Categoria: Cirurgia Plástica

  • Eletroforese

    Segurança pré-operatória

    Eletroforese de hemoglobina: o exame que pode revelar um risco silencioso antes da lipoaspiração

    Você pode manter uma rotina saudável, praticar exercícios, não apresentar anemia e ainda carregar uma alteração no sangue sem saber. Em determinados casos, essa condição silenciosa pode interferir no planejamento de uma cirurgia plástica.

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    Dr. Daniel Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Londrina e São Paulo

    Dr. Daniel Botelho, cirurgião plástico de contorno corporal e mama

    Uma cirurgia segura começa muito antes da cânula. Começa com uma investigação clínica cuidadosa.

    Dr. Daniel Botelho, sobre planejamento pré-operatório
    Dr. Daniel Botelho com a equipe no centro cirúrgico

    O exame

    O que é a eletroforese de hemoglobina?

    É um exame de sangue que identifica os diferentes tipos de hemoglobina presentes no organismo, a proteína responsável por transportar oxigênio dos pulmões para os tecidos. Diferentemente do hemograma comum, a eletroforese detecta alterações específicas na composição da hemoglobina.

    • Demonstra variantes como hemoglobinas A, A2, F e S.
    • Identifica hemoglobinopatias que passam despercebidas em exames convencionais.
    • Um hemograma normal não descarta o traço falciforme.
    Clínica Panthère, ambiente de avaliação

    A diferença que precisa ficar clara

    Traço falciforme não é anemia falciforme

    A anemia falciforme é uma forma de doença falciforme. Já o traço falciforme ocorre quando a pessoa herda apenas um gene relacionado à hemoglobina S: em geral não há sintomas, e é possível passar a vida inteira sem saber da alteração. Segundo o Ministério da Saúde, a eletroforese pode detectar alterações relacionadas à doença e ao traço em jovens e adultos ainda não diagnosticados, e o exame está disponível pelo SUS.

    • Quem possui o traço, em geral, não apresenta sintomas.
    • Situações extremas de baixa oxigenação e desidratação exigem atenção individualizada.
    • Detectar antes da cirurgia permite planejar com responsabilidade.
    Dr. Daniel Botelho durante o planejamento cirúrgico

    A relação com a cirurgia

    O que isso tem a ver com a lipoaspiração?

    Durante uma lipoaspiração, a pele depende de uma extensa rede de pequenos vasos para continuar recebendo sangue e oxigênio. Essa microcirculação é fundamental para a recuperação dos tecidos, e quando ela é comprometida podem surgir complicações graves, como sofrimento de pele, feridas e necessidade de novas cirurgias.

    • Ter o traço não significa que haverá complicação.
    • Qualquer alteração precisa ser analisada com cautela antes de uma cirurgia eletiva.
    • A análise envolve as equipes cirúrgica, anestésica e hematológica quando necessário.
    Clínica Panthère, ambiente de acompanhamento

    Além do básico

    Por que o hemograma pode não ser suficiente?

    O hemograma avalia quantidade de hemácias, leucócitos, plaquetas e a concentração total de hemoglobina, mas não identifica detalhadamente quais tipos de hemoglobina estão presentes. A eletroforese vai além: detecta a hemoglobina S e outras variantes que os exames pré-operatórios convencionais não mostram.

    • Ausência de anemia ou cansaço não elimina a possibilidade de hemoglobinopatia.
    • O resultado não deve ser interpretado isoladamente pela paciente.
    • Percentuais de segurança variam conforme o protocolo médico e o caso.

    Registros de pacientes

    Casos reais, com finalidade educativa

    Registros fotográficos de pacientes do Dr. Daniel Botelho, divulgados com autorização prévia e por escrito. As imagens têm caráter informativo sobre as técnicas empregadas e não representam promessa ou garantia de resultado.

    Registro autorizado de paciente submetida a Lipo HD feminina
    Lipo HD femininaregistro autorizado
    Registro autorizado de paciente submetida a Lipo HD feminina
    Lipo HD femininaregistro autorizado

    Aviso: imagens sem qualquer edição ou manipulação, publicadas mediante autorização expressa das pacientes. Cada organismo responde de forma individual: os resultados variam conforme anatomia, indicação e cuidados pós-operatórios, e não podem ser garantidos. Publicação em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

    Quando o exame muda o plano

    E se o resultado apresentar alteração?

    Quando a eletroforese apresenta uma variante ou uma proporção inesperada de hemoglobinas, o planejamento cirúrgico pode ser interrompido temporariamente para uma investigação mais completa. Um número isolado não determina, sozinho, se alguém está ou não liberada para operar: segurança vem antes do resultado estético.

    • Avaliação com hematologista e exames complementares.
    • Revisão do histórico pessoal e familiar.
    • Adequação da extensão da cirurgia, mudança de estratégia, adiamento ou contraindicação.

    Perguntas frequentes

    O que as pacientes perguntam

    Toda paciente que fará lipoaspiração precisa realizar eletroforese?

    A indicação deve ser definida pelo cirurgião responsável durante a avaliação pré-operatória. Não existe uma lista universal de exames que substitua a análise individual: histórico familiar, origem étnica, cirurgias anteriores, doenças associadas, extensão do procedimento e protocolo da equipe influenciam a decisão.

    Ter traço falciforme impede a cirurgia?

    Não necessariamente. Ter o traço não significa que a complicação vai acontecer. Significa que a alteração precisa ser analisada com cautela, considerando a extensão do procedimento, o estado clínico e a avaliação das equipes envolvidas.

    Um hemograma normal não basta?

    O hemograma não identifica detalhadamente os tipos de hemoglobina presentes no sangue. Uma pessoa pode ter hemograma aparentemente normal e ainda possuir o traço falciforme. É a eletroforese que revela essas variantes.

    O que acontece se o exame vier alterado?

    O planejamento pode ser pausado para investigação: avaliação com hematologista, exames complementares, revisão de histórico, adequação da extensão da cirurgia, mudança de estratégia, adiamento ou contraindicação, conforme o caso.

    O exame está disponível pelo SUS?

    Sim. Segundo o Ministério da Saúde, a eletroforese de hemoglobina pode ser utilizada para detectar alterações relacionadas à doença e ao traço falciforme em jovens e adultos ainda não diagnosticados, e está disponível pelo SUS.

    A consulta

    O melhor resultado começa pelo diagnóstico

    Antes de escolher uma técnica, é necessário conhecer a paciente. A Consulta Panthère VIP proporciona uma avaliação completa e individualizada: histórico, exames, anatomia e objetivos, para construir um plano cirúrgico seguro, proporcional e coerente com o seu corpo. Converse com o seu cirurgião sobre os exames necessários para o seu caso.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

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  • Barriga

    Pós-operatório · Segurança

    Cinta muito apertada aumenta o risco de trombose? Entenda os cuidados

    A cinta modeladora faz parte do pós-operatório das cirurgias do abdômen. Porém, existe um mito perigoso: o de que quanto mais apertada, melhor o resultado. Entenda como o uso incorreto pode interferir na circulação e qual é a forma segura de encarar a recuperação.

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    Dr. Daniel Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Londrina e São Paulo

    Dr. Daniel Botelho, cirurgião plástico de contorno corporal e mama

    O pós-operatório não é uma competição para descobrir quem suporta a cinta mais apertada.

    Dr. Daniel Botelho, sobre recuperação segura
    Dr. Daniel Botelho em procedimento cirúrgico

    O perigo silencioso

    O que são estase venosa e trombose?

    Após uma cirurgia, o corpo passa por um período de menor mobilidade. Quando o sangue circula de forma mais lenta pelas veias profundas das pernas, ocorre a chamada estase venosa. Se o sangue fluir devagar demais, podem surgir consequências sérias.

    • Formação de coágulo na perna, a Trombose Venosa Profunda.
    • Se o coágulo viaja até os pulmões, ocorre a Embolia Pulmonar, condição grave.
    • A trombose nem sempre avisa: pode não haver nenhum sinal evidente.
    Dr. Daniel Botelho durante planejamento cirúrgico

    O que a ciência mostra

    Compressão demais ajuda ou atrapalha?

    Pesquisas publicadas em revistas científicas de renome internacional avaliaram o fluxo sanguíneo na veia femoral em três cenários: sem compressão, com cinta compressiva e com faixa abdominal. O resultado: a compressão abdominal excessiva aumentou a estase venosa, reduzindo a velocidade do sangue nas pernas.

    • A cinta, por si só, não é vilã.
    • A compressão exagerada e mal ajustada prejudica o retorno venoso.
    • Lentidão do fluxo é um dos fatores de risco no pós-operatório.
    Clínica Panthère, ambiente de avaliação

    Fique atenta ao seu corpo

    Quais são os sinais de alerta?

    A trombose nem sempre apresenta sintomas claros, mas é fundamental monitorar qualquer alteração nos dias posteriores à cirurgia, tanto nas pernas quanto na respiração.

    • Na perna: inchaço em apenas uma, dor na panturrilha, calor ou vermelhidão local.
    • Sinais gerais de emergência: falta de ar, dor no peito, taquicardia, tontura forte ou desmaio.
    • Diante de sinais gerais, procure atendimento emergencial imediato.
    Clínica Panthère, ambiente de acompanhamento

    Recuperação consciente

    Como usar a cinta com segurança?

    O pós-operatório não é uma disputa de resistência. Para um resultado bonito e, acima de tudo, seguro, a compressão precisa ser ajustada ao seu corpo e ao seu momento, dentro de um protocolo definido pela equipe.

    • Compressão sob medida: acomodar os tecidos sem impedir a respiração.
    • Mobilização precoce: caminhar em passos curtos assim que liberado pelo cirurgião.
    • Meias, compressores e medicação seguem a avaliação de risco do seu médico.

    Registros de pacientes

    Casos reais, com finalidade educativa

    Registros fotográficos de pacientes do Dr. Daniel Botelho, divulgados com autorização prévia e por escrito. As imagens têm caráter informativo sobre as técnicas empregadas e não representam promessa ou garantia de resultado.

    Registro autorizado de paciente do Dr. Daniel Botelho, Lipoabdominoplastia
    Lipoabdominoplastiaregistro autorizado
    Registro autorizado de paciente do Dr. Daniel Botelho, Lipoabdominoplastia
    Lipoabdominoplastiaregistro autorizado

    Aviso: imagens sem qualquer edição ou manipulação, publicadas mediante autorização expressa das pacientes. Cada organismo responde de forma individual: os resultados variam conforme anatomia, indicação e cuidados pós-operatórios, e não podem ser garantidos. Publicação em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

    O equilíbrio que importa

    Comprimir ou circular?

    O sucesso de uma cirurgia de contorno corporal depende de uma recuperação consciente. A cinta é uma aliada quando acomoda os tecidos; vira um risco quando garroteia a circulação. Cuide de suas pernas, preste atenção aos sinais do corpo e tire todas as dúvidas com o seu cirurgião antes e depois do procedimento.

    • A cinta deve acomodar, não marcar a pele com dor.
    • Respiração profunda sempre livre.
    • Qualquer desconforto novo deve ser relatado sem demora à equipe.

    Perguntas frequentes

    O que as pacientes perguntam

    Então a cinta causa trombose?

    Não é isso que a evidência mostra. Os estudos não encontraram trombose nas participantes. O que eles demonstram é que a compressão abdominal excessiva pode deixar o sangue das pernas mais lento, e essa lentidão é um dos fatores que participam da formação de um trombo. Por isso a compressão deve ser ajustada, nunca exagerada.

    Devo parar de usar a cinta por conta própria?

    Não. O uso, o ajuste e o tempo de cinta fazem parte do protocolo definido pelo cirurgião para o seu caso. Qualquer mudança deve ser conversada com a equipe que acompanha o seu pós-operatório.

    Como sei se a minha cinta está apertada demais?

    Sinais práticos: dificuldade para respirar fundo, dor sob a compressão, marcas profundas e dolorosas na pele, formigamento ou piora do inchaço nas pernas. Diante de qualquer um deles, procure a equipe médica para reavaliar o ajuste.

    Quanto tempo dura o risco de trombose no pós-operatório?

    O período de maior atenção são as primeiras semanas, mas o risco varia conforme a cirurgia, o histórico e as características de cada paciente. É a avaliação individual que define o protocolo de prevenção e a duração de cada cuidado.

    O que fazer diante de falta de ar ou dor no peito?

    Procurar atendimento de emergência imediatamente. Falta de ar repentina, dor no peito ao inspirar, coração acelerado sem motivo e desmaio são sinais que não podem esperar a próxima consulta de retorno.

    A consulta

    O melhor resultado começa pelo diagnóstico

    Antes de qualquer técnica, vem o planejamento, e isso inclui o pós-operatório. A Consulta Panthère VIP proporciona uma avaliação completa e individualizada: a sua anatomia, os seus objetivos e o protocolo de recuperação adequado ao seu caso, incluindo o ajuste correto da compressão e a prevenção definida pela equipe cirúrgica.

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  • Cinta

    Pós-operatório · segurança

    Cinta apertada demais: quando a compressão aumenta o risco de trombose

    A cinta faz parte da recuperação de quase toda cirurgia plástica corporal. Mas circula entre pacientes um mito perigoso: o de que quanto mais apertada, melhor. Um estudo com ultrassom mostrou que a compressão abdominal pode deixar o sangue mais lento na veia da perna, justamente um dos mecanismos por trás da trombose.

    Dr. Daniel Botelhopor Dr. Daniel Botelho · Cirurgião plástico · CRM-PR 24805 · RQE 17859Londrina e São Paulo

    Depois de colocar a cinta, muitas pacientes passam a mão na panturrilha para apertar ou massagear, sem saber que pode ser ali que começa uma das complicações mais temidas da cirurgia plástica. Entender esse mecanismo, e o papel que a compressão exerce nele, é parte do que separa uma recuperação tranquila de uma emergência.

    O que é trombose e embolia pulmonar

    Nos dias que seguem uma cirurgia, o corpo passa por um período de menor mobilidade. Quando o sangue circula mais devagar dentro das veias profundas da perna, ocorre a chamada estase venosa. Com o sangue mais parado, um coágulo pode se formar: é a trombose venosa profunda.

    Se esse coágulo se desprende, ele pode viajar pela circulação e chegar aos pulmões, a ponto de bloquear a passagem de sangue. Isso se chama embolia pulmonar, e pode ser fatal.

    O mais delicado é que a trombose nem sempre avisa. Às vezes a perna incha, dói, aquece, fica diferente da outra. Mas ela também pode não apresentar nenhum sinal evidente.

    O mito da cinta apertada

    Muitas pacientes acreditam que quanto mais a cinta apertar, marcar a pele e até dificultar a respiração, melhor ela está cumprindo o papel. Não está.

    O pós-operatório não é uma competição para descobrir qual paciente suporta a cinta mais apertada.

    A compressão tem função na recuperação, mas precisa estar na medida certa. E o que a ciência mostra é que o exagero pode atuar contra a paciente, favorecendo justamente o mecanismo que todo protocolo de segurança tenta evitar.

    O que o estudo mostrou

    Um estudo publicado na Plastic and Reconstructive Surgery, uma das revistas mais reconhecidas da cirurgia plástica no mundo, avaliou mulheres com ultrassom nas pernas. Os pesquisadores mediram o fluxo de sangue na veia femoral em três situações:

    01Sem nenhuma compressão
    02Usando cinta compressiva
    03Usando apenas faixa abdominal

    O resultado merece atenção: as duas formas de compressão abdominal aumentaram a estase venosa, ou seja, fizeram o sangue circular mais lentamente na veia da perna. E a estase é justamente um dos componentes mais importantes na formação da trombose.

    Isso não significa que toda cinta causa trombose. O estudo não encontrou casos de trombose e não foi realizado em pacientes recém-operadas. O que ele demonstra é que a compressão abdominal pode favorecer a estase de sangue na perna, especialmente quando exagerada.

    A resposta não é abandonar a cinta. É parar de acreditar que quanto mais apertar, melhor.

    Sinais de alerta: fique atenta ao seu corpo

    Nos dias posteriores à cirurgia, qualquer alteração merece ser comunicada. Dois grupos de sinais pedem atitudes diferentes:

    Na perna: avise a equipe médica imediatamente

    • Inchaço maior em uma das pernas
    • Dor ou rigidez na panturrilha
    • Sensação de calor na região
    • Vermelhidão local

    No corpo: procure atendimento de emergência

    • Falta de ar repentina
    • Dor no peito
    • Coração acelerado
    • Tontura forte ou desmaio

    Como usar a cinta com segurança

    A prevenção da trombose não depende de um único cuidado, e sim de um conjunto de medidas ajustadas ao risco de cada paciente:

    Compressão individualizadaA cinta deve acomodar os tecidos sem impedir a respiração nem garrotear a circulação. Marcar a pele com força não acelera resultado.
    Mobilização precoceCaminhar em passos curtos e lentos, assim que liberado pela equipe, ativa a bomba da panturrilha e faz o sangue circular.
    Protocolo de prevençãoMeias de compressão, compressores pneumáticos e, quando indicada, medicação anticoagulante, definidos pela avaliação de risco individual.

    Uma cirurgia segura começa muito antes do centro cirúrgico: começa na avaliação do risco individual e termina num pós-operatório acompanhado de perto, com a paciente sabendo exatamente o que observar.

    Como funciona a avaliação

    Na consulta, saúde, composição corporal e objetivos são analisados individualmente. A partir disso, o Dr. Daniel Botelho explica o que pode ser feito, quais são os limites e como será conduzido o pós-operatório daquele caso, incluindo o protocolo de prevenção de trombose adequado ao risco de cada paciente.

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    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

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    Dúvidas frequentes

    Cinta apertada causa trombose?

    Não é uma relação direta de causa. O que o estudo demonstrou é que a compressão abdominal pode aumentar a estase venosa, ou seja, deixar o sangue mais lento na veia da perna, e a estase é um dos componentes mais importantes na formação da trombose. Por isso a compressão deve ser ajustada, nunca exagerada.

    Então é melhor não usar cinta?

    Não. A cinta segue tendo papel na recuperação. O erro está no exagero: apertar a ponto de marcar a pele ou dificultar a respiração não protege a cirurgia e pode atuar contra a circulação. A compressão certa é definida pela equipe, caso a caso.

    Como sei se a minha cinta está apertada demais?

    Sinais práticos: dificuldade para respirar fundo, marcas profundas na pele, dor que piora com a cinta e sensação de garroteamento. Na dúvida, fotografe e envie para a equipe médica antes de ajustar por conta própria.

    Quais sinais exigem atendimento imediato?

    Na perna: inchaço maior de um lado, dor na panturrilha, calor ou vermelhidão pedem contato imediato com a equipe. Falta de ar repentina, dor no peito, coração acelerado ou desmaio são sinais de emergência: procure atendimento emergencial na hora.

    Dr. Daniel Botelho
    Dr. Daniel BotelhoCirurgião plástico · CRM-PR 24805 · RQE 17859

    Prática dedicada a contorno corporal e mama, em Londrina e em São Paulo, com produção científica em cirurgia estética costal.

    Este conteúdo possui finalidade educativa e não substitui uma avaliação médica individualizada. Diante de qualquer sintoma descrito neste artigo, procure a sua equipe médica ou um serviço de emergência. Publicação em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Simastia

    Mama · Planejamento cirúrgico

    Simastia: por que nem toda paciente pode escolher qualquer prótese?

    Antes de escolher tamanho e formato, existe uma pergunta mais importante: a anatomia das mamas permite aquele implante? Compreender isso separa um resultado proporcional e duradouro de uma complicação difícil de tratar.

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    Dr. Daniel Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Londrina e São Paulo

    Dr. Daniel Botelho, cirurgião plástico de contorno corporal e mama

    A pergunta correta não é qual tamanho eu quero colocar. É qual prótese a minha anatomia permite colocar com segurança.

    Dr. Daniel Botelho, sobre a escolha de implantes
    Dr. Daniel Botelho com a equipe no centro cirúrgico

    A condição

    O que é simastia?

    A simastia acontece quando o espaço natural existente entre as duas mamas diminui de maneira importante ou desaparece, criando a impressão de que os seios estão unidos na região central do tórax. Essa alteração pode modificar significativamente o desenho das mamas e do colo.

    • Em algumas mulheres existe predisposição anatômica desde o nascimento.
    • Os tecidos da região central do tórax podem exigir um planejamento ainda mais cuidadoso.
    • A avaliação prévia é determinante na escolha do implante.
    Clínica Panthère, ambiente de avaliação

    O que a avaliação observa

    A escolha vai muito além do desejo visual

    A escolha do implante não deve considerar apenas aquilo que a paciente deseja visualmente. Quando existe predisposição à simastia, ultrapassar os limites daquela anatomia pode aumentar o risco de comprometer ainda mais o espaço entre os seios.

    • A largura natural da mama e o espaço existente entre as mamas.
    • As características dos tecidos e a anatomia do tórax.
    • O tamanho e a largura da prótese desejada.
    Dr. Daniel Botelho durante o planejamento cirúrgico

    Volume não é estratégia

    Prótese maior nem sempre é melhor

    O maior implante possível não é necessariamente o melhor implante possível. Insistir em um implante maior apenas para atingir um volume desejado pode exigir que os limites naturais da mama sejam excessivamente ampliados, e em pacientes com predisposição à simastia esse detalhe ganha ainda mais importância.

    • O cirurgião pode não recomendar exatamente o tamanho solicitado.
    • Isso não é ignorar o desejo: é buscar o resultado de forma segura e tecnicamente adequada.
    • O objetivo é aproximar a expectativa daquilo que a anatomia realmente permite.
    Clínica Panthère, ambiente de acompanhamento

    Prevenção e tratamento

    Como evitar, e o que fazer quando já aconteceu?

    O primeiro passo é um planejamento cirúrgico individualizado: analisar as mamas e o tórax antes de selecionar o implante, considerando proporções, tecidos, limites anatômicos e segurança. O tratamento da simastia pode ser complexo, especialmente quando a alteração já ocorreu depois de uma cirurgia, e é por isso que a prevenção importa tanto.

    • Em certos casos, a melhor decisão é uma prótese menor ou diferente da imaginada.
    • Existem situações em que é mais prudente não indicar o implante naquele momento.
    • Uma cirurgia mamária bem planejada começa antes do centro cirúrgico.

    Registros de pacientes

    Casos reais, com finalidade educativa

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    Registro autorizado de paciente do Dr. Daniel Botelho, R24R
    R24R · mamoplastia de aumentoregistro autorizado
    Registro autorizado de paciente do Dr. Daniel Botelho, R24R
    R24R · mamoplastia de aumentoregistro autorizado

    Aviso: imagens sem qualquer edição ou manipulação, publicadas mediante autorização expressa das pacientes. Cada organismo responde de forma individual: os resultados variam conforme anatomia, indicação e cuidados pós-operatórios, e não podem ser garantidos. Publicação em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

    A decisão que protege o resultado

    Desejo ou anatomia?

    Cirurgia plástica não é simplesmente realizar todos os desejos apresentados durante uma consulta. É compreender o desejo da paciente e, ao mesmo tempo, respeitar os limites do corpo, para buscar beleza, segurança e estabilidade do resultado. Uma mesma prótese pode produzir resultados completamente diferentes em duas pacientes, porque cada corpo apresenta proporções, tecidos e características próprias.

    • Não existe um modelo de prótese perfeito para todas as mulheres.
    • A pergunta certa: qual prótese a minha anatomia permite com segurança?
    • Mantendo um desenho bonito das mamas e do colo.

    Perguntas frequentes

    O que as pacientes perguntam

    O que é simastia?

    É quando o espaço natural entre as duas mamas diminui de maneira importante ou desaparece, criando a impressão de que os seios estão unidos na região central do tórax. Isso modifica o desenho das mamas e do colo.

    Simastia pode ser congênita?

    Sim. Existem pacientes com características anatômicas que favorecem uma menor definição entre as mamas mesmo antes de qualquer cirurgia. Por isso a avaliação prévia é determinante na escolha do implante.

    Prótese maior deixa o resultado melhor?

    Não necessariamente. O maior implante possível não é o melhor implante possível. Insistir num volume acima do que a anatomia comporta pode exigir que os limites naturais da mama sejam ampliados em excesso.

    Simastia tem tratamento?

    O tratamento pode ser complexo, sobretudo quando a alteração do espaço entre as mamas já ocorreu depois de uma cirurgia. É justamente por isso que a prevenção e o planejamento adequado são tão importantes.

    A consulta

    O melhor resultado começa pelo diagnóstico

    Na consulta, pele, gordura, musculatura e volume interno são analisados individualmente, junto com saúde, composição corporal e objetivos. A partir disso, o Dr. Daniel Botelho explica o que pode ser feito, quais são os limites e qual conduta faz sentido para aquele caso, seja ela clínica, cirúrgica ou nenhuma das duas por enquanto.

    Panthère Day

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  • Mãe

    Contorno corporal · Pós-gestação

    Emagreci depois da gravidez, mas meu corpo não voltou ao normal

    Uma das maiores frustrações que ouvimos no consultório é de mulheres que fizeram tudo certo depois da gestação. Voltaram ao peso, treinaram, cuidaram da alimentação, e ainda assim seguem insatisfeitas. A resposta está na anatomia.

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    Dr. Daniel Botelho, cirurgião plástico de contorno corporal e mama

    Nenhuma dieta remove excesso de pele. Nenhum exercício reposiciona uma mama que perdeu sustentação.

    Dr. Daniel Botelho, sobre as alterações estruturais da gestação
    Dr. Daniel Botelho com a equipe no centro cirúrgico

    Além do peso

    O que a gestação muda no corpo?

    Durante a gestação, o organismo passa por adaptações importantes para acomodar o crescimento do bebê. Essas mudanças envolvem não apenas a pele, mas também músculos, tecidos de sustentação e as mamas, e são estruturais: mesmo quando a paciente elimina toda a gordura adquirida, muitas delas permanecem.

    • Separação dos músculos retos do abdômen, a diástase.
    • Excesso de pele abdominal e flacidez dos tecidos.
    • Alteração do posicionamento e do volume das mamas.
    Clínica Panthère, ambiente de avaliação

    O limite do esforço

    Nem tudo se resolve com dieta e exercício

    Alimentação equilibrada e atividade física são fundamentais para a saúde e otimizam os resultados de qualquer tratamento. Mas elas possuem limitações: o problema não está na falta de esforço da paciente, e sim nas alterações que ocorreram durante a gestação.

    • Nenhuma dieta remove excesso de pele.
    • Nenhum exercício reposiciona uma mama que perdeu sustentação.
    • A diástase importante frequentemente exige correção cirúrgica.
    Dr. Daniel Botelho durante o planejamento cirúrgico

    Caso a caso

    Por que o plano é individual?

    Existe uma ideia difundida de que o melhor é realizar todos os procedimentos em uma única cirurgia. Na prática, nem sempre. Em algumas situações a associação é adequada; em outras, dividir o tratamento em etapas proporciona recuperação mais confortável, mais segurança e mais precisão em cada cirurgia.

    • Qualidade da pele e grau de diástase.
    • Condições clínicas e tempo de recuperação disponível.
    • Objetivos estéticos e quantidade de excesso de pele.
    Clínica Panthère, ambiente de acompanhamento

    Estratégia em etapas

    Quando dividir a cirurgia pode ser a melhor decisão?

    Para pacientes cuidadosamente selecionadas, a sequência em etapas permite que o organismo se recupere adequadamente entre os procedimentos e possibilita um planejamento mais preciso. Vale reforçar: essa não é uma regra, e a decisão depende exclusivamente da avaliação médica individual.

    • Etapa 1 · parede abdominal: lipoabdominoplastia HD, corrigindo a diástase e o excesso de pele.
    • Etapa 2 · mamas: após a recuperação completa, mastopexia, com ou sem implante.
    • Mais importante do que qual cirurgia fazer é quando realizar cada uma.

    Registros de pacientes

    Casos reais, com finalidade educativa

    Registros fotográficos de pacientes do Dr. Daniel Botelho, divulgados com autorização prévia e por escrito. As imagens têm caráter informativo sobre as técnicas empregadas e não representam promessa ou garantia de resultado.

    Registro autorizado de paciente do Dr. Daniel Botelho, Lipoabdominoplastia
    Lipoabdominoplastiaregistro autorizado
    Registro autorizado de paciente do Dr. Daniel Botelho, Mastopexia
    Mastopexia com próteseregistro autorizado

    Aviso: imagens sem qualquer edição ou manipulação, publicadas mediante autorização expressa das pacientes. Cada organismo responde de forma individual: os resultados variam conforme anatomia, indicação e cuidados pós-operatórios, e não podem ser garantidos. Publicação em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

    Estratégia, não apenas técnica

    Se o seu corpo continua diferente, isso é mais comum do que parece

    Em muitos casos, o desafio não é emagrecer novamente, mas compreender quais alterações realmente ocorreram durante a gestação e quais delas podem ser tratadas. Um dos maiores diferenciais da cirurgia plástica moderna não está apenas nas técnicas, mas na capacidade de construir um planejamento personalizado, equilibrando resultado, recuperação e bem-estar.

    • Cada paciente tem uma história, uma anatomia e objetivos próprios.
    • O planejamento considera fatores anatômicos, funcionais e de segurança.
    • Definir quando cada procedimento deve ser realizado é parte da estratégia.

    Perguntas frequentes

    O que as pacientes perguntam

    Se eu voltei ao peso de antes, por que o corpo continua diferente?

    Porque parte das mudanças da gestação é estrutural, não de gordura. Diástase, excesso de pele e perda de sustentação das mamas permanecem mesmo depois do emagrecimento, porque envolvem músculo e tecido de sustentação, não apenas volume.

    Dá para corrigir diástase com exercício?

    Fortalecer a musculatura traz benefícios reais e é sempre recomendado. Mas quando a separação dos músculos retos é importante, a correção da parede abdominal costuma exigir cirurgia. Isso é definido em avaliação.

    É melhor fazer todos os procedimentos em uma cirurgia só?

    Nem sempre. Em algumas pacientes, a associação é adequada. Em outras, dividir em etapas oferece recuperação mais confortável e planejamento mais preciso. A decisão depende da avaliação médica individual.

    Preciso esperar quanto tempo depois do parto?

    O momento é definido em consulta, considerando amamentação, estabilidade de peso, condições clínicas e planos de nova gestação. Não existe prazo único.

    A consulta

    O melhor resultado começa pelo diagnóstico

    Na consulta, pele, gordura, musculatura e volume interno são analisados individualmente, junto com saúde, composição corporal e objetivos. A partir disso, o Dr. Daniel Botelho explica o que pode ser feito, quais são os limites e qual conduta faz sentido para aquele caso, seja ela clínica, cirúrgica ou nenhuma das duas por enquanto.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Agende sua avaliação e tire suas dúvidas sobre o seu caso.

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  • Cintura Quadrada

    Contorno corporal · Cintura

    Cintura quadrada: por que a lipoaspiração, sozinha, nem sempre resolve?

    Muitas pacientes acreditam que basta retirar mais gordura para conquistar uma cintura mais marcada. Mas o contorno corporal é mais complexo do que isso: pele, musculatura, proporções e estrutura torácica também desenham a silhueta.

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    Dr. Daniel Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Londrina e São Paulo

    Dr. Daniel Botelho, cirurgião plástico de contorno corporal e mama

    Não existe uma única cirurgia que funcione para todas as pacientes. Existe o planejamento adequado para cada anatomia.

    Dr. Daniel Botelho, sobre planejamento de contorno corporal
    Registro autorizado de paciente do Dr. Daniel Botelho, Lipo HD feminina

    A causa antes da técnica

    O que pode deixar a cintura com aspecto quadrado?

    A aparência da cintura é determinada pela combinação de diferentes fatores. Por isso, duas pessoas com a mesma quantidade de gordura podem apresentar silhuetas completamente diferentes. Em alguns casos, a gordura localizada é realmente o principal fator. Em outros, mesmo uma lipoaspiração bem executada reduz medidas sem criar a curva desejada, porque a estrutura do tronco continua limitando o desenho da cintura.

    • Distribuição da gordura e qualidade da pele.
    • Musculatura abdominal e proporção entre tórax, cintura e quadril.
    • Estrutura da caixa torácica e características anatômicas individuais.
    Dr. Daniel Botelho durante o trabalho de planejamento cirúrgico

    Quantidade não é estratégia

    Retirar mais gordura significa afinar mais a cintura?

    Não necessariamente. Retirar gordura em excesso não garante uma cintura mais fina e ainda pode comprometer a naturalidade, a qualidade da pele e a harmonia do resultado. Uma cirurgia de alto nível não começa com a pergunta “quanto de gordura pode ser retirado?”. Ela começa com perguntas mais importantes:

    • O que está deixando esse tronco com aspecto quadrado?
    • Qual estrutura precisa ser tratada?
    • Quais técnicas proporcionam um resultado equilibrado e seguro para essa paciente?
    Registro autorizado de paciente do Dr. Daniel Botelho, Lipo HD feminina

    Gordura tratada com estratégia

    Quando a Lipo HD pode ajudar?

    A Lipo HD trabalha a gordura de maneira estratégica, valorizando linhas anatômicas e criando uma transição mais harmônica entre abdômen, cintura, costas e quadril. No contorno feminino, a proposta normalmente não é produzir uma marcação artificial: o planejamento busca preservar a feminilidade e melhorar as curvas, de forma compatível com a estrutura corporal.

    • Indicação definida por gordura localizada, flacidez e qualidade da pele.
    • Peso, saúde e expectativas fazem parte da decisão.
    • Com excesso importante de pele, a lipoaspiração isolada pode não ser o caminho.
    Clínica Panthère, ambiente de avaliação

    Quando a estrutura influencia

    E quando a caixa torácica limita o desenho da cintura?

    Algumas pacientes possuem anatomia mais reta ou a região inferior do tórax mais larga. Nesses casos, retirar gordura diminui o volume, mas não altera completamente a transição entre tórax, cintura e quadril. Após avaliação criteriosa, o remodelamento costal pode ser considerado em casos selecionados, geralmente associado a técnicas de contorno corporal.

    • Atua na estrutura que influencia o formato da cintura.
    • Indicação individualizada, baseada em exames, anatomia e saúde.
    • Nem toda cintura pouco marcada precisa de procedimento nas costelas.

    Registros de pacientes

    Casos reais, com finalidade educativa

    Registros fotográficos de pacientes do Dr. Daniel Botelho, divulgados com autorização prévia e por escrito. As imagens têm caráter informativo sobre as técnicas empregadas e não representam promessa ou garantia de resultado.

    Registro autorizado de paciente submetida a Lipo HD feminina
    Lipo HD femininaregistro autorizado
    Registro autorizado de paciente submetida a Lipo HD feminina
    Lipo HD femininaregistro autorizado

    Aviso: imagens sem qualquer edição ou manipulação, publicadas mediante autorização expressa das pacientes. Cada organismo responde de forma individual: os resultados variam conforme anatomia, indicação e cuidados pós-operatórios, e não podem ser garantidos. Publicação em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

    A diferença que importa

    Menor ou realmente remodelada?

    Existe uma diferença importante entre deixar o tronco apenas menor e realmente remodelar o contorno corporal. Um resultado harmônico pode exigir a combinação de estratégias, e é essa visão global que permite construir uma silhueta equilibrada, respeitando as características únicas de cada corpo.

    • Gordura localizada e definição muscular.
    • Tratamento da flacidez quando ela existe.
    • Proporção do quadril e formato da região torácica.

    Perguntas frequentes

    O que as pacientes perguntam

    A lipoaspiração sozinha resolve a cintura quadrada?

    Nem sempre. A lipoaspiração reduz gordura localizada, mas não modifica, sozinha, todos os elementos que definem o formato do tronco, como qualidade da pele, musculatura e estrutura da caixa torácica. A resposta depende da causa identificada na avaliação.

    Retirar mais gordura significa afinar mais a cintura?

    Não necessariamente. Retirar gordura em excesso não garante uma cintura mais fina e pode comprometer a naturalidade, a qualidade da pele e a harmonia do resultado. O planejamento parte da anatomia, não da quantidade aspirada.

    O que é o remodelamento costal e quem pode considerar?

    É uma estratégia que atua na estrutura da região inferior do tórax, considerada em casos selecionados, geralmente em associação com técnicas de contorno corporal. A indicação é individualizada e baseada em exames, anatomia, condições de saúde e objetivos realistas.

    A Lipo HD feminina deixa o resultado marcado demais?

    No contorno feminino, a proposta normalmente não é uma marcação artificial ou excessivamente atlética. O planejamento busca preservar a feminilidade, melhorar as curvas e criar um resultado compatível com a estrutura corporal da paciente.

    Como é a avaliação?

    O cirurgião analisa pele, musculatura, quantidade e localização da gordura, estrutura óssea, proporções corporais e estado geral de saúde. Só depois dessa análise é possível definir se o caminho envolve Lipo HD, tratamento da flacidez, remodelamento costal ou uma combinação de procedimentos.

    A consulta

    O melhor resultado começa pelo diagnóstico

    Antes de escolher uma técnica, é necessário identificar a verdadeira causa da queixa. A Consulta Panthère VIP proporciona uma avaliação completa e individualizada, permitindo compreender a sua anatomia, os seus objetivos e as possibilidades de tratamento para o seu caso. Mais do que diminuir medidas, o propósito é construir um plano cirúrgico seguro, proporcional e coerente com o seu corpo.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Agende sua avaliação e descubra qual estratégia pode ser indicada para o seu caso.

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  • Anatomia

    Prótese de silicone · Mastopexia com prótese

    O contorno que você quer, com a segurança que você precisa.

    Mamoplastia de aumento com o protocolo R24R e Mastopexia com Prótese, com avaliação criteriosa da sua anatomia e prevenção ativa de complicações como a simastia. Indicação ética, resultado em harmonia com o seu corpo.

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    Dr. Daniel Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Londrina e São Paulo

    Dr. Daniel Botelho no centro cirúrgico

    Nem toda anatomia permite toda cirurgia. Ter a coragem de dizer não é parte do trabalho de quem opera com ética.

    Dr. Daniel Botelho, sobre prevenção de simastia e indicação responsável
    Registro autorizado de paciente submetida ao protocolo R24R pelo Dr. Daniel Botelho

    Prótese de silicone

    R24R: a mamoplastia pensada para a sua recuperação

    O R24R é o protocolo do Dr. Daniel Botelho para mamoplastia de aumento, desenvolvido para reduzir o trauma cirúrgico e o desconforto no pós-operatório imediato. Cada etapa, da escolha da prótese ao plano de retorno, é desenhada para a sua anatomia.

    • Técnica planejada para menos trauma e mais conforto no pós-operatório.
    • Escolha de prótese proporcional ao seu tórax, prevenindo simastia.
    • Ritmo de retorno às atividades definido caso a caso, em consulta e retornos.
    Registro autorizado de paciente submetida a mastopexia com prótese pelo Dr. Daniel Botelho

    Elevar e remodelar

    Mastopexia com Prótese: firmeza e volume em harmonia

    Indicada para flacidez mamária e perda de volume, após gestação, amamentação, emagrecimento ou pelo processo natural do tempo. O procedimento eleva e remodela a mama, combinando a mastopexia à prótese selecionada para a sua estrutura.

    • Correção da flacidez com reposicionamento da mama.
    • Tamanho, formato e posição da prótese escolhidos para o seu corpo.
    • Planejamento que prioriza naturalidade e durabilidade do resultado.

    Registros de pacientes

    Casos reais, com finalidade educativa

    Registros fotográficos de pacientes do Dr. Daniel Botelho, divulgados com autorização prévia e por escrito. As imagens têm caráter informativo sobre as técnicas empregadas e não representam promessa ou garantia de resultado.

    Registro autorizado de paciente submetida ao protocolo R24R
    R24Rregistro autorizado
    Registro autorizado de paciente submetida a mastopexia com prótese
    Mastopexia com próteseregistro autorizado

    Aviso: imagens sem qualquer edição ou manipulação, publicadas mediante autorização expressa das pacientes. Cada organismo responde de forma individual: os resultados variam conforme anatomia, indicação e cuidados pós-operatórios, e não podem ser garantidos. Publicação em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

    Na voz de quem passou

    O relato de quem viveu a experiência

    Depoimento espontâneo de paciente submetida a mastopexia, sobre a própria jornada, cedido com autorização por escrito. Toque para assistir com som.

    Relato individual, sem contraprestação. Experiências pessoais não constituem promessa de resultado nem servem de indicação para outros casos.

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    Perguntas frequentes

    O que as pacientes perguntam

    O que é o protocolo R24R?

    É o protocolo do Dr. Daniel Botelho para mamoplastia de aumento, planejado para reduzir o trauma cirúrgico e o desconforto no pós-operatório imediato. O ritmo de retorno a cada atividade é individual e definido em consulta e nos retornos, conforme a sua evolução.

    Quem pode fazer a Mastopexia com Prótese?

    Mulheres com flacidez mamária ou perda de volume, após gestação, amamentação, emagrecimento ou pelo processo natural do tempo, que desejam elevar e remodelar as mamas. A indicação é confirmada em avaliação presencial.

    Como a simastia é prevenida?

    Com avaliação pré-operatória minuciosa da anatomia, da elasticidade da pele e da largura do tórax, e com a escolha criteriosa do tamanho, formato e posicionamento da prótese. Quando a anatomia não permite determinado plano, a indicação é revista. A prevenção começa na decisão, não na correção.

    A recuperação da Mastopexia é igual à do R24R?

    Não necessariamente. A mastopexia envolve remodelamento e retirada de pele, e o tempo de recuperação é avaliado caso a caso, sempre com foco em conforto e segurança.

    Qual a importância da primeira avaliação?

    É nela que o Dr. Daniel entende os seus objetivos, examina a sua anatomia, discute indicações e contraindicações das técnicas e elabora o plano cirúrgico individual. Nenhuma decisão é tomada antes dessa etapa.

    A consulta

    Como funciona a avaliação

    Na consulta, pele, gordura, musculatura e volume interno são analisados individualmente, junto com saúde, composição corporal e objetivos. A partir disso, o Dr. Daniel Botelho explica o que pode ser feito, quais são os limites e qual conduta faz sentido para aquele caso, seja ela clínica, cirúrgica ou nenhuma das duas por enquanto.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    A decisão que você vem adiando começa com uma avaliação.

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