Categoria: Cirurgia Plástica

  • 60+

    Cirurgia plástica 60+

    Depois dos 60 existe idade limite para transformar o corpo?

    Muitas mulheres 60+ convivem com flacidez abdominal, excesso de pele, gordura localizada e perda da definição da cintura, mas acreditam que já passaram da idade de operar. Não existe uma idade isolada que funcione como limite absoluto. O que define é a condição de saúde, a indicação correta e o preparo para o procedimento.

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    A idade registrada no documento não determina, sozinha, o que ainda pode ser feito pelo corpo.

    01

    Idade cronológica não é o mesmo que condição clínica

    Existem pacientes mais velhas em excelentes condições clínicas e pacientes mais jovens com fatores de risco capazes de impedir ou adiar uma cirurgia.

    Por isso a idade entra na avaliação como um dado entre vários, nunca como critério isolado. A pergunta que importa não é quantos anos a paciente tem, e sim como o corpo dela responde a um procedimento cirúrgico neste momento.

    02

    O que a avaliação precisa analisar antes de indicar

    Uma cirurgia plástica em paciente 60+ exige critérios ainda mais rigorosos. Alguns dos pontos avaliados:

    Saúde cardiovascularPressão arterial, histórico cardíaco e exames que mostram como o coração responde ao estresse de uma cirurgia.
    Doenças preexistentesCondições como o diabetes precisam estar controladas antes de qualquer indicação, porque interferem diretamente na recuperação.
    Peso e composição corporalA distribuição de gordura e a qualidade da pele mudam o que é possível alcançar e o que é seguro realizar.
    Histórico de tabagismoO cigarro compromete a cicatrização e costuma exigir suspensão por um período antes e depois do procedimento.
    Medicamentos em usoAlguns precisam ser ajustados ou suspensos com antecedência, sempre em conjunto com o médico que acompanha a paciente.
    Risco de tromboseAvaliado caso a caso e determina as medidas de prevenção adotadas durante e após a cirurgia.

    Somam-se a isso os exames laboratoriais e cardiológicos, além da avaliação da capacidade de cicatrização e de recuperação de cada paciente.

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    O planejamento precisa respeitar o corpo aos 60+

    O objetivo de uma cirurgia plástica após os 60 anos não é transformar uma mulher de 60 em uma mulher de 30. O planejamento busca a melhor versão possível daquela paciente, respeitando anatomia, saúde, estrutura corporal e objetivos.

    Em um caso tratado pelo Dr. Daniel Botelho, foi realizada uma lipoabdominoplastia HD para abordar excesso de pele, gordura localizada e o tronco como uma única unidade estética. O planejamento contemplou:

    • Deixar o abdômen mais plano
    • Recuperar a definição da cintura
    • Criar um contorno corporal mais proporcional
    • Produzir uma definição abdominal natural
    • Reconstruir cuidadosamente o umbigo
    • Posicionar a cicatriz de maneira baixa e discreta

    O resultado não depende apenas da retirada de pele ou gordura. Ele nasce da combinação entre diagnóstico, estratégia cirúrgica e atenção aos detalhes.

    04

    Segurança vem antes da transformação

    A indicação depende das necessidades e das condições clínicas de cada pessoa. Entre os procedimentos que podem ser avaliados estão:

    • Abdominoplastia
    • Lipoabdominoplastia
    • Lipoescultura
    • Mastopexia
    • Cirurgias para tratamento da flacidez dos braços
    • Cirurgias para tratamento do excesso de pele nas coxas
    • Combinação de procedimentos, quando houver segurança

    Nem toda paciente poderá realizar várias cirurgias no mesmo momento. Em alguns casos, dividir o tratamento em etapas é a decisão mais segura. Também pode ser necessário controlar doenças preexistentes, suspender o cigarro, ajustar medicamentos, reduzir o peso ou melhorar o condicionamento físico antes da cirurgia.

    Quando a cirurgia não é segura, o papel do cirurgião plástico é dizer não ou orientar qual é o melhor momento para realizá-la.

    Dúvidas frequentes

    Cirurgia plástica depois dos 60

    Não existe um número que funcione como limite absoluto. A decisão depende da avaliação clínica completa: condição cardiovascular, doenças preexistentes, medicamentos em uso e capacidade de recuperação. A idade entra nessa conta, mas não decide sozinha.

    Normalmente exames laboratoriais e avaliação cardiológica, além de outros solicitados conforme o histórico de cada paciente. A lista é definida na consulta, junto com a liberação dos médicos que já acompanham a paciente.

    A recuperação varia conforme a saúde geral, o tipo de procedimento e a capacidade de cicatrização de cada pessoa, não apenas pela idade. Por isso o preparo pré-operatório e o acompanhamento no pós têm peso ainda maior nessa faixa.

    Em alguns casos sim, quando a avaliação indica que a combinação é segura. Em outros, dividir o tratamento em etapas reduz o risco e permite uma recuperação mais tranquila. É uma decisão individual, não uma regra fixa.

    Nem sempre impede, mas exige preparo. O cigarro costuma precisar ser suspenso por um período e a pressão precisa estar controlada. Em vários casos a cirurgia deixa de ser inviável e passa a ser adiada até que essas condições estejam ajustadas.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Se você chegou até aqui pensando no próprio caso, o caminho não começa pela escolha de uma cirurgia. Começa por uma avaliação individual, com exame físico e conversa sobre o que você espera alcançar.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Cuidar de si não tem prazo de validade.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Rótulo

    Posicionamento médico

    Ter um rótulo profissional limita ou fortalece a autoridade do médico?

    Muitos médicos evitam assumir um posicionamento específico com medo de receber um rótulo. Acreditam que, ao serem reconhecidos por uma área, perderão pacientes interessados em outros tratamentos. No mercado médico, porém, o maior risco não é ser lembrado por uma especialidade. É não ser lembrado por nada.

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    O maior risco não é ser lembrado por uma especialidade. É não ser lembrado por nada.

    01

    O rótulo pode se transformar em posicionamento

    Quando um médico comunica muitos procedimentos diferentes ao mesmo tempo, o paciente tem dificuldade para entender qual é a sua principal autoridade.

    O rótulo, quando construído de forma estratégica, funciona como uma associação clara. Ele não fecha portas, organiza a percepção.

    02

    O que um rótulo bem construído comunica

    São quatro respostas que o público precisa encontrar rápido.

    Qual problema o médico resolveA dor concreta que motiva a busca por aquele profissional.
    Para quem o trabalho é indicadoO perfil de paciente que se reconhece naquela comunicação.
    Qual é a principal especialidadeA área em que a experiência está concentrada.
    Por que ele deve ser escolhidoO critério que diferencia, além de preço e proximidade.

    Isso não significa que o profissional esteja proibido de realizar outros procedimentos. Significa apenas que existe uma mensagem central guiando a comunicação.

    03

    Autoridade exige repetição

    Não basta publicar uma vez sobre determinado tema e esperar que o mercado reconheça a sua especialidade. Posicionamento é construído pela repetição coerente de uma mensagem.

    Quanto mais o médico aprofunda um assunto, apresenta casos, explica decisões e demonstra experiência, mais forte fica a associação com aquela área.

    O que alguns chamam de rótulo pode ser exatamente aquilo que transforma um profissional competente em uma referência reconhecida.

    04

    Escolha pelo que você quer ser lembrado

    O mercado sempre criará uma percepção sobre o seu trabalho. A diferença está em decidir se essa percepção será construída por acaso ou de maneira estratégica.

    Em vez de fugir de um rótulo, escolha conscientemente o território que deseja ocupar. Ser reconhecido por algo é o primeiro passo para deixar de disputar atenção apenas por preço.

    Dúvidas frequentes

    Rótulo e posicionamento

    Não impede realizar outros procedimentos. O que muda é a mensagem central da comunicação. Na prática, quem é lembrado por algo específico costuma ser procurado também para o restante, porque a confiança já foi estabelecida.

    Rótulo é a percepção que o mercado cria, com ou sem a sua participação. Posicionamento é essa mesma percepção construída de forma intencional, com um tema escolhido e repetido de maneira coerente.

    Não existe prazo fixo, porque depende da consistência. O que define não é o tempo, é a repetição: quantas vezes aquele tema apareceu, com que profundidade e com que coerência ao longo dos meses.

    Pelo cruzamento entre o que você domina tecnicamente, o que gosta de operar e o que tem demanda na sua região. Um posicionamento que ignora qualquer um desses três pontos costuma não se sustentar.

    Dá, mas leva tempo, porque exige desconstruir uma associação já formada. É mais eficiente ajustar aos poucos, ampliando a partir do território que já foi conquistado, do que trocar de tema do zero.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Se você chegou até aqui pensando no próprio caso, o caminho começa por uma avaliação individual, com exame físico e conversa sobre o que você espera alcançar.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Ser reconhecido por algo é onde tudo começa.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
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  • Laser

    Tecnologia e indicação

    Laser substitui cirurgia plástica? Entenda os limites do tratamento

    O laser ganhou espaço nos tratamentos estéticos por estimular colágeno, melhorar a textura da pele e auxiliar em algumas alterações. Isso não significa que ele resolva todos os graus de flacidez.

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    O melhor tratamento não é o mais moderno. É o indicado corretamente.

    01

    O que o laser faz, e até onde vai

    A indicação depende da estrutura que precisa ser tratada. Em casos de flacidez leve, o laser pode contribuir para uma pele mais firme e uniforme, estimulando a produção de colágeno.

    Quando existe excesso importante de pele, afastamento muscular ou alteração do contorno corporal, apenas estimular colágeno pode não entregar o resultado esperado. São situações diferentes, e cada uma pede uma conduta.

    02

    O que avaliamos antes de escolher

    Tecnologia não corrige uma indicação errada. O problema não está no laser, está na expectativa criada ao redor dele. Nenhuma tecnologia deve ser apresentada como solução universal.

    O grau de flacidezLeve, moderada ou acentuada muda completamente a conduta.
    A qualidade da peleEspessura, elasticidade e capacidade de retração.
    A presença de excesso de peleSobra de pele não some com estímulo de colágeno.
    A estrutura muscularAfastamento dos músculos abdominais exige correção cirúrgica.
    O resultado desejadoO que a paciente espera precisa caber no que é possível.

    03

    Complemento ou substituto

    Em alguns casos, o laser é utilizado como complemento de uma cirurgia, ajudando na qualidade da pele antes ou depois do procedimento.

    Em outros, a cirurgia é o único caminho capaz de remover o excesso de pele e reposicionar os tecidos adequadamente. Nesses casos, insistir apenas na tecnologia costuma significar tempo e dinheiro gastos sem chegar ao resultado.

    Se a promessa é resolver qualquer grau de flacidez com um único aparelho, sem avaliação prévia, isso é sinal de alerta.

    04

    O diagnóstico vem antes do equipamento

    Antes de decidir pelo laser ou por qualquer outro procedimento, procure uma avaliação individualizada com um cirurgião plástico qualificado.

    Segurança, indicação precisa e expectativa realista são o que separa um tratamento que funciona de um que apenas parece moderno.

    Dúvidas frequentes

    Laser e flacidez

    Depende do grau. Em flacidez leve, pode melhorar firmeza e textura. Quando há sobra de pele ou afastamento dos músculos abdominais, o estímulo de colágeno não corrige a estrutura, e o resultado tende a ficar aquém do esperado.

    São indicações diferentes. A abdominoplastia remove excesso de pele e reposiciona tecidos, algo que nenhuma tecnologia faz. Em pacientes sem sobra de pele, o laser pode ser suficiente para o objetivo.

    Sim, e é comum. A tecnologia pode entrar como complemento, melhorando a qualidade da pele em associação com o procedimento cirúrgico, sempre conforme a indicação de cada caso.

    Varia conforme o equipamento, a área tratada e a resposta da pele. Essa definição faz parte do planejamento e só é possível depois da avaliação presencial.

    Pelo exame físico. É ele que mostra o grau de flacidez, a qualidade da pele e a condição da musculatura. A partir daí definimos se o caminho é tecnologia, cirurgia ou a associação dos dois.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Antes de indicar qualquer tratamento, examinamos o seu caso: o grau de flacidez, a qualidade da pele, a estrutura muscular e o que você espera alcançar. É essa leitura que define a conduta, não o equipamento disponível.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa e não substitui a consulta médica. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    A tecnologia certa depende do diagnóstico certo.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Segurança

    Segurança · Cirurgia plástica

    Segurança: o que precisa existir antes, durante e depois da sua cirurgia

    Segurança em cirurgia plástica não está no preço, nem na promessa de fazer tudo de uma vez. Está no preparo do seu corpo, no planejamento da cirurgia, na estrutura onde ela acontece e no acompanhamento da recuperação.

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    O que separa um susto de uma tragédia é a capacidade de reconhecer e tratar o problema imediatamente.

    O checklist

    12 perguntas para fazer antes de escolher a sua cirurgia

    Leve estas perguntas para a consulta. Se você ainda não sabe a resposta de alguma delas, é ela que precisa ser esclarecida antes de marcar a cirurgia.

    Antes da cirurgiaQuais exames vou fazer antes, e o que acontece se algum vier alterado?
    Como será avaliado o meu risco de trombose?
    O que eu preciso suspender antes: álcool, suplementos, medicamentos?
    O planoPor que essa técnica foi escolhida para o meu caso, e quais seriam as alternativas?
    Quanto tempo de cirurgia está previsto, somando todos os procedimentos?
    Faz sentido dividir o meu plano em etapas?
    A estruturaOnde a cirurgia será feita e qual estrutura existe se algo fugir do planejado?
    Quem faz a anestesia e que tipo de anestesia será usado?
    Quem me atende se acontecer algo de madrugada?
    A recuperaçãoComo será a prevenção de trombose depois da cirurgia?
    Quais sinais exigem que eu procure a equipe imediatamente?
    Como será o acompanhamento até a alta?

    01

    Antes de escolher: sinais de alerta

    Com as redes sociais, procedimentos invasivos passaram a ser divulgados como se fossem simples, rápidos e livres de risco. Nenhum vídeo, curso rápido ou treinamento superficial substitui formação médica completa.

    Antes de escolher, verifique formação, experiência, registro no conselho e estrutura de atendimento. Resultado publicado em rede social não deve ser o único critério. Desconfie quando aparecer:

    Preço muito abaixoSegurança custa estrutura, equipe e tempo. Quando o preço não fecha a conta, alguma coisa ficou de fora.
    Sem avaliação completaIndicação feita sem exame físico, sem exames e sem conversa sobre o seu histórico.
    Garantia de resultadoNenhum procedimento cirúrgico é isento de risco, e resultado não pode ser garantido.
    Procedimento vendido como simplesCirurgia apresentada como rápida, leve e sem risco.
    Pressa para decidirCondição que vence hoje e pressão para fechar na hora.
    Sem plano para o pósNinguém explica quem acompanha a recuperação e como falar com a equipe.
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    02

    Antes: preparar o corpo

    A segurança começa semanas antes do centro cirúrgico. Antes de marcar a data, quatro pontos precisam estar resolvidos:

    Exames completosHemoglobina, ferritina, glicose e os demais exames indicados para o seu caso, avaliados antes de marcar a cirurgia.
    Risco de tromboseCalculado com ferramentas como o escore de Caprini, considerando idade, histórico, exames e o tamanho da cirurgia.
    O que você consomeÁlcool, bebidas açucaradas, medicamentos e suplementos vendidos como naturais, como as cápsulas de alho, entram na conversa.
    Tratar antes de operarSe algo estiver fora do lugar, a cirurgia espera: primeiro investigamos e tratamos.

    Preparar o corpo vale mais do que comprar uma lista de cremes e pomadas para cicatrizar melhor.

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    03

    O plano: o tempo de cirurgia entra na conta

    Mama, barriga, costas, braço, glúteo, tudo no mesmo dia. A cirurgia X-tudo costuma ser vendida como praticidade, mas pode transformar a operação numa maratona.

    Eu não faria uma combinação que transformasse a operação numa maratona de mais de 6 horas. Quanto mais o tempo cirúrgico aumenta, maior pode ser a exposição a sangramento, trombose, infecção e outras complicações.

    Um estudo com 25.478 abdominoplastias encontrou complicações importantes em 3,1% das cirurgias isoladas. Combinada com contorno corporal e lipoaspiração, a taxa chegou a 10,4%.

    Fonte: Winocour J, et al. Abdominoplasty: risk factors, complication rates, and safety of combined procedures. Plastic and Reconstructive Surgery, 2015.

    Quando o plano é extenso, dividir em etapas pode ser a escolha mais prudente. Excelência também é saber quando fazer e quando parar.

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    04

    A técnica: escolhida para o seu caso

    Nenhuma técnica deveria ser escolhida no automático, nem pelo que parece mais simples ou mais barato.

    • Lipoaspiração completa e bem planejada, realizada num ambiente com toda a estrutura necessária.
    • Plano da prótese escolhido pela espessura dos tecidos, pelo tórax e pelo seu objetivo.
    • Sangramento planejado antes da cirurgia, com recursos adicionais em casos selecionados.

    Menos estrutura não significa automaticamente mais segurança.

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    A estrutura: quando algo foge do planejado

    Uma cirurgia tecnicamente perfeita pode apresentar uma intercorrência. O que faz diferença é o que existe para agir na hora, sem que ninguém precise esperar o dia seguinte.

    Equipe disponívelCirurgião e equipe acessíveis a qualquer hora nos primeiros dias, não uma central de recados.
    Estrutura hospitalarUTI, banco de sangue e possibilidade de reoperar sem demora, se for preciso.
    ProtocolosPrevenção de trombose, controle de sangramento e critérios claros diante de um sinal de alerta.
    Tempo por pacienteAgenda que permita acompanhar cada paciente de perto, em vez de ser refém do volume.
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    06

    Depois: a recuperação também é segurança

    Repouso absoluto não é sinônimo de pós-operatório seguro. Ficar parada por muito tempo deixa o sangue mais lento nas pernas e pode favorecer a formação de coágulos. A prevenção combina várias camadas, definidas caso a caso:

    • Avaliação individual de risco antes da cirurgia.
    • Compressão pneumática e meias de compressão.
    • Anticoagulação, quando indicada.
    • Hidratação adequada e caminhadas orientadas pela equipe.

    Sinais que exigem procurar a equipe imediatamente:

    Falta de ar repentinaMesmo que pareça ansiedade ou aperto da cinta.
    Dor no peitoEspecialmente se vier junto com a falta de ar.
    Coração aceleradoSem esforço que justifique.
    DesmaioOu sensação de que vai desmaiar.
    Inchaço em uma perna sóPerna pesada, inchada ou dolorida de um lado apenas.

    Não espere melhorar sozinho e não coloque automaticamente a culpa na cinta.

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    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre segurança em cirurgia plástica

    O conjunto: preparo do corpo, planejamento do tempo cirúrgico, técnica indicada para o seu caso, estrutura para agir se algo fugir do planejado e acompanhamento na recuperação. Nenhum item isolado garante segurança.

    Algumas combinações são possíveis em pacientes selecionadas, mas o tempo total de cirurgia pesa. Eu não faria uma combinação que transformasse a operação numa maratona de mais de 6 horas. Quando o plano é extenso, dividir em etapas costuma ser mais prudente.

    Depende do procedimento e da sua saúde. Hemoglobina, ferritina e glicose costumam estar entre eles, junto com a avaliação do risco de trombose. Exames alterados são investigados e tratados antes de operar.

    Não. Repouso absoluto não é sinônimo de pós-operatório seguro: ficar parada por muito tempo favorece a formação de coágulos. Caminhadas orientadas pela equipe fazem parte da prevenção.

    Falta de ar repentina, dor no peito, coração acelerado sem esforço, desmaio e inchaço ou dor em uma perna só. Não espere melhorar sozinho.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, a conversa sobre segurança vem antes da conversa sobre técnica: avaliamos exames, risco de trombose, o que você consome, o tempo de cirurgia e se o plano cabe numa única cirurgia ou deve ser dividido em etapas.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

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    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Segurança se planeja antes da primeira incisão.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
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  • Exame

    Exame · Guia completo

    Exame: os testes que protegem a sua cirurgia

    Alguns exames mostram se o corpo está pronto para operar. Outros acompanham a prótese ao longo dos anos. Aqui está tudo reunido para você ir direto ao assunto que te trouxe até aqui.

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    Escolha o assunto do vídeo que você assistiu

    Ausência de sintomas não significa que está tudo bem.

    01

    Exame para prótese de silicone: quando e por quê

    Uma coisa é o exame que avalia a mama. Outra é o exame que avalia a integridade da prótese. São estruturas diferentes, com objetivos diferentes.

    Parte das rupturas de prótese é silenciosa: sem dor, sem mudança importante no formato e sem alteração ao toque. Não sentir nada não garante que o implante esteja íntegro.

    Ultrassom e ressonânciaPodem ser usados para avaliar a integridade do implante. O mais adequado depende do contexto clínico.
    MamografiaContinua necessária quando há indicação de rastreamento do câncer de mama. Informe ao serviço que você tem prótese.
    TrocaFazer exame não significa trocar a prótese. Não existe troca automática aos 10 anos.
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    02

    Homocisteína: o teste simples que pode acender um alerta de trombose

    A homocisteína é um aminoácido produzido pelo próprio organismo. Medida em um exame de sangue simples, ela pode estar elevada sem causar nenhum sintoma.

    Quando elevada, ela soma 3 pontos no escore de Caprini, uma das ferramentas usadas para avaliar o risco de trombose antes da cirurgia, sempre junto com idade, histórico e tamanho da cirurgia.

    Baixar o número só com vitamina não demonstrou prevenir infarto nem trombose. O caminho é investigar a causa, como deficiência de vitamina B12 ou de folato e alterações nos rins.

    No meu protocolo, acima de 10 µmol/L, eu não sigo direto para a cirurgia: primeiro investigo e avalio. É um critério meu, mais conservador, e os valores de referência variam entre laboratórios.

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    Perguntas frequentes

    Dúvidas sobre exame

    Sim. Parte das rupturas é silenciosa, por isso o acompanhamento com exames de imagem deve ser discutido com o seu médico.

    Ultrassonografia e ressonância magnética podem ser usadas na avaliação da integridade do implante. O exame mais adequado depende do contexto clínico e da orientação médica.

    Não existe regra automática de troca aos 10 anos. A decisão considera avaliação clínica, exames, sintomas e as condições da mama e do implante.

    É um exame de sangue simples que mede a homocisteína, um aminoácido produzido pelo próprio organismo. Quando elevada, ela entra na avaliação do risco de trombose antes da cirurgia.

    Não necessariamente. Ela indica que é preciso investigar a causa e avaliar antes de decidir. A conduta depende do restante da avaliação e do tamanho da cirurgia.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na Consulta Panthère VIP, os exames são lidos junto com o seu histórico. Para quem vai operar, a avaliação de risco vai além do básico. Para quem já tem prótese, o acompanhamento define a conduta certa.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual, exame físico e exames complementares. Os resultados variam conforme as características de cada paciente, não podendo ser garantidos.

    Quer uma avaliação que olha além do básico?

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
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  • Investigar

    Mama · Implantes e explante

    Silicone ou menopausa: por que investigar antes de retirar a prótese

    Cansaço constante, dores pelo corpo, dificuldade de concentração e raciocínio lento aparecem tanto na menopausa quanto em mulheres com implantes mamários. Antes de decidir pelo explante, é preciso investigar o organismo por inteiro.

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    A retirada do silicone não é um teste diagnóstico. É uma cirurgia, e precisa de indicação.

    01

    Sintomas que podem gerar confusão

    Muitas mulheres, principalmente depois dos 40 anos, passam a apresentar mudanças que afetam diretamente a qualidade de vida. Entre as queixas mais frequentes estão:

    • Cansaço que não melhora mesmo após dormir
    • Dores nas articulações e nos músculos
    • Dificuldade para encontrar palavras
    • Falta de concentração e sensação de cabeça lenta
    • Queda no desempenho físico ou mental
    • Alterações no sono e no humor

    Esses sintomas são relatados por mulheres na menopausa e também por pacientes com implantes mamários. Nenhum deles, isoladamente, comprova que o silicone seja o responsável.

    02

    O que investigar na prótese

    A presença dos sintomas deve ser levada a sério, mas isso não significa que a prótese seja obrigatoriamente a causa. Antes de relacionar tudo ao silicone, é importante entender quando os sintomas começaram, como evoluíram e se existem outras condições envolvidas.

    A integridade dos implantes também precisa ser avaliada, considerando:

    • Tempo desde a colocação
    • Presença de dor ou endurecimento
    • Mudanças no formato das mamas
    • Sinais de ruptura
    • Contratura capsular
    • Alterações percebidas nos exames de imagem

    A prótese precisa ser avaliada, mas a investigação não pode parar nela.

    03

    Por que investigar também a menopausa

    A menopausa provoca mudanças hormonais capazes de afetar energia, memória, concentração, sono, musculatura, articulações e estado emocional. Sintomas que parecem ligados ao silicone podem ter origem hormonal ou resultar da soma de vários fatores.

    Além da menopausa, outras causas possíveis incluem anemia, alterações da tireoide, deficiências de vitaminas, distúrbios do sono, doenças reumatológicas, alterações metabólicas, uso de determinados medicamentos e estresse crônico.

    Sem uma avaliação adequada, a paciente pode atribuir o problema à prótese, passar por uma nova cirurgia e continuar sentindo exatamente os mesmos sintomas.

    04

    Retirar a prótese resolve?

    Em algumas mulheres os sintomas melhoram após o explante. Em outras eles permanecem, porque a causa real não estava dentro da mama ou nunca chegou a ser investigada.

    Por isso o explante não deve ser usado como teste para descobrir a origem dos sintomas. Ele é uma cirurgia e, como qualquer procedimento cirúrgico, precisa de indicação bem definida. Tomar essa decisão sem investigação pode gerar frustração, novos riscos e expectativas que talvez não sejam correspondidas.

    05

    O que investigar na prática

    O caminho envolve diferentes profissionais e exames, definidos conforme o histórico de cada paciente.

    Avaliação clínicaHistórico completo, início e evolução dos sintomas.
    Exames laboratoriaisInvestigação de anemia e de deficiências nutricionais.
    Análise hormonalPerfil hormonal e avaliação da tireoide.
    Avaliação reumatológicaQuando há dor articular e muscular persistente.
    Qualidade do sonoDistúrbios do sono explicam parte do cansaço e da concentração.
    Imagem das mamasUltrassonografia ou ressonância e integridade das próteses.

    O objetivo é descobrir se os sintomas estão relacionados ao silicone, à menopausa, a outra condição de saúde ou à combinação de vários fatores.

    Dúvidas frequentes

    Silicone, menopausa e explante

    Esses sintomas existem e devem ser levados a sério, mas não são exclusivos de quem tem implantes. Eles também aparecem na menopausa e em várias outras condições. Por isso a conduta é investigar, e não presumir.

    O explante não funciona como teste diagnóstico. É uma cirurgia com riscos próprios e precisa de indicação definida. Se a causa dos sintomas estiver fora da mama, eles continuam depois do procedimento.

    Pela avaliação clínica somada a exames laboratoriais e hormonais. A menopausa altera energia, memória, sono, musculatura, articulações e humor, o que explica boa parte da sobreposição com as queixas atribuídas ao silicone.

    Em geral ultrassonografia ou ressonância das mamas, que ajudam a identificar sinais de ruptura e contratura capsular. A escolha depende do tempo de implante e do exame clínico.

    Aí sim o explante passa a ter indicação, e o planejamento é feito com clareza sobre o que esperar do resultado, incluindo a decisão sobre substituir ou não os implantes.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Se você tem próteses e começou a perceber mudanças no organismo, o ponto de partida é investigar, com uma avaliação individualizada, antes de decidir por uma nova cirurgia.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa e não substitui a consulta médica. A indicação de explante depende de avaliação individual, exames e, quando necessário, acompanhamento conjunto com outras especialidades. Resultados variam conforme as características de cada paciente e não podem ser garantidos.

    Antes de escolher uma nova cirurgia, escolha investigar.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Caneta

    Segurança em cirurgia plástica

    Caneta para emagrecer antes da cirurgia: por que esse detalhe muda a anestesia

    A caneta para emagrecer ajuda no controle do peso, mas o uso próximo a uma cirurgia exige atenção. Medicamentos como a semaglutida e a tirzepatida retardam o esvaziamento do estômago, e isso altera o preparo necessário para a anestesia.

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    Esconder o uso da caneta ou suspender por conta própria não protege a cirurgia. Coloca ela em risco.

    01

    Como a caneta interfere no esvaziamento do estômago

    Esses medicamentos fazem com que o alimento permaneça no estômago por mais tempo. Na prática, isso significa que o jejum recomendado antes da cirurgia pode não garantir que o órgão esteja realmente vazio.

    Durante a anestesia, os reflexos naturais que protegem as vias respiratórias ficam reduzidos. Caso ainda exista conteúdo no estômago, ele pode retornar e alcançar os pulmões.

    Essa complicação é chamada de aspiração pulmonar e pode levar a pneumonia aspirativa, insuficiência respiratória, necessidade de intubação prolongada e internação.

    02

    Cumprir o jejum é suficiente?

    Nem sempre. Um estudo prospectivo brasileiro acompanhou 220 pacientes que seguiram rigorosamente as orientações de jejum. Entre aqueles que haviam utilizado semaglutida nos dias anteriores, uma parcela expressiva ainda apresentava conteúdo gástrico aumentado.

    Isso não quer dizer que toda pessoa que usa a caneta terá uma complicação. Quer dizer que o jejum, sozinho, não é medida suficiente para avaliar a segurança de quem faz uso desse tipo de medicamento.

    03

    É preciso suspender a caneta antes da cirurgia?

    A caneta para emagrecer não deve ser suspensa por conta própria. A orientação muda de acordo com vários fatores:

    • Medicamento utilizado e dose atual
    • Frequência de aplicação e tempo de tratamento
    • Aumento recente da dose
    • Presença de náusea, refluxo ou sensação de estômago cheio
    • Tipo de cirurgia e tipo de anestesia
    • Condições clínicas do paciente

    Não existe um intervalo único de suspensão que seja seguro para todas as pessoas. A decisão é individualizada e tomada em conjunto pelo médico que prescreveu o medicamento, pelo cirurgião e pelo anestesista.

    04

    O que informar na avaliação pré-operatória

    Leve essas informações prontas para a consulta. Elas mudam a conduta da equipe.

    Qual canetaO nome do medicamento que você utiliza hoje.
    Dose e frequênciaQuanto você aplica e de quanto em quanto tempo.
    Última aplicaçãoA data exata da aplicação mais recente.
    Tempo de usoHá quanto tempo iniciou e se a dose subiu recentemente.
    Sintomas digestivosNáusea, refluxo, empachamento ou vômitos.
    Outros medicamentosTudo que você usa de forma contínua, incluindo manipulados.

    Não omita essas informações por medo de a cirurgia ser adiada. Reorganizar o planejamento é sempre mais seguro do que descobrir o problema dentro da sala cirúrgica.

    Dúvidas frequentes

    Caneta para emagrecer e cirurgia

    Não impede. O uso da caneta passa a fazer parte do planejamento pré-operatório, e a equipe define a conduta mais segura para o seu caso.

    Não. A suspensão precisa ser decidida em conjunto pelo médico que prescreveu o medicamento, pelo cirurgião e pelo anestesista, porque envolve o controle metabólico e a segurança anestésica ao mesmo tempo.

    Nem sempre. Como o medicamento retarda o esvaziamento gástrico, o jejum isolado pode não bastar para garantir que o estômago esteja vazio no momento da anestesia.

    A equipe planeja a anestesia com uma informação incompleta. Isso aumenta o risco de aspiração pulmonar, uma complicação que pode ser grave e que seria evitável com a informação em mãos.

    Em situações selecionadas, o anestesista pode solicitar a avaliação do conteúdo gástrico antes do procedimento. A indicação depende do quadro clínico e do tipo de cirurgia.

    A consulta

    Primeiro, uma avaliação

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Se você utiliza a caneta para emagrecer e está considerando uma cirurgia, o ponto de partida é uma avaliação individualizada, com o seu histórico completo em mãos.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo possui finalidade educativa e não substitui a consulta médica. A conduta sobre o uso de medicamentos para emagrecimento antes de uma cirurgia depende de avaliação individual e da orientação conjunta do médico prescritor, do cirurgião e do anestesista. Resultados variam conforme as características de cada paciente e não podem ser garantidos.

    Agende sua avaliação e leve o seu histórico completo para a consulta.

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    Dr. Daniel Lobo Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Clínica Panthère, Londrina/PR e São Paulo/SP
    Conteúdo em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

  • Camadas

    Contorno corporal · Abdômen

    As camadas do abdômen explicam por que nem toda barriga pode ser tratada da mesma forma

    Quando uma pessoa deseja melhorar o contorno abdominal, é comum pensar que o problema está apenas no excesso de gordura. Mas o formato da barriga é resultado de diferentes camadas, e cada uma delas precisa ser avaliada separadamente. É essa análise que explica por que exercício, dieta, tratamento estético ou até uma lipoaspiração podem não entregar o resultado esperado quando usados de forma isolada: cada um age em uma camada, e o incômodo pode estar em outra.

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    Dr. Daniel Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Londrina e São Paulo

    Dr. Daniel Botelho, cirurgião plástico de contorno corporal e mama

    Duas barrigas parecidas por fora podem ser problemas completamente diferentes por dentro.

    Dr. Daniel Botelho, sobre o diagnóstico do abdômen

    Entenda primeiro

    Quais são as camadas do abdômen?

    O abdômen é formado por estruturas que exercem funções diferentes e podem sofrer alterações ao longo da vida. De fora para dentro, são quatro camadas que interessam para o contorno corporal. O esquema abaixo mostra onde cada uma fica e o que cada tipo de tratamento alcança.

    Diagrama em 3D das camadas do abdômen: pele, gordura subcutânea, musculatura e gordura visceral
    1

    Pele

    A capa de fora. Perde elasticidade com idade, gestação e variação de peso. Se sobra pele, tirar gordura não resolve.

    Quem trata: abdominoplastia
    2

    Gordura subcutânea

    A que você aperta com os dedos. É a única camada que a lipoaspiração alcança, dentro de limites de segurança.

    Quem trata: lipoaspiração
    3

    Musculatura

    Os músculos da parede. Podem se afastar no centro (diástase) e projetar a barriga mesmo em quem é magra. Lipo não corrige.

    Quem trata: plicatura, na abdominoplastia
    4

    Gordura visceral

    Fica dentro, ao redor dos órgãos. Barriga dura, que não faz pinça. Nenhuma cirurgia de contorno chega nela.

    Quem trata: dieta, exercício e clínico

    Esquema ilustrativo, sem proporção anatômica real.

    Camada 1

    Pele

    É a camada mais superficial e a que mais sofre com o tempo. Ela perde elasticidade pelo envelhecimento, pelas gestações, pelas oscilações de peso e pela própria predisposição genética. Quando existe flacidez ou excesso de pele, retirar somente gordura pode não ser suficiente: a pele pode permanecer solta e comprometer o contorno, às vezes até ficando mais evidente depois que o volume de baixo foi reduzido.

    • Pele com estrias largas e finas costuma ter menos capacidade de retração.
    • Pele que “sobra” ao inclinar o tronco para a frente é sinal de excesso, não de gordura.
    • Quanto maior o excesso de pele, mais a cirurgia precisa tratá-la diretamente.

    Camada 2

    Gordura subcutânea

    Fica logo abaixo da pele e pode ser percebida ao apertar o abdômen com os dedos: o que vem junto na “pinça” é gordura subcutânea. Essa é a camada que a lipoaspiração trata, e é também a camada que responde ao emagrecimento, embora nem sempre nas regiões que a pessoa gostaria. A quantidade que pode ser removida em cirurgia respeita critérios de segurança e as características anatômicas de cada paciente, não o desejo de “tirar tudo”.

    • É a única camada em que a lipoaspiração atua.
    • Sua distribuição define o desenho do contorno, e é aí que a técnica faz diferença.
    • Remover além do seguro não melhora o resultado, só aumenta risco e irregularidade.

    Camada 3

    Musculatura abdominal

    Abaixo da gordura estão os músculos retos do abdômen, unidos no centro por uma faixa de tecido chamada linha alba. Após uma gestação ou grandes variações de peso, essa faixa pode se alargar e os músculos se afastarem: é a diástase abdominal. Nessa situação, mesmo uma pessoa magra pode continuar com o abdômen projetado, principalmente depois de comer ou no fim do dia. A lipoaspiração não corrige diástase, porque atua só sobre a gordura subcutânea. Quem trata é a plicatura, feita durante a abdominoplastia.

    • Barriga que “aparece” ao levantar o tronco deitada é sinal de diástase.
    • Exercício fortalece, mas não fecha uma diástase importante.
    • Diagnóstico é feito no exame físico, e pode ser confirmado por ultrassom.

    Camada 4

    Gordura visceral

    Fica dentro da cavidade abdominal, ao redor dos órgãos, atrás da musculatura. Diferente da subcutânea, não pode ser retirada por lipoaspiração nem por abdominoplastia: nenhuma cirurgia de contorno chega ali. É a gordura da barriga “dura”, que não faz pinça e empurra a parede abdominal de dentro para fora. Sua redução depende de alimentação, atividade física e acompanhamento clínico, e é também a que mais se relaciona com saúde metabólica.

    • Barriga rígida e projetada, sem sobra de pele, sugere visceral.
    • Operar com muita gordura visceral limita o resultado de qualquer técnica.
    • Em muitos casos, o caminho começa por emagrecer antes de considerar cirurgia.
    Dr. Daniel Botelho em avaliação

    O ponto fundamental

    Por que avaliar todas as camadas?

    Duas pessoas podem ter uma barriga visualmente parecida e alterações completamente diferentes. Uma tem mais gordura subcutânea. Outra tem excesso de pele, diástase ou gordura visceral. E é comum que várias condições estejam presentes ao mesmo tempo. Indicar um procedimento com base em fotografias ou no desejo da paciente leva a expectativas irreais: o planejamento precisa identificar quais camadas realmente estão interferindo no contorno.

    • Gordura subcutânea predominante: a lipoaspiração pode ser o caminho.
    • Excesso de pele e diástase: entra a abdominoplastia, com ou sem lipo associada.
    • Gordura visceral predominante: emagrecimento e acompanhamento clínico vêm antes.
    • Várias camadas alteradas: técnicas associadas ou em etapas.

    Perguntas frequentes

    O que as pacientes perguntam

    Sou magra e tenho barriga. Lipo resolve?

    Depende de qual camada está causando a projeção. Se for diástase, a lipo não corrige, porque não atua na musculatura. Se for gordura visceral, nenhuma cirurgia alcança. A lipo resolve quando o problema é gordura subcutânea localizada. Por isso a avaliação vem antes da escolha da técnica.

    Como sei se tenho diástase?

    Um sinal comum é o abdômen “aparecer” no centro ao levantar o tronco deitada, ou ficar projetado no fim do dia mesmo sem ganho de peso. O diagnóstico é feito no exame físico da consulta e pode ser confirmado por ultrassom, que mede o afastamento.

    Lipo tira gordura visceral?

    Não. A gordura visceral fica dentro da cavidade abdominal, atrás dos músculos, e não é acessível à lipoaspiração nem à abdominoplastia. Ela responde a alimentação, atividade física e acompanhamento clínico.

    Se eu tirar a gordura, a pele vai retrair?

    Depende da qualidade da pele. Pele jovem, sem estrias e sem grandes variações de peso tende a retrair melhor. Pele com flacidez, estrias largas ou excesso evidente pode ficar mais solta depois da lipo. Nesses casos, tratar a pele diretamente faz parte do planejamento.

    Lipo e abdominoplastia podem ser feitas juntas?

    Em pacientes adequadamente selecionadas, sim. A associação trata gordura subcutânea, excesso de pele e diástase no mesmo planejamento. A decisão depende da anatomia, da condição de saúde, do tempo cirúrgico e da segurança de cada caso.

    A consulta

    O tratamento correto começa pelo diagnóstico

    Não existe um único procedimento capaz de corrigir todas as alterações do abdômen. O resultado depende de entender o que está acontecendo em cada uma das camadas e escolher uma estratégia compatível com a anatomia e os objetivos da paciente. Uma avaliação individualizada define possibilidades reais, alinha expectativas e permite planejar a cirurgia com mais segurança.

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Na consulta, examinamos camada por camada antes de falar em técnica.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo é educativo e não substitui consulta médica. A indicação de lipoaspiração, abdominoplastia ou qualquer outro procedimento depende de avaliação individual das camadas do abdômen, do histórico de saúde e das expectativas da paciente. Toda cirurgia envolve riscos e os resultados variam de paciente para paciente, não podendo ser garantidos. Publicação em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

    Quer saber qual camada está mudando o seu contorno? Agende sua avaliação.

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  • Protocolo

    Contorno corporal · Segurança

    Protocolo cirúrgico: por que uma cirurgia segura começa antes do centro cirúrgico

    Quando uma paciente pensa em cirurgia plástica, é natural que a atenção esteja no dia da operação: qual técnica, quanto tempo dura, como será o resultado, quando volta às atividades. Mas existe uma coisa que eu considero fundamental: uma cirurgia não começa quando entramos no centro cirúrgico e não termina quando o procedimento acaba. Existe um protocolo antes, durante e depois. E muitas vezes é justamente esse processo que separa uma cirurgia simplesmente executada de um tratamento realmente planejado.

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    Dr. Daniel Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Londrina e São Paulo

    Dr. Daniel Botelho, cirurgião plástico de contorno corporal e mama

    Cirurgia acaba em algumas horas. Cuidado não.

    Dr. Daniel Botelho, sobre o protocolo cirúrgico da Panthère

    Entenda primeiro

    O que é um protocolo em cirurgia plástica?

    Não é uma lista engessada aplicada da mesma maneira em todas as pessoas. É uma organização do cuidado: definir etapas, avaliar riscos, preparar o paciente, planejar a cirurgia, orientar a recuperação, monitorar a evolução e saber como agir quando alguma coisa foge do caminho esperado.

    Um bom protocolo cria organização e previsibilidade. Mas isso não significa tratar todos os pacientes como iguais. Protocolo não elimina individualização. Ele cria uma estrutura para que a individualização aconteça com mais segurança.

    Consultório da Clínica Panthère

    Etapa 1

    O protocolo começa na consulta

    Antes de definir qualquer cirurgia, existe uma pergunta anterior: essa cirurgia é realmente indicada para esse paciente? É comum alguém chegar dizendo “quero fazer uma Lipo HD”, “quero uma mastopexia”, “quero colocar silicone”. A consulta não existe para confirmar a decisão que a pessoa já tomou pela internet. Ela serve para avaliar. Talvez seja exatamente aquela cirurgia. Talvez o planejamento mude. E talvez ainda não seja o momento de operar. Indicação antes de decisão.

    • Duas pacientes podem querer a mesma cirurgia e receber planejamentos diferentes.
    • Cirurgia plástica não trata fotografias. Trata pessoas.
    • Peso, pele, anatomia, histórico e objetivos mudam a indicação.

    Etapa 2

    O pré-operatório é parte da cirurgia

    Existe uma tendência de tratar a preparação como burocracia: exames, consultas, orientações, jejum, medicamentos. Mas ela tem um objetivo muito maior. Eu não quero que um paciente chegue ao dia da cirurgia simplesmente para ser operado. Quero que ele chegue preparado. É antes do centro cirúrgico que organizamos boa parte das condições para realizar o procedimento de maneira adequada: avaliação clínica individual, exames indicados para aquele caso, estratégia cirúrgica e orientações específicas. Tudo antes da primeira incisão.

    E segurança não depende de uma única tecnologia. Equipamento nenhum deveria ser vendido como sinônimo automático de segurança. Tecnologia é ferramenta. Segurança depende de um conjunto:

    • Boa indicação e planejamento.
    • Equipe, ambiente cirúrgico adequado e técnica.
    • Monitorização, prevenção de complicações e acompanhamento.
    • Capacidade de reconhecer e manejar intercorrências.
    Dr. Daniel Botelho no centro cirúrgico

    Etapa 3

    O procedimento dura horas. A recuperação dura semanas

    Talvez essa seja a mudança de percepção mais importante. A cirurgia dura algumas horas, mas o organismo continua cicatrizando por dias, semanas e meses. Por isso o pós-operatório não é etapa secundária: ele faz parte da cirurgia. A paciente precisa de orientação, a evolução precisa ser acompanhada, o retorno às atividades precisa acontecer no momento adequado e qualquer alteração fora do padrão precisa ser identificada. Não basta operar bem. É necessário saber como o paciente está evoluindo depois de sair do hospital.

    • Monitoramento da evolução e orientações específicas.
    • Retorno às atividades definido progressivamente.
    • Atenção a intercorrências e comunicação entre paciente e equipe.

    Isso reduz um problema comum: a paciente sair do centro cirúrgico e sentir que, dali em diante, precisa descobrir sozinha o que é normal e o que não é. E nem toda recuperação é igual. “Com sete dias todo mundo faz isso”, “com 30 dias todo mundo está liberado”: o corpo não funciona assim. Existem referências, mas a evolução individual precisa ser observada.

    Critério

    Protocolo também significa saber quando não avançar

    Segurança não é só saber fazer uma cirurgia. É saber quando não realizá-la. Existem momentos em que exames precisam ser corrigidos, o peso precisa ser melhor controlado, uma condição clínica precisa ser investigada, ou aquela expectativa não pode ser atendida com segurança. Adiar ou contraindicar não é fracasso. É critério. O objetivo da consulta não é levar todas as pessoas ao centro cirúrgico, e sim determinar quem tem indicação, qual é o melhor planejamento e em qual momento.

    Nenhum protocolo promete risco zero. Cirurgia sem risco não existe, e nenhum protocolo garante o mesmo resultado ou a mesma recuperação para todos. A função de um protocolo sério é organizar medidas para reduzir riscos, identificar problemas precocemente e conduzir cada etapa com critérios claros. Prometer risco zero não é excelência. É criar uma expectativa impossível.

    Tecnologia, técnica e protocolo. No contorno corporal moderno, diferentes tecnologias podem fazer parte do planejamento, mas a tecnologia não escolhe o paciente, não faz o diagnóstico, não determina sozinha a indicação e não acompanha o pós-operatório. Quando alguém pergunta “qual aparelho vocês usam?”, existe uma pergunta anterior: qual é o protocolo para decidir quando e como essa tecnologia deve ser usada?

    Compromisso dos dois lados

    Padronizar o que não pode depender de improviso. Personalizar o resto

    O paciente também faz parte do protocolo. A equipe orienta, acompanha e oferece estrutura, mas o paciente precisa seguir as recomendações, respeitar restrições, comparecer aos retornos, informar alterações e manter os cuidados da recuperação. Cirurgia plástica não é algo que o médico “faz no paciente”. É um processo realizado com o paciente.

    Um bom protocolo reúne duas características que parecem opostas:

    • Padronizamos segurança, organização, comunicação, monitoramento e critérios.
    • Personalizamos técnica, planejamento, intensidade do procedimento, momento da cirurgia, recuperação e retorno.

    Antes de escolher onde operar

    O resultado começa muito antes da cirurgia

    Quando você vê um resultado, normalmente enxerga só o antes e o depois. Mas existe muita coisa entre as duas fotografias: consulta, diagnóstico, indicação, planejamento, preparação, cirurgia, pós-operatório, acompanhamento e recuperação. Tudo isso faz parte do resultado. Por isso, ao escolher onde operar, não pergunte só sobre a técnica. Pergunte:

    • Como funciona o protocolo?
    • Como acontece a preparação?
    • Quem avalia a evolução e quando acontecem os retornos?
    • Como a equipe orienta o pós-operatório?
    • O que acontece caso surja alguma alteração?

    Essas perguntas dizem muito sobre o cuidado que existe além da sala cirúrgica.

    Perguntas frequentes

    O que as pacientes perguntam

    Protocolo significa que todo mundo faz a mesma cirurgia?

    Não. Protocolo é organização do cuidado, não receita única. Padronizamos o que não pode depender de improviso (segurança, monitoramento, comunicação, critérios) e personalizamos técnica, planejamento, intensidade e recuperação conforme cada paciente.

    A consulta serve só para marcar a cirurgia?

    Não. Ela serve para avaliar se existe indicação, qual é o melhor planejamento e se este é o momento certo. Às vezes a resposta é ajustar o plano ou adiar. Indicação vem antes de decisão.

    Com um bom protocolo a cirurgia fica sem risco?

    Não. Cirurgia sem risco não existe. O protocolo organiza medidas para reduzir riscos, identificar problemas cedo e conduzir cada etapa com critério. Prometer risco zero é criar uma expectativa impossível.

    A tecnologia usada garante segurança?

    Tecnologia é ferramenta. Ela não escolhe o paciente, não faz o diagnóstico nem acompanha o pós-operatório. O que garante consistência é o conjunto: indicação, planejamento, equipe, ambiente, técnica, monitorização e acompanhamento.

    O pós-operatório tem prazos iguais para todas?

    Existem referências e etapas esperadas, mas duas pessoas submetidas ao mesmo procedimento podem evoluir em ritmos diferentes. O retorno às atividades é definido progressivamente, observando a evolução individual.

    A consulta

    Cirurgia acaba. Cuidado não

    Para mim, o centro cirúrgico representa apenas uma etapa. Talvez a mais visível, mas não a única. Um bom protocolo começa quando entendemos se existe indicação, continua na preparação e na cirurgia e permanece durante toda a recuperação. Operar bem é fundamental. Acompanhar bem também é. A cirurgia pode acabar em algumas horas. O compromisso com a evolução do paciente precisa continuar depois dela.

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. Se você quer entender como funciona o protocolo antes de decidir onde operar, esse é o ponto de partida da avaliação.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo é educativo e não substitui consulta médica. Toda cirurgia envolve riscos, e nenhum protocolo garante ausência de complicações ou o mesmo resultado para todos. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual e os resultados variam de paciente para paciente, não podendo ser garantidos. Publicação em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

    Quer entender o protocolo antes de decidir? Agende sua avaliação.

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  • Mastopexia

    Mama · Mastopexia

    Mastopexia: quando é indicada e qual a diferença entre fazer com ou sem prótese?

    A mastopexia é uma das cirurgias mais procuradas por mulheres que percebem que as mamas perderam sustentação, mudaram de formato ou ficaram mais caídas ao longo dos anos, pelo envelhecimento, pelo peso das mamas, por grandes mudanças corporais ou depois da gestação e da amamentação. E existe uma dúvida extremamente frequente: mastopexia precisa necessariamente de prótese de silicone? A resposta é não. Ela pode ser realizada com ou sem implantes, e a escolha depende da anatomia, da quantidade de tecido mamário, da qualidade da pele e, principalmente, do resultado que a paciente deseja alcançar.

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    Dr. Daniel Botelho · CRM-PR 24805 · RQE 17859 · Londrina e São Paulo

    Dr. Daniel Botelho, cirurgião plástico de contorno corporal e mama

    Volume e queda são problemas diferentes.

    Dr. Daniel Botelho, sobre o planejamento da mastopexia
    Mastopexia: reposicionamento da mama e da aréola

    Entenda primeiro

    O que é mastopexia?

    É a cirurgia destinada ao reposicionamento das mamas. Durante o procedimento, podemos retirar o excesso de pele, reposicionar a aréola e reorganizar os tecidos para devolver uma forma mais adequada à mama. Por isso é comum ouvir o termo lifting das mamas. O objetivo não é simplesmente aumentar o tamanho dos seios: muitas mulheres que procuram uma mastopexia não querem necessariamente uma mama maior. Elas querem que a mama volte a ter:

    • Melhor posição.
    • Mais sustentação.
    • Formato mais harmonioso.
    • Proporção adequada ao corpo.

    Indicação

    Para quem a mastopexia é indicada?

    A indicação precisa ser individual, mas existem situações que frequentemente levam uma mulher ao consultório para avaliar uma mastopexia:

    • Mamas que ficaram mais caídas com o tempo.
    • Perda de sustentação após gravidez e amamentação.
    • Alterações depois de grandes oscilações de peso.
    • Excesso de pele nas mamas.
    • Mamas naturalmente grandes e pesadas que perderam posição.
    • Mudança da posição da aréola.
    • Sensação de que a mama perdeu a forma anterior.

    Não é simplesmente a idade que determina uma mastopexia. Duas mulheres da mesma idade podem possuir tecidos, pele, volume mamário e necessidades completamente diferentes. Por isso, cirurgia de mama precisa começar pela avaliação.

    Mastopexia com prótese e sem prótese

    Com ou sem prótese

    Qual fica melhor? Talvez seja a pergunta errada

    Com prótese: existem pacientes que apresentam queda das mamas e, ao mesmo tempo, desejam mais volume ou preenchimento. A mastopexia trata o reposicionamento; a prótese acrescenta volume e participa da construção do formato. Mas a prótese é uma ferramenta dentro do planejamento, não uma decisão tomada porque determinada cirurgia vista nas redes sociais usou um implante.

    Sem prótese: é uma alternativa para mulheres que possuem tecido mamário suficiente e não desejam aumentar significativamente o volume. Nesse planejamento, os próprios tecidos da paciente são usados para reorganizar a mama. Nenhuma das duas escolhas é automaticamente melhor. Existe a escolha que faz mais sentido para aquele corpo.

    A pergunta adequada é: qual estratégia entrega o resultado que você deseja respeitando a anatomia que você possui? Na consulta, observamos:

    • Quantidade de tecido mamário: existe volume para construir o formato só com os próprios tecidos?
    • Qualidade da pele: quanto suporte ela oferece?
    • Grau de queda: posição atual da mama e da aréola.
    • Volume desejado: só levantar ou também aumentar?
    • Proporção corporal: qual formato conversa com o resto do corpo?
    • Expectativa: o resultado imaginado é compatível com a anatomia?

    Um ponto que exige cuidado

    Prótese sozinha levanta uma mama caída?

    Quando o principal problema é a queda associada ao excesso de pele, simplesmente adicionar volume não significa tratar aquilo que realmente incomoda a paciente. A função de uma prótese é diferente da função da mastopexia. Por isso, a pergunta não deveria ser apenas “qual tamanho de silicone eu coloco?”. Antes disso precisamos descobrir: o problema é falta de volume, queda ou uma combinação dos dois? Essa diferença muda completamente o planejamento.

    Depois da amamentação. Gestação e amamentação podem produzir mudanças importantes: algumas mulheres percebem perda de volume, outras maior excesso de pele, algumas as duas coisas. É comum ouvir “depois que amamentei, minha mama nunca mais voltou a ser como antes”. Mas mesmo entre mulheres que tiveram filhos não existe uma única cirurgia que sirva para todas. A consulta serve justamente para separar desejo de indicação.

    Mamas muito grandes e pesadas. Quando a perda de sustentação está associada ao volume excessivo, pode entrar na discussão a redução mamária associada ao reposicionamento dos tecidos. Além da questão estética, algumas mulheres relatam dores nas costas e desconfortos relacionados ao peso mamário. Não existe uma quantidade padrão de tecido a retirar; o planejamento depende da estrutura corporal e das necessidades da paciente.

    Expectativa

    Mastopexia deixa cicatriz?

    Toda cirurgia que envolve retirada de pele produz cicatrizes. O desenho e a extensão dependem principalmente da quantidade de pele que precisa ser tratada e da técnica indicada para aquele caso. Existe uma troca: para reposicionar uma mama com excesso de pele, precisamos tratar justamente essa pele. Por isso a paciente precisa compreender desde o início tanto os benefícios quanto as limitações da cirurgia. Resultado bonito não nasce de esconder informações. Nasce de planejamento e expectativa bem alinhada.

    Pode ser associada a outras cirurgias? Em pacientes adequadamente selecionadas, a mastopexia pode fazer parte de um planejamento mais amplo, junto com procedimentos de contorno corporal, por exemplo. Mas associar procedimentos não significa que todas possam ou devam fazer várias cirurgias ao mesmo tempo. Condição de saúde, características corporais, tempo cirúrgico, recuperação e segurança entram na análise. A indicação continua sendo individual.

    Registro autorizado de paciente do Dr. Daniel Botelho, mastopexia
    Registro de paciente do Dr. Daniel Botelho submetida à mastopexia, publicado com autorização prévia e por escrito, sem edição, com finalidade educativa. Cada organismo responde de forma individual e os resultados não podem ser garantidos.

    O ponto mais importante

    O resultado da mastopexia depende do diagnóstico

    Não existe uma “melhor mastopexia” que possa ser escolhida apenas olhando uma fotografia na internet. Existe a técnica adequada para aquela paciente.

    • Uma mulher pode precisar principalmente retirar excesso de pele.
    • Outra precisa reposicionar os tecidos.
    • Outra deseja recuperar também determinado volume.
    • Outra pode precisar discutir redução mamária.
    • E outra talvez descubra na consulta que o que imaginava precisar não é o melhor caminho.

    Cirurgia plástica não deveria começar pela escolha da técnica. Deveria começar pelo diagnóstico.

    Perguntas frequentes

    O que as pacientes perguntam

    Mastopexia precisa de prótese de silicone?

    Não. A mastopexia pode ser feita com ou sem implante. A prótese entra quando, além da queda, a paciente deseja mais volume ou preenchimento. Quando existe tecido mamário suficiente e não há desejo de aumentar, a mastopexia sem prótese usa os próprios tecidos para reorganizar a mama.

    Só colocar silicone resolve a mama caída?

    Nem sempre. Quando o problema principal é queda com excesso de pele, adicionar volume não trata o que incomoda. Prótese e mastopexia têm funções diferentes. Antes de definir tamanho de implante, é preciso saber se o problema é falta de volume, queda ou os dois.

    Mastopexia deixa cicatriz?

    Sim. Toda cirurgia com retirada de pele deixa cicatriz. O desenho e a extensão dependem de quanta pele precisa ser tratada e da técnica indicada. Isso é conversado na consulta, junto com os benefícios e as limitações da cirurgia.

    Depois da amamentação, a mastopexia é sempre indicada?

    Não. Gestação e amamentação mudam as mamas de formas diferentes: perda de volume, excesso de pele ou os dois. Uma mulher pode precisar de mastopexia sem prótese, outra de associar implante, outra de um planejamento diferente. A consulta separa desejo de indicação.

    Posso fazer mastopexia junto com outra cirurgia?

    Em pacientes adequadamente selecionadas, pode fazer parte de um planejamento conjunto com procedimentos de contorno corporal. Mas isso depende de condição de saúde, características corporais, tempo cirúrgico, recuperação e segurança. Nem toda paciente deve fazer várias cirurgias ao mesmo tempo.

    A consulta

    Como saber se preciso de mastopexia?

    Se você sente que suas mamas perderam sustentação depois da gravidez, amamentação, emagrecimento ou simplesmente com a passagem do tempo, uma avaliação com cirurgião plástico pode esclarecer o que realmente mudou. Na consulta, não avaliamos apenas se “a mama caiu”. Precisamos entender qualidade da pele, volume mamário, posição da aréola, proporção corporal, histórico de saúde, expectativas e o desejo de ter ou não implantes. A partir daí é possível discutir mastopexia com prótese, sem prótese ou outro planejamento que faça mais sentido para aquele caso. O objetivo não é reproduzir a mama de outra mulher. É construir um resultado harmônico e coerente com o seu próprio corpo.

    Meu nome é Daniel Botelho, sou cirurgião plástico e atuo especialmente em cirurgias de contorno corporal e da mama. A cirurgia certa começa quando entendemos exatamente o que precisa ser tratado.

    Panthère Day

    O dia da paciente na Panthère, da chegada ao acompanhamento.

    Registro institucional da Clínica Panthère.

    Importante: este conteúdo é educativo e não substitui consulta médica. A indicação de mastopexia, com ou sem prótese, depende de avaliação individual da anatomia, da qualidade da pele, do volume mamário e das expectativas da paciente. Toda cirurgia envolve riscos e cicatrizes, e os resultados variam de paciente para paciente, não podendo ser garantidos. Publicação em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

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