tratamento
    • Aumento recente da dose
    • Presença de náusea, refluxo ou sensação de estômago cheio
    • Tipo de cirurgia e tipo de anestesia
    • Condições clínicas do paciente

    Não existe um intervalo único de suspensão que seja seguro para todas as pessoas. A decisão é individualizada e tomada em conjunto pelo médico que prescreveu o medicamento, pelo cirurgião e pelo anestesista.

    04

    O que informar na avaliação pré-operatória

    Leve essas informações prontas para a consulta. Elas mudam a conduta da equipe.

    Qual canetaO nome do medicamento que você utiliza hoje.
    Dose e frequênciaQuanto você aplica e de quanto em quanto tempo.
    Última aplicaçãoA data exata da aplicação mais recente.
    Tempo de usoHá quanto tempo iniciou e se a dose subiu recentemente.
    Sintomas digestivosNáusea, refluxo, empachamento ou vômitos.
    Outros medicamentosTudo que você usa de forma contínua, incluindo manipulados.

    Não omita essas informações por medo de a cirurgia ser adiada. Reorganizar o planejamento é sempre mais seguro do que descobrir o problema dentro da sala cirúrgica.

    Dúvidas frequentes

    Caneta para emagrecer e cirurgia

    Não impede. O uso da caneta passa a fazer parte do planejamento pré-operatório, e a equipe define a conduta mais segura para o seu caso.

    Não. A suspensão precisa ser decidida em conjunto pelo médico que prescreveu o medicamento, pelo cirurgião e pelo anestesista, porque envolve o controle metabólico e a segurança anestésica ao mesmo tempo.

    Nem sempre. Como o medicamento retarda o esvaziamento gástrico, o jejum isolado pode não bastar para garantir que o estômago esteja vazio no momento da anestesia.

    A equipe planeja a anestesia com uma informação incompleta. Isso aumenta o risco de aspiração pulmonar, uma complicação que pode ser grave e que seria evitável com a informação em mãos.

    Em situações selecionadas, o anestesista pode solicitar a avaliação do conteúdo gástrico antes do procedimento. A indicação depende do quadro clínico e do tipo de cirurgia.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Se você utiliza a caneta para emagrecer e está considerando uma cirurgia, o ponto de partida é uma avaliação individualizada, com o seu histórico completo em mãos.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa e não substitui a consulta médica. A conduta sobre o uso de medicamentos para emagrecimento antes de uma cirurgia depende de avaliação individual e da orientação conjunta do médico prescritor, do cirurgião e do anestesista. Resultados variam conforme as características de cada paciente e não podem ser garantidos.

    Agende sua avaliação e leve o seu histórico completo para a consulta.

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